Última horaJosé Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano
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Força Aérea 2019/20: os vôos da primeira volta

Diogo Pires Gonçalves · 2 min

Sporting
Foto: Carlos Silva/Bola na Rede

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Terminada a primeira volta, é hora dos primeiros balanços da época. Dá-se a segunda corrida ao mercado da época e tenta-se melhorar aspectos para a segunda volta. Neste artigo, fazemos um balanço diferente; olhamos aos golos marcados de cabeça por todas as equipas.

Este tipo concreto de golos permite apurar as equipas mais perigosas nas bolas paradas e as mais permeáveis nos momentos defensivos, pelo ar. Por outro lado, permite distinguir as equipas que chegam ao golo de bola corrida e poucas vezes ou nunca através das bolas pelo ar.

No topo das equipas que mais concretizam de cabeça estão Moreirense FC, CD Tondela e SL Benfica com seis golos, mas é o FC Porto quem lidera, de longe; 11 cabeçadas certeiras. No extremo oposto estão Rio Ave FC e Vitória FC com dois golos e Belenenses SAD com apenas um.

No lado oposto do terreno do jogo, CD Santa Clara, Moreirense FC e CD Tondela são as equipas que mais sofrem pelo ar (sete golos) e FC Porto, SL Benfica e Gil Vicente FC as que menos golos permitem (dois).

As águias são a melhor defesa do campeonato ao cabo da primeira volta e concederam apenas dois golos de cabeça
Fonte: SL Benfica

Os dragões destacam-se, de longe, como a equipa mais concretizadora de cabeça dentro e fora de portas; seis golos no Dragão e cinco nos jogos fora. Os golos de cabeça representam cerca de 30 porcento da produção ofensiva dos dragões e dão força às recentes capas de jornais que os distinguiam como a melhor equipa da Europa no capítulo das bolas paradas.

Dentro de portas, também o FC Porto se destaca por não ter sofrido qualquer golo de cabeça, mas desta vez também as águias, Gil Vicente FC e Vitória FC igualam o registo. Enquanto visitados, destaque ainda para CD Tondela e Moreirense FC com quatro golos marcados de cabeça.

Na condição de visitante, as águias surgem atrás do FC Porto com quatro golos marcados e o Gil Vicente FC e Rio Ave FC são as únicas formação sem qualquer golo de cabeça. A equipa mais batida longe de casa é, de longe, o CD Tondela com seis golos encaixados. No extremo oposto, SC Braga, Rio Ave FC, FC Famalicão, CS Marítimo, Boavista FC e FC Paços de Ferreira concederam apenas um golo pelo ar fora de portas.

Importa ainda resalvar que mais de 35 porcento dos golos do CD Tondela e FC Paços de Ferreira são de cabeça e o CD Santa Clara ultrapassa mesmo a barreira dos 40 porcento. SL Benfica e CD Tondela fixam a taxa de golos de cabeça sofridos por volta dos 30 porcento, a mais elevada.

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

 

Diogo Pires Gonçalves

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Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
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