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Previsão da Época 2017/18: As apostas dos redatores da NBA

Redação BnR · 7 min

Previsão da Época 2017/18: As apostas dos redatores da NBA

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Cabeçalho modalidadesEstamos, provavelmente, na fase mais fácil da época, aquela em que é muito prático fazer qualquer tipo de previsão e achar que estamos certos. É disso que este texto trata, uma série de apostas para guardarem e discutirem connosco; no final da temporada, todos veremos quem mais acertou. Vamos começar então.

CAMPEÃO:

Fonte: Golden State Warriors
Fonte: Golden State Warriors

Golden State Warriors: As super-equipas estão na moda mas há uma super-equipa que se diferencia de todas as outras num aspeto: estabilidade. Enquanto que quase todas as outras são ainda projetos à espera do que pode acontecer, os Warriors são campeões no pico da carreira e da forma e só um desastre pode evitar que Curry, Durant e companhia revalidem o título. (António Pedro Dias)

Golden State Warriors: Especialmente porque nesta altura é a resposta mais simples de dar. São os atuais campeões, parece-me que ficaram ainda mais fortes nesta offseason e com maior profundidade de plantel, e também porque são uma máquina que já se encontra perfeitamente oleada, enquanto os rivais vão passar algum tempo a fazer ajustes, e por vezes alguns meses não são suficientes para se formar uma equipa na verdadeira essência da palavra. (Diogo Mota)

Golden State Warriors: Porque não? Não creio que haja equipa mais favorita que a campeã. Se vai ser uma ano mais competitivo? Sem dúvida. Se há equipa capaz de ultrapassar os Warriors? Duvido. (Joana Libertador)

Golden State Warriors: Quem venceu na época anterior está sempre na grelha de partida para voltar a fazê-lo. O favoritismo fica ainda mais evidente quando se olha para o plantel à disposição de Steve Kerr. (João Dinis)

MVP:

mvp-1Kevin Durant: LeBron pode estar a preparar-se para mais um daqueles anos de potência, mas vive num Este fraco. Harden e Westbrook têm mais ajuda nas suas equipas, o que deverá equivaler a estatísticas menos impressionantes. E a menos que Kawhi Leonard “parta a louça” numa equipa conhecida pelo seu espírito coletivo, o melhor jogador dos últimos playoffs só não levará o troféu para casa se tiver uma fase regular com tantas lesões como em 16/17. (António Pedro Dias)

Kevin Durant: Sinceramente, tive muitas dúvidas nesta categoria. As possibilidades eram muitas, mas acabei por escolher o atual MVP das últimas finais. E foi sobretudo com base nessas últimas finais que fiz esta escolha. Acho que o Durant se destaca dos restantes concorrentes em jogos com maior importância, e por isso, a minha aposta cai nele. Senão for Durant, Kawhi Leonard. (Diogo Mota)

Kyrie Irving: Porquê?, perguntam vocês. Creio que numa equipa sem Lebron, Kyrie, poderá brilhar individualmente, muito à semelhança de Westbrook na passada época. (Joana Libertador)

Kawhi Leonard: Os dois super-candidatos do ano passado deverão, por força do reforço dos respectivos planteis, baixar o seu incrível nível estatístico. Harden tem Cris Paul, e Westbrook tem Carmelo e Paul George. Kawhi tem o momento ideal para conquistar o troféu pela primeira vez. A seu favor tem o facto de fazer a diferença em ambos os lados do campo e de ser, por boa margem, o maior recurso dos sempre combativo San Antonio Spurs. Veremos se tem uma resposta positiva depois da lesão que o ano passado o afastou das finais da conferência. (João Dinis)

Treinador do ano:

treinador do anoSteve Kerr: O Oeste está mais carregado de talento do que nunca e quem “sair de lá vivo” merecerá todos os elogios e parabéns que possa vir a receber. Por isso, mesmo que os Warriors sejam os favoritos e a menos que haja uma tremenda surpresa no primeiro lugar do Este, a boa época que se antevê para a equipa de Golden State deve garantir a Kerr o prémio de melhor treinador. (António Pedro Dias)

Brad Stevens: O timoneiro dos Boston Celtics é para mim o favorito a este prémio, por eu considerar que vai arrecadar o primeiro lugar na Conferência Este e levar a equipa até às Finals. Como base desta premissa está a prova que os Celtics melhoraram época após época deste que Stevens assumiu a equipa, e este ano deve dar um salto ainda maior. (Diogo Mota)

Tom Thibodeau: Acredito que Tom, com os seus Minnesota, vai surpreender muitos e causar muito mais problemas que os imaginados. (Joana Libertador)

