Publicidade

Top 10 design dos carros de Fórmula 1 do século XXI

Angelina Barreiro · 5 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Quando começamos a ver Fórmula 1 pela primeira vez, o que nos atrai logo à primeira vista? Para além da velocidade, a aparência dos carros é, quer se queira ou não, um dos fatores que tende a influenciar na escolha da “equipa favorita” do adepto de Fórmula 1.

Por exemplo, temos a tendência em associar a Ferrari à cor vermelha, a Mercedes ao cinzento combinado com o azul-turquesa ou mesmo a Red Bull aos tons de roxo.

A verdade é que a estética do carro revela a personalidade e distingue a identidade de cada equipa – caso contrário, todos os carros seriam iguais e não se falaria mais nisso.

No entanto, não é só da cor que falamos. Ao longo do século XXI, temos assistido à incrível mudança na forma dos carros – de maior largura à medida que os anos passam – e mesmo na componente dos carros – pneus de maior dimensão, a mudança dos motores, a introdução do halo, ajustes na aerodinâmica, entre outros.

Essa mudança continuará a acontecer, conforme as necessidades, de forma a melhorar a competitividade e a aumentar a segurança, e o maior exemplo disto é a aprovação de mais uma alteração dos carros para 2021.

A partir daqui, a título de curiosidade, decidi, através deste artigo, fazer uma selecção de dez dos carros que, para mim, se destacaram mais, esteticamente falando (e não só).

10.

Em 2019, a Mercedes completa o seu décimo carro na F1, que é conduzido por Lewis Hamilton e Valtteri Bottas
Fonte: Mercedes AMG-F1

Mercedes AMG F1 W10 (2019) – Muitos têm duvidado se a introdução do halo desde 2018 não terá afetado esteticamente o carro. A resposta depende dos gostos. Mas, a verdade é que o halo tem evitado que algumas fatalidades aconteçam. E, por aí, não há argumentos de estética que retirem este novo sistema de segurança dos carros.

No entanto, para provar que o halo não arruína assim tanto os carros, escolhi, para iniciar este top dez, o Mercedes deste ano, que, desde 2010 que tem optado pelo mesmo estilo de cores – o cinzento e o azul-turqueza – mas que tem acompanhado, e bem, a era moderna dos Fórmula 1.

9.

Caraterizado por resultados não muito bons, este Haas esteve nas mãos de Romain Grosjean e Kevin Magnussen, na época passada
Fonte: Haas F1 Team

Haas VF-18 (2018) – Mais uma escolha com o halo. Desta vez, o Haas de 2018.

Nos seus últimos quatro anos de existência, a Haas tem vindo a mudar sempre a sua identidade – desde o vermelho, branco e preto, até ao preto e dourado deste ano – mas, sem dúvida, o preferido recai neste. O branco acaba por se destacar e dar uma nova vida ao carro.

8.

Fernando Alonso foi campeão pela primeira vez na sua carreira com o Renault R25. Giancarlo Fisichella também teve direito a conduzir este clássico
Fonte: Museo Y Circuito Fernando Alonso

Renault R25 (2005) – Um verdadeiro clássico que não poderia deixar de ser mencionado.

O destaque deste carro não está só na mistura do azul com o amarelo, mas também na representação dos tempos de glória da Renault, bem como o primeiro campeonato ganho pelo piloto espanhol Fernando Alonso.

7.

O STR11 foi conduzido por Carlos Sainz Jr., Max Verstappen, e, só depois por Daniil Kvyat
Fonte: Scuderia Toro Rosso

Toro Rosso STR11 (2016) – Dos 14 carros que a Toro Rosso já construiu para a Fórmula 1, este é, sem dúvida, o preferido.

Na essência do que é o papel da Toro Rosso na Fórmula 1 – uma equipa que prepara os jovens da Academia Red Bull a, um dia, chegarem à equipa principal (Red Bull) – o carro acompanha bem estas necessidades e é vistoso o suficiente para não se deixar cair na sombra.

6. 

Sebastian Vettel e Charles Leclerc são os atuais pilotos do SF90 de 2019
Fonte: Scuderia Ferrari

Ferrari SF90 (2019) – A Ferrari, tal como a Mercedes, não muda o seu estilo padrão, mantendo o tão caraterístico rosso no seu carro – notámos que apenas faz umas pequenas alterações ano após ano.

No entanto, decidimos destacar o Ferrari deste ano. Não só pelo pormenor do halo, mas também pela sua simplicidade.

5.

