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Após o primeiro título europeu de futebol de seniores chegar finalmente ao nosso país, é altura de atualizarmos um pouco como está outra competição importante a ser realizada igualmente em solo francês. Refiro-me, pois, ao Tour de France.

Já se passaram 9 etapas e já temos Chris Froome, o favorito à partida para esta prova, como o camisola amarela da corrida, por agora. Como tem sido seu apanágio, existe uma altura nesta primeira metade da corrida em que o britânico gosta de marcar a diferença. Um facto é que poucos esperavam que ele o fizesse em descida e não em subida. Para quem não viu, já explicarei melhor.

O português Rui Costa confirmou, na estrada, que realmente o seu objetivo principal é vencer etapas e não a classificação geral individual. Já tentou integrar algumas fugas, mas só foi bem-sucedido numa e quase que vencia nessa primeira oportunidade. Esteve tão perto, mas um pequeno “deslize” para com um fenomenal contrarrelogista e seguro trepador foi “fatal” para as suas aspirações.

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Por fim, em relação aos sprints, Mark Cavendish “renasceu” e já fez um “hattrick”, superando Bernard Hinault em termos de número de vitórias na Volta à França. Com 29 vitórias, o britânico está a “apenas” 5 vitórias de igualar o lendário Eddy Merck.

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