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Belém Open: O circuito challenger vem a Portugal

Manuel Traquete · 1 min

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Cabeçalho modalidadesComeça hoje o Belém Open, o único torneio challenger jogado em Portugal. Dada a natureza invariavelmente errática dos jogadores rankeados fora do top 50 mundial é difícil prever quem pode vencer o torneio. O primeiro cabeça de série é Damir Dzumhur, um jogador bósnio que já deu cartas no circuito principal, mas que está longe de ser imbatível a este nível. Outro nome relativamente sonante é o de Santiago Giraldo, finalista de Barcelona em 2014 e um muito bom jogador de terra batida; o Colombiano será quiçá o segundo maior favorito à conquista do título.

Fonte: Lisboa Belém Open
Fonte: Lisboa Belém Open

Mas as atenções estarão obviamente centradas nos jogadores portugueses, especialmente em Gastão Elias, que jogando em casa tem hipóteses realistas de conquistar o título se conseguir jogar o seu melhor. João Domingues tentará confirmar as excelentes indicações que deu no Estoril Open, e muitos jovens jogadores portugueses tentarão dar o primeiro grande passo nas suas carreiras. Dos jogadores nacionais notáveis apenas João Sousa não fará parte do elenco do torneio.

Não tendo a qualidade que os torneios ATP exibem, se há algo que torna os challenger torneios interessantes é a extrema imprevisibilidade; é bem possível que seja um português a levantar o troféu no próximo domingo.

Foto de Capa: Lisboa Belém Open

Manuel Traquete

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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