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Às vezes o banco é o caminho. O SL Benfica que o diga…

Nem sempre foi possível substituir no futebol. A primeira regra, surgida em 1958, cingia-se ao caso do guarda-redes se lesionar. Só assim se explica que Mário Coluna, ícone do SL Benfica, tenha terminado a final de 1963 contra o AC Milão, depois da agressividade de Pivatelli torná-lo figura de corpo presente.

Apenas sete anos depois, no primeiro Mundial do México, chegariam as substituições. O modelo atual, de cinco em três paragens, substituiu em 2020 o mais aceite de três com três interrupções, dominante desde 1994.

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Desde aí que se criou uma nova vertente na abordagem tática às partidas, com o novo efeito dos elementos suplentes sobre o plano de jogo, surgindo uma nova espécie de fator determinante no resultado final: os “supersubs”, termo inglês à falta de melhor português, ou aqueles jogadores com tendência para decidir partidas entrando no decorrer das mesmas.

A massa adepta do SL Benfica tem alguns "suplentes" favoritos
A massa adepta do SL Benfica tem alguns “suplentes” favoritos
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Milla, Bierhoff, Solskjaer, Pizarro, Chicharito em contexto internacional; Carlos Bueno ou Ernesto Farías em Portugal, assegurando pontos importantes para Sporting CP e FC Porto, respetivamente, a sair do banco.

No SL Benfica houve alguns: houve quem ficasse marcado exclusivamente por essas circunstâncias numa ocasião especial, como César Brito nas Antas, e houve quem se assumisse como super-suplente pela força estatística – muitos deles apesar de não serem imediatamente identificados como tal  – como Sokota (6 golos em 20 jogos como suplente utilizado) ou Haris Seferovic (11 golos em 44).

Decidimos, então, eleger cinco que se inserem nesse rótulo de super-suplente, ou seja, que nunca se afirmaram totalmente como titulares e o seu potencial foi assim melhor explanado.

Só uma das escolhas, a última, se deveu à força dos números – foi durante muito tempo titular, mas rendeu tanto como opção alternativa que teve de ser incluído. Uma questão de justiça.  

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2 COMENTÁRIOS

  1. Lembro-me de ler o director do Bola na Rede a exaltar a qualidade dos artigos, quando é exactamente a falta de qualidade dos artigos que faz deste projecto amador. Se a falta de memória e/ou conhecimento dos escribas é, para mim, visível, mas, sendo uma opiniao, torna-se subjectivo e passível de opiniões diversas, a quantidade de erros factuais é aberrante. Aconselho a revisão dos jogos/golos do Vata em 1988/1989.

    • Bom dia, Burke.

      Antes de mais, obrigado pelo comentário e pela leitura atenta do nosso texto.

      Após confirmar os mesmos dados, importa ressalvar o mesmo. Em relação aos golos marcados, o redator apenas falava aos golos apontados no Campeonato Nacional, onde Vata foi o melhor marcador com os golos mencionados (16).

      Contudo, e deixando a ressalva que o texto fica um pouco dúbio, o número de jogos que foi dito no texto é referente aos números globais da época, na soma de todas as competições.

      Assim, agradecemos novamente a leitura atenta e o alerta que nos foi dado, uma vez que permitiu adicionar mais informação no texto de forma a torná-lo mais completo.

      Esperemos ter-te sempre desse lado para críticas construtivas e para nos ajudar a crescer ainda mais.

      Obrigado.

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