Publicidade

Ilusão à flor da relva

João Pedro Coelho · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

À entrada para a época 2019/2020, o SL Benfica adquiriu um sistema inovador de luzes para o novo relvado do Estádio da Luz. Este sistema potencia o crescimento da relva, acelerando o processo da fotossíntese. Permite também que o relvado apresente a mesma qualidade durante todo o ano e uma maior utilização do mesmo, sendo que as luzes irão permitir suprir a falta de luz solar em algumas zonas do relvado.

No entanto, após um problema no sistema de rega, que levou a que o relvado não fosse regado durante dois dias seguidos, em junho de este ano, o Estádio da Luz prepara-se para receber um novo “tapete” – pela terceira vez em apenas cinco meses -, enquanto a Primeira Liga para devido a mais um compromisso de seleções.

Alvo de críticas por parte de Bruno Lage, o relvado tem causado vários problemas aos encarnados e até há quem aponte o dedo ao retângulo de jogo por algumas das lesões que têm assolado as “águias”.

O técnico admitiu que o terreno tem condicionado o jogo das “águias”
Fonte: SL Benfica

Após nove jogos realizados no reduto dos encarnados, foram notórias as condicionantes que o terreno impõe quer ao Benfica, quer aos seus adversários. O relvado não permite uma circulação de bola fluída, e o facto de estar “solto” – são vários os tufos de relva que marcam os jogos na Luz – dificulta e limita os movimentos dos jogadores, potenciando também o aparecimento de lesões.

Agora que o ciclo com este relvado chega ao fim, espera-se que o novo relvado seja condicente com o estatuto, e com as necessidades, que um clube como o Benfica tem.

Foto de capa: SL Benfica

 

João Pedro Coelho

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.