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Antevisão GP Estados Unidos: Lando Norris e a pole tornou-se numa história de amor

Filipe Lourenço · 1 min

Lando Norris F1
Foto: F1

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Lando Norris garante a pole position no GP dos Estados Unidos e Lewis Hamilton com noite para esquecer, ao terminar nos últimos lugares da qualificação.

O circuito norte-americano prevê-se ser dos mais equilibrados da temporada, principalmente entre Lando Norris e Max Verstappen, que vão começar na primeira fila da grelha.

Os pilotos da Ferrari vão logo atrás dos favoritos ao título, com a terceira e a quarta posição. Contudo, tanto Sainz (a 0.322 s) como Leclerc (a 0.410 s) tiveram distantes dos tempos da frente.

Oscar Piatri não conseguiu acompanhar o colega de equipa, terminando no quinto lugar. George Russel foi o melhor Mercedes da noite, ficando em sexto, apesar de ter tido um acidente no final da terceira ronda da qualificação.

O francês Pierre Gasly surpreendeu e terminou no sétimo posto, à frente de Fernando Alonso, Kevin Magnussen e Sergio Perez, que fecharam a primeira metade da qualificação.

Da 11ª à 15ª posição estão, respetivamente, Yuki Tsunoda, Nico Hulkenberg, Esteban Ocon, Lance Stroll e Liam Lawson.

Os pilotos da Williams foram os “melhores” a caírem na Q3, enquanto a Kick Sauber teve uma noite desastrosa, com Valtteri Bottas e Zhou Guanyu a acaberem em 18º e em último, respetivamente.

Mas quem vai ter problemas para adormecer vai ser Lewis Hamilton, que terminou num fatídico penúltimo lugar, sendo a grande desilusão do dia. O britânico não estava confortável do carro, que vai precisar de ajustes para o heptacampeão disputar por pontos na corrida.

EQUIPA A TER EM CONTA

Ferrari – Tanto Carlos Sainz como Charles Leclerc vão estar a disputar pelos primeiros lugares, podendo intrometerem-se na luta pelos lugares do pódio.

PILOTO QUE PODERÁ SURPREENDER

Pierre Gasly – O francês da F1 tem tudo para terminar a corrida com pontos na sua conta, depois de três corridas consecutivas a sair de mãos vazias.

Filipe Lourenço

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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