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Cabeçalho modalidadesNum Tour menos espetacular do que algumas das suas recentes edições, voltámos a ver o domínio de Chris Froome e da Team Sky numa prova em que não parece haver, por enquanto, rival à altura do britânico e da sua equipa.

Destaques:

Chris Froome é o primeiro e óbvio destaque. A quarta conquista não foi fácil, mas também nunca pareceu ter estado em causa a sua posição de líder, nem mesmo quando perdeu por momentos a camisola amarela. Desta vez, a diferença notou-se que esteve claramente nos contrarrelógios, ao contrário de anos anteriores, onde Froome dominou aí e também nas montanhas. Ainda assim, é mais uma vitória e já só está a uma de alguns nomes míticos do Tour e do ciclismo. Depois disto, acredito que será um dos favoritos para conquistar a Vuelta e fazer uma “dobradinha” histórica.

Froome
Fonte: Chris Froome

Como nesta modalidade é quase impossível ter sucesso sem uma boa equipa, há que dar, novamente, mérito à fortíssima Team Sky (que finalmente venceram o prémio de melhor equipa). Com um elenco “de luxo” (onde 3 ou 4 nomes poderiam lutar por uma Grande Volta), os nomes de Michal Kwiatkowski – se existisse prémio para “melhor gregário do Tour” este iria para o polaco – e Mikel Landa sobressaem e merecem o devido destaque dentro deste incrível coletivo. Quando um elemento como Sérgio Henao passou praticamente “despercebido” na prova diz muito da qualidade desta equipa.

Depois dos dois maiores destaques deste Tour, surgem outros nomes. O colombiano Rigoberto Urán, grande segundo classificado desta edição, está presente nas surpresas deste Tour, tal como Mikel Landa e Warren Barguil, portanto, não é preciso destacá-los ainda mais, mas apenas mencionar que merecem o seu nome bem vincado na história deste Tour 2017.

O francês Romain Bardet também merece destaque por ter conquistado mais um pódio na sua “prova natal”. Em 2016 foi segundo classificado, mas o CR continua a ser algo em que o ciclista da AG2R (boa prova, igualmente, desta equipa) tem que melhorar bastante e foi por isso que nunca pareceu pôr em causa a liderança de Froome e até perdeu o segundo lugar para Urán, sendo que apenas por 1 segundo manteve o seu lugar no pódio mesmo à frente de Mikel Landa, que quase surpreendeu o francês no contrarrelógio final.

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