Publicidade

Os 5 Jogadores mais Influentes da Época

Nadine Gil · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

sl benfica cabeçalho 1

Pela primeira vez na história, o Benfica consagrou-se tetracampeão nacional. Depois de grandes nomes como Eusébio ou Coluna tentarem durante vários anos alcançar esse objetivo, só o plantel de 2016/17 conseguiu esse feito. E nesta equipa há figuras que, ao longo da época, se destacaram de forma notável.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Pizzi – Renato Sanches saiu e André Horta passou grande parte da época lesionado. Pizzi assumiu a posição 8 e não largou mais aquele posto. Marcou golos, defendeu, assistiu. No meio-campo, todo o jogo do Benfica tinha o seu toque. É, aliás, o jogador que mais toca na bola em Portugal (média de 100 vezes por jogo, com cerca de 84% de passes bem sucedidos). Pizzi serviu-se da sua muita técnica para ajudar a equipa, descobrindo, por exemplo, linhas de passe e iniciando contra-ataques. Considerado por muitos o melhor jogador do campeonato, o médio transmontano ofereceu criatividade ao jogo, transmitindo grande imprevisibilidade. Quase sempre titular, o ‘Comandante’ foi uma das grandes figuras do título.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Ederson – Lesionou-se na pré-época e começou a temporada no banco. No entanto, à sexta jornada, o ‘guardião’ da Luz agarrou a titularidade e, ao longo do ano, raramente comprometeu. Nas redes da sua baliza apenas entraram 12 golos, em 27 jogos. Foi um dos maiores obreiros na consolidação da defesa do Benfica, a melhor da Liga NOS. Veloz na saída dos postes, o guarda-redes brasileiro destacou-se ainda pelos espetaculares pontapés longos e pela habilidade que mostrou ter com os pés (lembre-se a assistência que fez para o golo de Raúl Jiménez, no jogo do título do tetracampeão nacional). É, atualmente, um dos melhores guarda-redes do mundo e não é por acaso que é seguido pelos grandes ‘tubarões’ europeus.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Nélson Semedo – Cresceu na capacidade de defender e a profundidade que confere ao jogo é incontestável. No lado direito da defesa, é bastante rápido e tem uma técnica como pouco se costuma ver. O jovem de 23 anos encaixa impecavelmente no jogo de transições rápidas e dribla e centra de uma forma fabulosa.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Fejsa – O sérvio é um autêntico papa-títulos. Com o tetra, somou a sua décima conquista consecutiva de um campeonato, o quarto ao serviço dos ‘encarnados’. Dono indiscutível da posição 6, o médio, de 28 anos, é o verdadeiro polvo do Benfica. Conhecido como ‘trator’, Fejsa garantiu a segurança defensiva da equipa das ‘águias’, recuperou bolas perdidas e limitou espaços ao adversário.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Luisão – O capitão entrou no onze deixando muitas dúvidas e levantando várias críticas. Mas a verdade é que Luisão conseguiu recuperar a forma e fortificar a linha de defesa Benfiquista. Ainda que com alguma falta de velocidade, o brasileiro, de 36 anos, vai-se antecipando nas jogadas e tem uma leitura de jogo incrível. Em 14 anos no Benfica, Luisão já conquistou 19 títulos e tornou-se no jogador mais ganhador de sempre no clube da Luz. Nesta época, ultrapassou a marca dos 500 jogos de águia ao peito e, no total, já envergou a braçadeira de capitão 390 vezes (um record no Benfica). Luisão é, indubitavelmente, uma lenda ‘encarnada’ e, enquanto ele fizer parte do plantel, o Benfica só pode beneficiar do seu espírito de liderança, da mística que o ‘girafa’ transmite no balneário, da influência que passa à equipa e da imensa experiência que todos estes anos no futebol português o fizeram ganhar.

Foto de Capa: SL Benfica

Nadine Gil

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Brasileirão: 19 treinadores já caíram e só quatro portugueses resistem

Leonardo Jardim lidera o Brasileirão ao comando do Flamengo, Abel Ferreira mantém-se no Palmeiras, Artur Jorge continua no Cruzeiro e Pedro Emanuel procura afirmar-se no Vasco da Gama. Luís Castro e Franclim Carvalho já ficaram pelo caminho. Dezanove treinadores já caíram no Brasileirão 2026. Entre a instabilidade que varre os bancos brasileiros, os portugueses resistem: seis passaram pelo campeonato e quatro continuam de pé. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, foi a mais recente vítima e já tinha sido afastado do Vasco da Gama no início da temporada. A dança das cadeiras começou ainda em fevereiro, com a saída do argentino Jorge Sampaoli do Atlético-MG, e transformou a mudança de treinador numa das imagens de marca da competição.Num campeonato onde a paciência parece cada vez mais curta e os resultados pesam imediatamente sobre os treinadores, a presença portuguesa ganha particular relevância. Dos seis técnicos que passaram pelo Brasileirão em 2026, quatro continuam no ativo e dois já ficaram pelo caminho. E entre os que resistem há perfis bem diferentes: da longevidade quase excecional de Abel Ferreira à estreia de Pedro Emanuel, passando pela liderança de Leonardo Jardim e pela reconstrução de Artur Jorge no Cruzeiro.

João Esteves · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.