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Antevisão Giro d’Italia: Principais candidatos, outsiders e possíveis surpresas

Terminadas as “clássicas de primavera”, o espetador de Ciclismo pode agora focar a sua atenção nas grandes voltas, mais particularmente no Giro. Esta sexta-feira inicia-se, portanto, a 105.ª edição do Giro d’Italia, com a grande partida a ter lugar em Budapeste, a capital da Hungria, numa etapa com um final que tanto pode sorrir a um sprinter que passe bem por dificuldades moderadas ou a um puncheur; e com um findar da competição com um contrarrelógio de 17,4 km na cidade de Verona, no norte de Itália.

À partida desta Volta à Itália de 2022, vão estar um total de 176 corredores (de 22 equipas), esperançosos por mostrar tudo aquilo que valem durante a sua estada de 24 dias em Itália (e na Hungria), sendo que três destes dias constituem dias de descanso (sempre fulcrais para o sucesso dos atletas na prova).

Esta edição do Giro conta com a presença de 3 ex-vencedores da: o ciclista da Jumbo-Visma, Tom Dumoulin, o “Tubarão de Messina”, Vincenzo Nibali, e o equatoriano Richard Carapaz. Além disso, há que notar ainda a presença dos ciclistas lusos na prova: João Almeida, Rui Costa e Rui Oliveira, todos membros da mesma equipa, a UAE Team Emirates.

No que diz respeito às etapas desta “Corsa Rosa”, que se espera ter um maior impacto na definição da classificação final dos ciclistas, há que destacar, num primeiro plano, as etapas de alta montanha (4, 9, 15, 16, 17 e 20), o contrarrelógio da etapa 21 e algumas etapas de média montanha, que podem ser um convite a ataques de candidatos à vitória final (7, 14 e 19).

Foto de Capa: Giro d’Italia

Artigo redigido por Miguel Monteiro

O Miguel é um estudante universitário natural do Porto, cuja paixão pelo desporto, fomentada na infância pelos cromos de Futebol que recebia e colava nas cadernetas, considera ser algo indescritível. Espetador assíduo de uma multiplicidade de desportos, tentou também a sua sorte em algumas modalidades, sem grande sucesso, tendo encontrado agora na análise desportiva uma oportunidade para cultivar o seu amor pelo desporto e para partilhar com os demais as suas opiniões, nomeadamente de Ciclismo, modalidade pela qual nutre um carinho especial.

O Miguel é um estudante universitário natural do Porto, cuja paixão pelo desporto, fomentada na infância pelos cromos de Futebol que recebia e colava nas cadernetas, considera ser algo indescritível. Espetador assíduo de uma multiplicidade de desportos, tentou também a sua sorte em algumas modalidades, sem grande sucesso, tendo encontrado agora na análise desportiva uma oportunidade para cultivar o seu amor pelo desporto e para partilhar com os demais as suas opiniões, nomeadamente de Ciclismo, modalidade pela qual nutre um carinho especial.

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