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«Se amas o futebol, amas o Benfica»

Roger Schmidt é vermelho e branco | SL Benfica

O que é que achas da vinda de Roger Schmidt para a Luz?

O SL Benfica anunciou, em comunicado à CMVM, a oficialização do contrato de duas temporadas com Roger Schmidt. Rui Costa começa, aparentemente, o planeamento da próxima temporada, numa altura em que nada está ainda decidido ou oficializado. Como tal, olhemos para o percurso do novo treinador encarnado.

Quem começou o domínio do RB Salzburgo, ganhando o primeiro de oito campeonatos seguidos? Roger Schmidt, marcando 110 golos em 36 jornadas. Quem colocou o Leverkusen consecutivamente no top 4 da Bundesliga e duas vezes nos Oitavos da Liga dos Campeões em três tentativas? Roger Schmidt.

Quem chegou à China e devolveu a Taça ao Beijing Guoan, que não a ganhava desde 2003 (e o ultimo campeonato tinha sido em 2009)? Roger Schmidt, que no meio dessa aventura foi o responsável pela transformação de Yu Dabao de avançado mediano num dos principais defesas-centrais asiáticos.

Quem devolveu o PSV aos títulos, numa seca que durava desde 2016? Roger Schmidt, que venceu Ten Hag em duas finais – 4-0 na Supertaça e por 1-2 a 17 de abril, devolvendo ao clube da Philips uma Taça que lhe faltava desde 2012.

Roger Schmidt tem sido recorrentemente responsável por proezas em clubes pouco favoritos ao título doméstico e terá agora, finalmente e 15 anos depois de começar a carreira como técnico principal, a sua primeira grande chance. Na Luz, é um regresso assumido á vertigem pela qual o Terceiro Anel é obcecado – na teoria, o casamento é perfeito.

A vitória na final da Taça Holandesa frente ao Ajax possibilita despedida positiva de Roger Schmidt de Eindhoven e da Eredivisie, onde nem sempre foi compreendido e onde não teve a matéria prima que gostaria. A saída da Liga dos Campeões aos pés do SL Benfica acabou por manchar uma aventura que tinha tudo para dar certo – aproximando um técnico apaixonado pela transição rápida e pela pressão alta de um futebol tradicionalmente praticado nas mesmas premissas, situação que gerou previsões de sucesso total.

Não foi, mas o trabalho competente e os resultados acima da média dos anos anteriores fazem justiça ao génio do treinador alemão, que continuou fiel ás suas ideias e com isso cimentou a sua reputação de vanguardista, permitindo mais um salto profissional, aparentemente, harmonioso: o Terceiro Anel sempre se apaixonou por esses, os que se preocupam em marcar mais que sofrer menos. Tem tudo para correr bem.

Começou por ganhar rotinas de gestor de homens nas divisões secundárias do país natal, em 2006. O Delbrücker SC, clube no qual terminou uma carreira mediana como jogador, abriu-lhe as portas do banco. Daí seguiu  para o Preußen Münster, pouco depois saltou mais um patamar e aterrou no Paderborn.

Em todos eles conseguiu taxas de aproveitamento superiores a 50% no que diz respeito a vitórias por total de jogos, sendo currículo suficiente para os homens forte da Red Bull verem nele um excelente prospect para adicionar aos quadros do projecto. Chegava a Salzburgo em 2012.

Adepto da discussão futebolística pós-refeição e da cultura de esplanada, o Benfica como pano de fundo e a opinião de que o futebol é a arte suprema.

Adepto da discussão futebolística pós-refeição e da cultura de esplanada, o Benfica como pano de fundo e a opinião de que o futebol é a arte suprema.

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