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Artigo sobre o ATP Indian Wells do bola na rede modalidade Ténis

O Indian Wells é, habitualmente, considerado o torneio Masters 1000 mais relevante do calendário anual do Ténis. É, por isso, muitas vezes apelidado de “quinto torneio do Grand Slam”. Ora, no contexto desta maior preponderância, é incomum vermos um Quadro Principal desfalcado das principais figuras do Ténis mundial dos últimos anos, Djokovic, Nadal e Federer, mas é algo a que nos vamos ter de habituar num futuro que parece cada vez mais próximo.

Sem a presença destes habitués, os quatro principais cabeças de série foram Daniil Medvedev, Stefanos Tsitsipas, Alexander Zverev e Andrey Rublev.

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O primeiro foi eliminado por Grigor Dimitrov que, e apesar de parecer ter pouco sentido dizer isto de um jogador que já anda por estas bandas há muito tempo, e que já teve muitos resultados melhores do que o desta semana, para mim foi a surpresa do torneio. O búlgaro mostrou-se, uma vez mais na sua carreira, a um nível muito alto. Frente a Medvedev, conseguiu a proeza de recuperar de uma desvantagem de 4-6 1-4 para vencer o encontro de forma assinalável, exibição essa que abrilhantou ainda mais a prestação de Dimitrov.

Zverev foi eliminado por Taylor Fritz que, a jogar em casa, acabou por ser o tenista americano com a melhor prestação, alcançando a meia-final pela primeira vez na sua carreira num torneio deste nível. Para alcançar este resultado, o americano surpreendeu os italianos Matteo Berrettini e Jannik Sinner, ambos por 6-4 6-3.

No que diz respeito ao percurso dos jogadores que chegaram à final, o maior destaque vai para o momento de superação de Basilashvili frente a Ramos-Viñolas, na terceira ronda. O tenista espanhol estava a servir para fechar o encontro no segundo set, mas o georgiano mudou completamente o rumo dos acontecimentos e venceu os segundo e terceiro sets da partida, para passar aos oitavos-de-final. Este foi um fator chave para o percurso de Basilashvili e que o fez encarar esta semana de uma forma especial. Indian Wells

O outro finalista foi Cameron Norrie, que com a chegada à final já tinha garantido que se tornaria o número 1 britânico. Norrie fez um bom torneio, mas, até às meias-finais, foram muitos os momentos de sobressalto, já que, para lá chegar, foi obrigado a jogar três sets nas três primeiras partidas, frente a Sandgren, Bautista Agut e Tommy Paul. A partir daí, as coisas tomaram um rumo diferente e o britânico eliminou Schwartzman, nos quartos, e Dimitrov, na meia-final, de forma exemplar em duas partidas.

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