Para Vítor, os domingos da sua infância eram passados no velhinho Alvalade, com jogos das camadas jovens de manhã, modalidades na nave e futebol sénior ao final da tarde.
Sem ser uma equipa desconhecida, longe disso, o facto de estar num segundo plano no que toca ao protagonismo português lá fora, continua a dar ao Braga uma misticidade e presença que outros clubes não conseguem ter.