Última horaFC Porto: Ponto de situação sobre o futuro de Zaidu Sanusi
Publicidade

Mamma Mia: exibição de luxo do Benfica tomba Nápoles e permite 2ª vitória consecutiva na Champions League

Diogo Ribeiro · 1 min

Richard Ríos Benfica
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Benfica voltou a vencer na Champions League. Na receção ao Nápoles, águias somaram a segunda vitória consecutiva na prova.

O Benfica continua a sonhar com a passagem à próxima fase da Champions League. Depois da vitória ao Ajax, novo triunfo consecutivo para as águias com um 2-0 contra o Nápoles e uma superioridade clara contra os italianos.

A primeira parte foi jogada ao ritmo imposto pelo Benfica que, sem surpresas, inaugurou o marcador. Richard Ríos (20′) marcou o único golo nos primeiros 45 minutos, um resultado curto tamanha a superioridade encarnada em campo.

Na segunda parte, e apesar das mudanças do Nápoles ao intervalo, o Benfica conseguiu maior segurança na partida. Assistência de Richard Ríos para um golo de calcanhar de Leandro Barreiro (50′) a aumentar a vantagem encarnada em campo.

Com este resultado, o Benfica chega aos seis pontos na tabela e sobe ao 25.º lugar com seis pontos e está à porta dos lugares de apuramento e classificação. Já o Nápoles continua com sete e desce ao 23.º. Faltam duas jornadas para o fim da fase de liga da prova.

Richard Ríos Benfica Franjo Ivanovic Jogadores
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.