Tom Thibodeau: Tem a missão de conduzir um plantel reformulado e que conta agora com argumentos para voos mais altos. Já provou ser especialista a espremer o melhor que a juventude tem para dar ao jogo o que deverá ser determinante em Minnesota. Correndo bem poderá chegar às 50 vitórias e assegurar regresso da equipa aos Playoffs. (João Dinis)

Rookie do ano:

rookie do anoLonzo Ball: Já o disse antes mas não me importo de repetir: porque está em L.A., porque coloca a equipa a jogar ao seu ritmo como um verdadeiro maestro e porque o recorde da sua equipa vai melhorar em relação à temporada transata, Lonzo Ball é a minha escolha. Mesmo com a carrada de talento que existe na classe de rookies deste ano. (António Pedro Dias)

Josh Jackson: Confesso que hesitei entre este e Bem Simmons, mas a 4º escolha do último draft tem dado sinais bastante positivos nesta pre-season e os seus números podem ser bastante consistentes, como uma das principais armas ofensivas dos Phoenix Suns. (Diogo Mota)

Dennis Smith Jr: Está numa equipa (Dallas) em fase de reconstrução e sem grandes objectivos, pode vir a ser o dono da bola por boa parte do tempo. Num prémio onde a estatística individual é muito mais determinante que que o resultado colectivo Dennis Smith Jr tem boas possibilidades de sair vencedor. (João Dinis)

Lonzo Ball: Não só pela qualidade, mas pela equipa onde está inserido, Lonzo terá todas as oportunidades e tempo de jogo que merece ao serviço dos Lakers, o que lhe proporcionará uma maior margem de progressão e dará bastante visibilidade – o suficiente para vencer o troféu de ROY. (Joana Libertador)

Equipa sensação:

equipa sensaçãoWashington Wizards: Num ano com muitas mudanças, a continuidade pode revelar-se um trunfo. Ainda para mais num lado Este com menos talento. John Wall e Bradley Beal parecem começar a atingir os níveis desejados como dupla e os jovens Porter e Oubre oferecem perspetivas interessantes. Com alguma sorte à mistura, o objetivo da equipa da capital de lutar com os Celtics e, principalmente, com os Cavs pode tornar-se uma realidade. (António Pedro Dias)

Minnesota Timberwolves: A crença para considerar os lobos como favoritos a este “prémio” é esta: a equipa vai ganhar mais de 50 jogos, pode até conseguir o fator casa para a primeira ronda dos Playoffs e quem sabe, chega às semifinais da sua conferência. O talento da equipa é muito, tanto ofensivo como defensivo, e apesar dos pesos pesados com quem se vai bater, não é impossível bater qualquer um deles, fugindo apenas os futuros campeões, mas isso revelo mais à frente. Além disto, vão ser extremamente agradáveis de assistir. (Diogo Mota)

Minnesota Timberwolves: Neste caso, a minha escolha de COY e equipa sensação estão diretamente relacionadas. Tom Thibedeau conseguirá reiterar o melhor dos seus homens, levando a que os Minnesota se tornem na equipa sensação. Acredito que, com a qualidade de Thibedeau e dos seus homens, os Wolves poderão atingir um novo patamar este ano. (Joana Libertador)

Minnesota Timberwolves: Jimmy Butler da a esta equipa a esperança de regresso aos playoffs. Com Andrew Wiggins em boa forma e Towns a impor-se como um dos melhores atletas da sua geração o futuro é prometedor. Se as peças encaixarem podem surpreender. (João Dinis)

Equipa desilusão:

equipa desilusãoToronto Raptors: O representante canadiano na NBA não foi capaz de corrigir os defeitos que ficaram bem evidentes na última temporada e que assentam, essencialmente, numa dependência demasiada de DeRozan e Lowry, sendo que este último parece vir a cair de rendimento nos últimos tempos. Haverá Playoffs em Toronto na mesma, mas serão rápidos. (António Pedro Dias)

LA Clippers: Simplesmente não consigo ver esta equipa com qualidade suficiente para chegar à post-season, apesar de possuir bastante. Passo a explicar: numa conferência tão apertada, estes Clippers são curtos e penso que tanto Beverley como Danilo Gallinari vão desiludir e afetar bastante a produção da equipa. Posso estar muito enganado, e até acontece várias vezes, mas estes Clippers não ganham mais de 35 jogos. (Diogo Mota)

Philadelphia 76ers: A qualidade não engana e é muito superior àquela a que temos vindo a ser habituados, no entanto, com tantas esperanças depositadas em jogadores tão jovens, só poderemos acabar em desilusão. (Joana Libertador)

Boston Celtics: Em Boston, depois de um Verão tão animado quanto este, em que entre outras novidades se trocou o melhor jogador do plantel, o objectivo tem de ser a chegada à final, com a respectiva vitória da sua conferência. Quando se tem pela frente LeBron James a chegada à final acaba quase sempre em desilusão. (João Dinis)

Artigo revisto por: Ana Ferreira

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