Desenhado por Adrian Newey, teve como pilotos principais David Coulthard e Kimi Raikkonen
Fonte: McLaren

McLaren MP4-19 (2004) – Entrámos para o top cinco com mais um clássico da História da Fórmula 1. Desta vez, o McLaren que correu em pista na época de 2004.

Não é o McLaren de cores exóticas que vemos nos dias de hoje, mas sim um McLaren à “moda antiga”. Sem grande destaque, apenas com tons mais brancos, que não invalidava, de todo, o seu potencial.

4. 

Vice-campeão em 2014, o RB10 contou com Sebastian Vettel e Daniel Ricciardo na linha da frente
Fonte: Red Bull Racing

Red Bull RB10 (2014) – Mais um carro que não nos engana: o RB10 da Red Bull tem a aparência perfeita de um recém-campeão, e não podia faltar o tão característico touro vermelho e os tons de roxo que a equipa nos acostumou desde que está no campeonato.

3.

Equipa substituída pelo regresso da Renault em 2016, alinhava com Romain Grosjean e Kimi Raikkonen em 2013
Fonte: Renault F1 Team

Lotus E21 (2013) – O modelo E21 da ex-equipa Lotus F1 Team inaugura os três primeiros lugares deste top.

Para além da diversidade e da personalidade do seu carro – o preto, vermelho e dourado que se destacava – a Lotus, nos anos de 2012 e 2013 teve duas das suas melhores épocas na década de 2010 como equipa de Fórmula 1.

2.

Adrian Sutil e Paul Di Resta foram os pilotos do Force India VJM06, em 2013
Fonte: Racing Point F1

Force India VJM06 (2013) – A Force India, tal como a Lotus, foi uma equipa que foi substituída, neste caso, pela Racing Point. Porém, é impossível esquecermos os carros que esta equipa nos apresentava.

Oriundo da Índia, o carro já diz tudo: as cores indianas sobressaem incrivelmente, fazendo deste Fórmula 1 o único assim visto. Nem os que se seguiram se destacavam desta maneira.

Se a estética interessa, então este é sem dúvida o carro mais atraente que já vi enquanto adepta de Fórmula 1.

Em contrapartida, não foi um carro com um desempenho extraordinário, visto que não obteve grandes resultados nessa época, e por isso fica como número dois no top.

1.

Alinhado por Valtteri Bottas e Felipe Massa, a Williams teve uma das suas épocas mais felizes desde a década de 2010
Fonte: Williams Racing

Williams FW37 (2015) – Aqui está o nosso número um.

Lembram-se dos bons momentos da Williams? 2015 fez parte deles. E assim fez parte também o Williams FW37.

Ainda não falei que, na maioria das vezes, os patrocínios ajudam muito nos designs que vemos nos carros – este modelo da Williams prova isto mesmo. Com o patrocínio da Martini, vemos aquele delineado perfeito de azul e vermelho entrelaçado no branco. Simples, mas que combina a cada canto.

Para além de ser um carro extremamente atraente, teve uma época excelente, que deve ser destacada: acabou em terceiro lugar no campeonato. Dá saudades de ver um Williams a subir ao pódio.

Foto de Capa: Formula 1

Revisto por: Jorge Neves

Angelina Barreiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quatro pontos de distância, muito mais em jogo | Braga x Sporting

O Estádio Municipal de Braga recebe, esta sexta-feira, 9 de outubro, às 20h15, um dos encontros mais aguardados da oitava jornada da Primeira Liga portuguesa 26/27. Braga e Sporting estão separados por quatro pontos, num duelo que pode ter consequências importantes nas ambições das duas equipas. Os leões ocupam o terceiro lugar, com 15 pontos, ainda sem derrotas, mas já a seis do líder FC Porto. Os arsenalistas seguem na sexta posição, com 11 pontos e um jogo em atraso, procurando aproveitar o fator casa para se aproximar dos lugares cimeiros. A equipa de Carlos Vicens chega ao encontro depois de um empate sem golos diante do Santa Clara, numa temporada em que tem revelado consistência defensiva, mas também algumas dificuldades na concretização. Com apenas sete golos marcados em seis jornadas, o Braga apresenta números ofensivos modestos para as suas ambições. Do outro lado, o Sporting de Rui Borges continua invicto, mas os empates consecutivos frente a Famalicão e Arouca impediram os leões de acompanhar o ritmo do FC Porto. A formação leonina soma 17 golos em sete partidas, mas já consentiu oito, um indicador das dificuldades que tem sentido para controlar determinados momentos dos encontros.

Tiago Campos · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.