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LeBron James: Marcas de Rei

Joana Libertador · 1 min

LeBron James: Marcas de Rei

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Cabeçalho modalidadesNão é por acaso que o número 23 dos campeões Cleveland Cavaliers é apelidado de King. Por muito que se possa não gostar de LeBron, é indiscutível o talento do jogador.

No passado jogo contra os Hornets, James alcançou a maior marca pessoal desta temporada, com um total de 10 assistências, 9 ressaltos e 44 pontos. Assim, o King entra para o top 10 dos melhores marcadores de sempre da NBA, ocupando, neste momento, a nona posição. Mas não ficou por aí, o jogador alcançou uma inacreditável marca de sete mil assistências na carreira.

Poderá LeBron James ser candidato a MVP? É uma das questões que mais tenho ouvido e lido ao longo do tempo.

Fonte: B/R Kicks
Fonte: B/R Kicks

Numa época em que o número 23 conta, até ao momento, com uma média de 25 pontos, 7,6 ressaltos, 9 assistências por jogo e luta por defender o anel de campeão, o melhor parece não chegar.

A luta pelo título de MVP está extremamente competitiva esta temporada e, como sabemos, a equipa e os colegas são um fator importante na competição.

Se LeBron conseguir o seu quinto título de MVP, então, meus caros, até eu lhe farei uma vénia.

Até lá, boa sorte, King.

Foto de capa: kingjamesgospel

Artigo revisto por: Francisca Carvalho

Joana Libertador

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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