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A época de 2021 começa mais tarde e ainda com muita incerteza, mas, ainda assim, é esperada com bastante ansiedade no mundo do ciclismo. Após um mercado agitado e com várias jovens à procura de se afirmar, haverá muita gente no pelotão com muito a provar. De seguida, falamos de cinco das atletas que será preciso ter debaixo de olho neste novo ano.
Foto de Capa: Giro Rosa Iccrea
5.
Happy new year! New kit day! 😍 @movistar_team pic.twitter.com/x6qaCUuimh
— Annemiek van Vleuten (@AvVleuten) January 1, 2021
Annemiek van Vleuten – Ao longo das últimas épocas, Annemiek van Vleuten tem sido uma constante entre os primeiros lugares e o avançar da idade não lhe tem diminuído o ímpeto, bem pelo contrário. Aos 38 anos, lança-se numa nova aventura ao integrar o projeto feminino da Movistar, que tem pela primeira vez uma referência de topo no plantel. Se não há como duvidar da qualidade de van Vleuten, também não há como negar que estava na Mitchelton rodeada por um conjunto de gregárias bem mais apetrechado. Com apoio mais fraco, irá van Vleuten finalmente ceder à idade ou mostrar-se-á capaz de florescer em qualquer ambiente?
4.
Smile. It makes the hard times better. #HealthyHabitswithPoido #planksfordays pic.twitter.com/pKI4sdwy9N
— Megan Jastrab (@JastrabMegan) March 26, 2020
Megan Jastrab – A Team DSM assegurou neste defeso os serviços da mais promissora ciclista da atualidade. Com apenas 18 anos, Megan Jastrab tem sido um fenómeno ao longo de todo o seu percurso nas camadas jovens e espera-se que tenha um impacto imediato entre as Elites. A escolha de equipa parece acertada, já que se trata de um conjunto conhecido por tratar bem jovens em desenvolvimento.
Poderia dizer-se de uma ciclista tão jovem o importante é crescer, mas Jastrab não é uma qualquer e será medida desde a sua primeira pedalada no World Tour com padrões elevados. Resta saber se, qual Evenepoel feminino, se consegue afirmar logo na sua primeira temporada, ainda para mais quando, com a pandemia, acabou por não correr na estrada em 2020.
3.
It’s back to TT mode for @AnnavdBreggen 🇳🇱 as she glides through the beautiful countryside of Emilia-Romagna 🇮🇹.
Are we looking at a repeat of Innsbruck 2018 when she won gold from a solo attack?#Imola2020 pic.twitter.com/cYestSsvwr
— UCI (@UCI_cycling) September 26, 2020
Anna van der Breggen – Se tudo correr normalmente, esta será a última temporada de van der Breggen no ciclismo (talvez um cancelamento/adiamento das Olimpíadas de Tóquio possa mudar isso). Aos 30 anos, será um fim madrugador, mas já há pouco que falte conquistar à neerlandesa. Ainda assim, contem com a campeã olímpica e mundial para encerrar carreira em grande e dar muito espetáculo ao longo do ano numa SD Worx que muda de patrocinador, mas se mantém como uma das mais fortes do pelotão. Se a primeira edição do Paris-Roubaix feminino for mesmo para a estrada, uma vitória seria a despedida ideal para uma das melhores da história.
2.
It’s back to TT mode for @AnnavdBreggen 🇳🇱 as she glides through the beautiful countryside of Emilia-Romagna 🇮🇹.
Are we looking at a repeat of Innsbruck 2018 when she won gold from a solo attack?#Imola2020 pic.twitter.com/cYestSsvwr
— UCI (@UCI_cycling) September 26, 2020
Evita Muzic – Grande parte das atenções na FDJ concentram-se, por motivos óbvios, em Uttrup Ludwig. Mas, nas sombras, um outro valor vai despontando. A francesa Evita Muzic ainda só tem 21 anos, mas já começa a intrometer-se entre as melhores do ciclismo em várias provas e este tem tudo para ser um ano de afirmação, quer no apoio a Ludwig, quer aproveitando as suas próprias oportunidades. Uma gaulesa com propensão para o terreno acidentado quando tanto se fala do advento de um Tour de France feminino pode ser o encaixe perfeito. Convém prestar-lhe atenção durante este ano, porque é uma atleta que tem vindo a superar-se de ano a ano.
1.
Welcome Mikayla Harvey!
“I have signed for two years which gives me the opportunity to really develop in the team and grow some new roots! I have big aspirations for the Italian, Spanish and Ardennes races where I believe I can add a lot to the team.”https://t.co/JJ8odEY7T6 pic.twitter.com/mKnkAGEIUZ
— CANYON//SRAM Racing (@WMNcycling) December 23, 2020
Mikayla Harvey – Apesar de um ou outro bom resultado, Mikayla Harvey era, em grande medida, uma desconhecida do ciclismo até à época transata, quando uma serie de excelentes resultados – os mais notáveis o quinto lugar no Giro e o sétimo na Flèche – a trouxe para a ribalta e lhe colocou o rótulo de estrela em ascensão. A neozelandesa, de somente 22 anos obteve, realmente, resultados que lhe afiguram um excelente futuro e este será um ano chave para confirmar que 2020 não foi um acaso e se começar a afirmar na hierarquia mundial.









