A montanha-russa chamada João Sousa | Ténis

    Como a vida não são só rosas, o período temporal entre as últimas duas conquistas do tenista vimaranense foi terrível quer a nível desportivo, sem qualquer tipo de vitória nos torneios ATP, caindo para a posição 137ª do ranking ATP (a sua pior classificação) quer a nível físico e psicológico com diversas limitações físicas agravadas pela turbulência que a pandemia veio trazer, não só ao tenista português como a todos nós.

    “Foram dois anos difíceis”, assim se referiu aos últimos anos da sua carreira após conquistar o ATP de Pune na Índia. Ao assistir às declarações de João Sousa fiquei impressionado pela capacidade de superação e resiliência do vimaranense que, tal como típico da sua cidade, não vira as costas à luta.

    Na minha opinião vai muito para além da questão física, entrando no espectro da questão mental que acho essencial para que qualquer atleta ou pessoa possa atingir o sucesso. Creio que esta vitória de João Sousa, na Índia, será uma lufada de ar fresco naqueles que têm sido os seus últimos anos e julgo que a partir deste momento veremos um João rejuvenescido, capaz de ir ao encontro daquele que é o seu melhor nível, porque tal como, Armando Sousa referiu “Foi o gostar muito do ténis que o fez aguentar esta vida”.

    - Advertisement -

    Subscreve!

    PUB

    spot_img

    Artigos Populares

    Duarte Amaro
    Duarte Amarohttp://www.bolanarede.pt
    Duas são as paixões que definem o Duarte: A Comunicação e o Desporto. Desde muito novo aprendeu a amar o desporto, muito por culpa dos intervenientes que o compõem. Cresceu a apreciar a mestria de Guardiola, a valentia de Rossi e a habilidade de Hamilton, poder escrever sobre estes é algo com que sempre sonhou.