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Cabeçalho modalidadesArrancou na Austrália a época de ciclismo 2018 para as equipas World Tour. O Santos Tour Down Under vai na vigésima edição e é o ponto de partida para as equipas do escalão máximo no ciclismo.

Esta prova que ao longo dos anos foi sofrendo alterações no percurso tem sido dominada em grande escala pelos homens da casa, nomes como Richie Porte, Alan Davis, Simon Gerrans, Stuart O´Grady, Rohan Dennis e Cameron Meyer são nomes que constam na lista de vencedores da prova e todos eles australianos. Esta prova precede os campeonatos nacionais australianos e o Critério People’s Choice Classic, motivo pelo qual os australianos aparecem em grande forma neste início de época.

Quanto aos corredores lusos o contingente é grande com Tiago Machado, José Gonçalves, Nuno Bico, Nelson Oliveira e Ruben Guerreiro a constarem na startlist mas aquele que pode almejar um lugar entre primeiros é, pois claro, Rui Costa.

Falando de primeiros lugares Richie Porte seria o principal favorito a vencer esta prova, os restantes dividem o favoritismo mas coloco Sagan como principal rival de Porte.

Com um percurso que nos últimos anos tem vindo a ter mais dificuldades nas etapas, são cada vez menos os sprinters que tem levado de vencida a prova. André Greipel (Lotto-Soudal) foi em 2010 o último sprinter que conseguiu essa proeza.

E foi o mesmo Greipel que abriu as hostilidades na primeira etapa da prova deste ano.

Na tirada de 145km entre Port Adelaide – Lyndoch o germânico da Lotto Soudal bateu o homem da casa e favorito à vitória Caleb Ewan e o campeão do mundo Peter Sagan num sprint pleno de força e potência, algo que já não víamos algum tempo por parte do germânico, e que fez começar em grande a sua época. Destaque para a queda aparatosa de Daniel Hoelgaard que o forçou abandonar a prova.

O “Gorila” começa 2018 em grande com duas vitórias na prova Santos Tour Down Under Fonte: Velonews.com
O “Gorila” começa 2018 em grande com duas vitórias na prova Santos Tour Down Under
Fonte: Velonews.com

Na segunda etapa com a ligação Unley- Stirling formou-se a habitual fuga, que reforçou como  líder da montanha o sul africano Nickolas Dlamini (Dimension Data), que já tinha pontuado na primeira etapa, fuga essa absorvida nos quilómetros finais da etapa e que serviram para preparação do sprint, preparação que não contou com habituais comboios das equipas dos sprinters, havendo sim vários ciclistas a disputar a posição mais alta do pódio e onde o mais forte e explosivo acabou por ser Caleb Ewan (Mitchelton-Scott), secundado pelo seu companheiro de equipa o sul africano Daryl Impey.

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