Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

5 jogadores que gostariam de regressar ao SL Benfica

Bruno Rocha · 5 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Para alguns jogadores, um clube de futebol é apenas um clube de futebol, o seu trabalho. Para outros, é o seu trabalho e um dos amores das suas vidas. São vários os jogadores que já passaram pelos quadros do SL Benfica que já assumiram publicamente o desejo de voltar a envergar o vermelho e branco caraterístico do glorioso.

Ainda assim, esta lista torna-se ainda mais especial, uma vez que todos os jogadores são “Made in Seixal”, ou seja, o Benfica foi como uma segunda casa. E é como diz o ditado popular: um bom filho a casa torna.

5.

Gonçalo Guedes – Gonçalo fez toda a sua formação no Sport Lisboa e Benfica e foi queimando etapas nos escalões de formação do clube, jogando sempre um escalão acima daquele que era o seu.

Corria o dia 8 de outubro de 2014 quando o sonho do miúdo nascido no Ribatejo se tornou real. Guedes estreava-se com a camisola encarnada em competições oficiais pela equipa A, num jogo frente ao Sporting da Covilhã, a contar para a Taça de Portugal.

Na equipa principal do Benfica, Gonçalo disputou 68 jogos e apontou 11 golos, para além de 16 assistências.

Em declarações, Gonçalo Guedes já afirmou a vontade de voltar a vestir o Manto Sagrado. Gonçalo diz que pode vestir muitas camisolas, mas “o Benfica é diferente, é o clube do coração.”

4.

Nélson Semedo – Nélson, embora não tenha realizado a sua formação propriamente dita no SL Benfica, foi lá que se fez jogador (até porque foi no Benfica que passou a jogar a lateral).

Foi frente ao Sporting CP, a 9 de agosto de 2015, em jogo a contar para a Supertaça Cândido de Oliveira, que Semedo se estreou de águia ao peito. Convenceu de tal forma que ocupou no imediato o lugar que havia sido deixado vago por Maxi Pereira na lateral direita encarnada.

No Benfica, fez 63 jogos pela equipa principal, três golos, 12 assistências e muitas exibições de encher a vista. Tais exibições convenceram o FC Barcelona a pagar 35 milhões de euros pelo seu passe e a levá-lo para a Catalunha.

Ainda assim, Semedo deixou a “porta aberta” a um possível regresso à Luz, dizendo ainda que “gostaria de voltar numa fase em que ainda pudesse ajudar.”

3.

João Félix – João Félix é dos casos mais recentes de sucesso que a academia do Seixal tem despoletado para a principal formação do Benfica.

No Sport Lisboa e Benfica, Félix disputou 43 jogos, 20 golos e onze assistências, números impressionantes para um jogador tão jovem como João Félix.

Tal desempenho despoletou interesse um pouco por toda a Europa, tendo inclusive vários “tubarões” do futebol europeu ao seu encalço, mas foi o Atlético de Madrid que o levou de Lisboa pelo valor da cláusula de rescisão. 126 milhões de euros!

Ainda que seja novo e tenha toda uma carreira pela frente, João já afirmou que o seu plano futuro passa por voltar aos encarnados, até porque diz que quer deixar a sua marca no clube.

2.

Renato Sanches – Renato Júnior Luz Sanches jogou no SL Benfica na temporada de 2015/16 e foi um dos destaques da turma de Rui Vitória.

O “puto da Musgueira” envergou a camisola do Benfica por 35 ocasiões, tendo marcado dois golos e feito uma assistência para golo.

35 foram também os milhões que o FC Bayern de Munique pagou ao SL Benfica pelo passe do jogador na final da temporada de 2015/16, mas Renato não teve a passagem mais feliz possível, muito pelo contrário. Agora ao serviço do LOSC Lille, parece que o jovem médio se reencontrou.

Renato afirmou que já esteve “para voltar ao Benfica mais o que uma vez e já disse que o gostaria de fazer.” Sanches afirmou ainda que não quer voltar muito velho, que quer voltar para ganhar títulos.

1.

Bernardo Silva – Bernardo será, provavelmente, um dos maiores talentos “desperdiçados” pelo SL Benfica, que nunca lhe deu uma verdadeira oportunidade para vingar na principal formação encarnada.

Realizou apenas três jogos de águia ao peito, mas isso em nada influenciou negativamente o amor que Bernardo sente pelo clube da Luz, tal como já o disse publicamente.

Benfiquista mais que assumido, Bernardo Silva já afirmou várias vezes que pretende voltar ao Benfica para fazer aquilo que nunca teve oportunidade de fazer: jogar!

Bernardo não quer vir muito velho, tal como o mesmo já admitiu, até porque sente ”um vazio no coração por preencher”.

Atualmente ao serviço do Manchester City FC, Bernardo é um dos melhores médios do futebol europeu e um dos favoritos de Pep Guardiola, que já expressou várias vezes a admiração que tem pelo jogador português.

O regresso de Bernardo Silva à Luz é algo muito aguardado, não só por ele, mas pelos adeptos que nunca tiveram oportunidade de ver Bernardo a espalhar o seu génio pelo relvado da “Catedral”.

Menção honrosa

David Luiz – David Luiz expressou, recentemente, o seu desejo de voltar a envergar a camisola do Sport Lisboa e Benfica.

Dez anos após a sua saída para o Chelsea FC, o central brasileiro esteve na alta roda do futebol mundial, sendo até titular na seleção canarinha. Aos 33 anos, David Luiz não esquece o clube que o lançou para a Europa e assume que quer “voltar a vestir a camisola do Benfica e sentir aquela sensação”.

Tal como te disse Rui Costa, “as portas estão sempre abertas para ti”!

 

Artigo revisto por Joana Mendes

Bruno Rocha

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.