Publicidade

O 11 mais caro de sempre do SL Benfica

Bruno Rocha · 4 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Duas vezes por ano, no verão e no inverno, os clubes têm a oportunidade de abrir os cordões à bolsa e de reforçar os seus plantéis de acordo com as suas necessidades. Pois bem, hoje trago uma lista daquela que é a formação mais cara de sempre do SL Benfica, ou seja, onze jogadores que foram os mais caros do clube, de acordo com a sua posição.

Antes de prosseguir para a lista, fica já a saber que o valor gasto neste lote de onze jogadores foi de 135,7 milhões de euros.

Guarda-redes

Fonte: UEFA

Roberto – Roberto dispensa apresentações. Foi o guarda-redes mais caro da história do SL Benfica, tendo custado qualquer coisa como 8,5 milhões de euros aos cofres encarnados. Um autêntico balúrdio na altura, ainda para mais tendo em conta o desempenho que o guardião espanhol teve ao serviço das águias.

Realizou 41 partidas com águia ao peito, e provocou demasiados calafrios nos adeptos do glorioso.

Lateral direito

Fonte: UEFA

Maxi Pereira – Maxi foi o defesa direito mais caro da história do Benfica. Custou 5,7 milhões de euros, valor que fez render nas oito temporadas que realizou de vermelho e branco.

No Benfica, disputou um total de 333 partidas e marcou por 21 ocasiões. Não fosse a sua saída para o rival FC Porto, e Maxi seria uma lenda eterna do universo encarnado.

Defesa central

Fonte: UEFA

Sidnei – Chegou ao SL Benfica em 2008, vindo dos brasileiros do Internacional, por valores a rondar os sete milhões de euros.

Envergou o manto sagrado pela principal formação encarnada por 75 ocasiões e 21 pela equipa secundária do Benfica, tendo marcado um total de sete golos. Pelo meio, ainda houve um empréstimo ao Besiktas JK, ao RCD Espanyol e ao RCD Deportivo de Corunha.

Acabou por se desvincular do clube lisboeta em 2015, por 6,5 milhões pagos pelo Deportivo.

Defesa central

Fonte: SL Benfica

Ezequiel Garay – Garay chegou ao Benfica a troco de 5,5 milhões de euros pagos ao Real Madrid CF e “pegou logo de estaca”.

Nas três temporadas em que Garay representou o Benfica, fez 136 jogos e apontou 12 golos, números que colocaram o defesa argentino na rota de grandes clubes europeus.

Ainda assim, o internacional transferiu-se para o Zenit por apenas seis milhões de euros –  valores bastante anormais, tendo em conta que o seu valor de mercado, à data, era de 20 milhões de euros.

Lateral esquerdo

Fonte: SL Benfica

Loris Benito – A posição de lateral esquerdo foi uma das maiores lacunas nas formações encarnadas nos últimos anos. Na tentativa de colmatar essa mesma lacuna, vários foram os jogadores que chegaram para essa posição.

Ainda assim, foi nesta zona do terreno que o Benfica foi mais comedido – gastou apenas três milhões de euros na contratação de Loris Benito.

Poderia ter sido uma verdadeira pechincha, não fosse Benito apenas mais um entre tantos outros que passaram por aquela posição. Realizou apenas seis jogos no Benfica.

Felizmente, chegou Grimaldo…

Médio defensivo

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Julian Weigl – Além de recente, esta é uma das contratações mais caras de sempre do Sport Lisboa e Benfica.

Weigl chegou à Luz proveniente dos alemães do Borussia Dortmund, e custou cerca de 20 milhões de euros – um valor “absurdo” para a realidade portuguesa.

Até agora, disputou onze jogos de águia ao peito, não tendo marcado nenhum golo. Ainda é demasiado cedo para avaliar se a sua contratação foi ou não demasiado cara.

Ainda assim, a realidade é que Weigl tem a obrigação de ser irrepreensível.

Médio centro

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Gabriel – O médio brasileiro chegou ao Sport Lisboa e Benfica em 2018, e, desde então, tem sido um dos médios mais utilizados pelos encarnados.

Transferiu-se do CD Leganés, clube que milita no país vizinho, em Espanha, a troco de oito milhões de euros – um valor que se tem provado baixo para aquilo que Gabriel tem jogado.

No total, Gabriel já vestiu o equipamento encarnado por 58 vezes e marcou três golos.

Médio direito

Fonte: SL Benfica

Pedrinho – Na saga dos grandes investimentos que o SL Benfica tem feito recentemente, é contratado Pedrinho. Proveniente de São Paulo, mais propriamente do Corinthians, o ala brasileiro custou 20 milhões de euros.

Este jovem de 22 anos ainda não se estreou pelo clube, uma vez que só chega no final da temporada. No entanto, grandes coisas são esperadas do jogador.

Pedrinho assinou contrato com os encarnados até 2025, e diz que “vem para ganhar muitos títulos”.

Médio esquerdo

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Rafa Silva – Rafael Alexandre Silva foi a maior transferência realizada entre clubes portugueses da história. O Sport Lisboa e Benfica pagou um total de 16,4 milhões de euros ao Sporting Clube de Braga pelo passe do agora internacional português.

As primeiras temporadas de Rafa ao serviço das águias não correram de feição. Contudo, Rafa deu a volta por cima, e tem feito temporadas de alto nível.

No glorioso, Rafa disputou um total de 125 partidas e já fez balançar as redes adversárias por 35 ocasiões.

Avançado centro

Fonte: SL Benfica

Raúl Jiménez – Decorria a temporada de 2015/16 quando chegou a Lisboa Raúl Jiménez, um ponta de lança que vinha para marcar, marcar e marcar.

Raúl ganhou, ao serviço dos encarnados, uma função que não era bem aquilo que era esperado. Passou a ser o “saca-rolhas” do glorioso, e marcou muitos golos importantes.

Jiménez foi, e é, a contratação mais cara do futebol português – custou um total de 22 milhões de euros. Disputou 120 jogos de águia ao peito, marcando 31 tentos.

Avançado centro

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Raúl de Tomás – RDT é um caso de um jogador que, na minha ótica, não teve oportunidades suficientes para demonstrar o seu valor.

A verdade é que o Benfica pagou 20 milhões de euros pelo avançado espanhol, e esperava obter uma mais valia dentro de campo… o que não aconteceu.

Raúl esteve apenas meia temporada no clube. Foi vendido ao RCD Espanyol exatamente pelo mesmo preço que o Benfica havia pago ao Real Madrid CF.

Artigo revisto

Bruno Rocha

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Jorge Jesus chegou e Portugal voltou a jogar como uma grande seleção

Quatro jogos, quatro vitórias e um lugar nos quartos de final da Liga das Nações já assegurado. Dificilmente Jorge Jesus poderia ter imaginado um arranque melhor enquanto selecionador nacional.  Mais importante do que os resultados, porém, é aquilo que começa a acontecer dentro de campo. Ainda estamos perante uma pequena amostra, e existem problemas por corrigir (sobretudo defensivamente), mas Portugal parece finalmente uma equipa disposta a explanar todo o potencial que tem.Há mais velocidade, mais movimentos sem bola, mais jogadores a aparecerem entre linhas e menos posse estéril. Depois de uma seleção demasiadas vezes previsível sob o comando de Roberto Martínez, os primeiros sinais da nova era são refrescantes.

Tiago Campos · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.