Cabeçalho modalidadesA 4 edição do FIBA U17 World Championship, masculino e feminino, vai ter lugar de 22 Junho a 3 Julho em Espanha e será um verdadeiro festival da juventude do basquetebol.

A competição contará, no sector feminino , com Portugal, que na época passada surpreendeu tudo e todos, em Matosinhos, ao conseguir o 2 lugar no Campeonato da Europa de Sub 16,  dando-lhe o direito de pertencer ao grupo das 16 melhores equipas mundiais da categoria. Esta será a primeira vez que uma seleção portuguesa, contabilizando todos os escalões, marca presença numa fase final de um campeonato do mundo.

Os EUA são os claros favoritos à vitória Fonte: FIBA
Os EUA são os claros favoritos à vitória
Fonte: FIBA

Os Estados Unidos são os crónicos vencedores da prova que teve o seu início em 2010 (joga-se de dois em dois anos ). Com 3 medalhas de ouro e um saldo de 23 jogos sem perder, contam este ano com uma equipa em que apenas duas atletas têm experiência internacional: Aquira DeCosta (St. Mary’s H.S./Stockton, Calif.) e Sedona Prince (Liberty Hill H.S./Liberty Hill, Texas). São naturalmente candidatos a ganhar em Saragoça.

O apuramento das 16 seleções foi garantido, na época passada, no escalão de Sub 16, nas Competições continentais da FIBA: cinco lugares para a Europa, quatro para as Américas, três para a a Ásia, duas para África e uma para a Oceania.

O sorteio não foi muito favorável a Portugal: ficámos no grupo D e vamos ter de defrontar o Brasil (uma das seleções mais fortes da prova que em 2015 derrotou os Estados Unidos no escalão de Sub 16); a equipa da casa a Espanha, sempre candidata a uma medalha (Portugal ganhou-lhes em Matosinhos) e o Mali, teoricamente a mais acessível (mas que derrotou a Itália no mundial anterior).

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Nos oitavos de final, as equipas do Grupo D vão cruzar-se com as do Grupo C (Estados Unidos, Itália, República Checa e Coreia) por ordem inversa à da classificação.

As atletas convocados para a importante competição já estão escolhidas: Ana Jesus (GDESSA), Ana Ramos (CD Póvoa), Beatriz Jordão (CRCQ Lombos), Catarina Lopes (SC Coimbrões), Cláudia Viana (CRCQ Lombos), Constança Gonçalves (Sport Algés e Dafundo), Eliana Cabral (GDESSA), Luana Serranho (GDESSA), Mariana Silva (CD Torres Novas), Maryam Chermiti (União Sportiva), Susana Carvalheira (SC Braga) e Tess Santos (SL Benfica).

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De jogador a treinador, o êxito foi uma constante. Se o Atletismo marcou o início da sua vida desportiva enquanto atleta, foi no Basquetebol que se destacou e ao qual entregou a sua vida, jogando em clubes como o Benfica, CIF – Clube Internacional de Futebol e Estrelas de Alvalade. Mas foi como treinador que se notabilizou, desde a época de 67/68 em que começou a ganhar títulos pelo que do desporto escolar até à Liga Profissional foi um passo. Treinou clubes como o Belenenses, Sporting, Imortal de Albufeira, CAB Madeira – Clube Amigos do Basquete, Seixal, Estrelas da Avenidada, Leiria Basket e Algés. Em Vila Franca de Xira fundou o Clube de Jovens Alves Redol, de quem é ainda hoje Presidente, tendo realizado um trabalho meritório e reconhecido na formação de centenas de jovens atletas, fazendo a ligação perfeita entre o desporto escolar e o desporto federado. De destacar ainda o papel de jornalista e comentador de televisão da modalidade na RTP, Eurosport, Sport TV, onde deu voz a várias edições de Jogos Olímpicos e da NBA. Entusiasmo, dedicação e resultados pautam o percurso profissional de Mário Silva.                                                                                                                                                 O Mário escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.