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Sonho do Olimpo #4: O primeiro ouro feminino que salvou a pátria

Até Tóquio, caro leitor, prepare-se para uma maratona de artigos sobre a competição mais aguardada no mundo eclético do desporto. Este «Sonho do Olimpo» viaja até Seul, onde a bandeira portuguesa subiu ao topo e o hino lusitano tocou para milhões de pessoas. Uma corrida ao ouro, que acabou – à semelhança dos jogos de 1984 – por ser conquistada no asfalto, desta feita, em terreno sul coreano. Rosa Mota foi a salvadora da pátria, fez história no mundo feminino do desporto português, e hasteou bem alto a bandeira de Portugal.

Neste artigo fazemos ainda uma viagem até ao processo de candidatura da cidade de Seul, abordamos os aspetos económicos, as «famosas» controvérsias, os boicotes e ainda sublinhamos uma tragédia que marcou o projeto olímpico da Coreia do Sul.

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                                                                                                         Foto de capa: FPA

O Diogo lembra-se de seguir futebol religiosamente desde que nasceu, e de se apaixonar pelo basquetebol assim que começou a praticar a modalidade (prática que durou uma década). O diálogo desportivo, nas longas viagens de carro com o pai, fez o Diogo sonhar com um jornalismo apaixonado e virtuoso.

O Diogo lembra-se de seguir futebol religiosamente desde que nasceu, e de se apaixonar pelo basquetebol assim que começou a praticar a modalidade (prática que durou uma década). O diálogo desportivo, nas longas viagens de carro com o pai, fez o Diogo sonhar com um jornalismo apaixonado e virtuoso.

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