Publicidade

Tóquio 2020, Ciclismo #3: Portugal conquista mais um diploma e fica a conhecer um grande talento

Pedro Filipe · 1 min

Maria Martins Ciclismo
Foto: COP

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A participação portuguesa terminou da melhor maneira. Maria Martins conseguiu obter mais um Diploma Olímpico para Portugal, no Ciclismo de Pista.

A competição inclui quatro provas: a corrida de Scratch, em que se dão 30 voltas à pista; o “Tempo Race”, em que mais uma vez as atletas percorriam 30 vezes o circuito, mas desta vez com a conquista de pontos em locais intermédios; a prova de eliminação e o sprint final.

No Velodrome de Izu, Maria Martins ficou sempre no top 10: 6º no Scratch, 8º no “Tempo Race”, 5º lugar na prova de eliminação.

Na última etapa da competição, Tata Martins estava em 6ºlugar a seis pontos da medalha de bronze. Contudo, a ciclista acabou por cair para a sétima posição.

De notar que Maria Martins foi a primeira atleta lusa na competição feminina da modalidade dos Jogos Olímpicos.

A atleta de 22 anos demostrou que tem um grande futuro pela frente e juntou mais um bom resultado ao currículo que inclui uma medalha de bronze nos Europeus de Elite do ano passado.

Foto de capa: Comité Olímpico Portugal

Pedro Filipe

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.