Quando no dia 15 de Agosto de 2016, Shaunae Miller-Uibo caía para a vitória sobre a meta, relegando Allyson Felix para o segundo lugar na final dos 400 metros dos Jogos Olímpicos do Rio, poucos terão pensado que essa poderia ter sido a última oportunidade para mais um Ouro global da atleta norte-americana, a mais condecorada atleta da história do Atletismo.

No entanto, depois de um 2017 em que falhou a revalidação do título mundial e de um 2018 praticamente inexistente, muitas são as interrogações que se levantam acerca de que Allyson Felix iremos ter naquele que será o último ciclo de eventos globais da carreira. À sua própria forma, soma-se o crescimento para outros patamares de atletas como Shaunae Miller ou Salwa Eid Naser. Mas, mesmo a nível interno, a missão de Felix não parece nada fácil e, quando nos encontramos a cerca de um ano do início dos Mundiais de Doha, a sua presença nesse evento acarreta muitas dúvidas e interrogações.

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O Pedro é um amante de desporto em geral, passando muito do seu tempo observando desportos tão variados, como futebol, ténis, basquetebol ou desportos de combate. É no entanto no Atletismo que tem a sua paixão maior, muito devido ao facto de ser um desporto bastante simples na aparência, mas bastante complexo na busca pela perfeição, sendo que um milésimo de segundo ou um centimetro faz toda a diferença no final. É administador da página Planeta do Atletismo, que tem como principal objectivo dar a conhecer mais do Atletismo Mundial a todos os seus fãs de língua portuguesa e, principalmente, cativar mais adeptos para a modalidade.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.