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Os 5 melhores jogadores de clubes abaixo da linha de água

Filipe Carvalho · 3 min

Os 5 melhores jogadores de clubes abaixo da linha de água
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

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Até nas equipas mais “afundadas” na tabela classificativa se encontram jogadores de inegável qualidade. Por vezes, a prestação individual não se traduz no alcance dos objetivos coletivos de um determinado conjunto. Quem não se lembra de admirar atletas de equipas “aflitas”? Que por uma ou outra razão, quer seja do ponto de vista técnico, tático, físico ou até de caraterísticas genuínas como a raça, o crer ou o espírito coletivo, nos fazem sonhar.

Atualmente, não se situa em posição de descida, mas é impossível desgostar dos “senhores do futebol” como Luiz Carlos (FC Paços de Ferreira) ou Diego Galo (GD Chaves), que passaram várias épocas a lutar pela permanência no mais alto escalão do futebol português.

Neste top, figuram jogadores do Portimonense SC e CD Aves, com potencial para rumar a outras paragens (com todo o respeito aos clubes que representam). Foram tidas em conta condicionantes como a idade, estatísticas e regularidade, mas sobretudo a qualidade.

5.

 

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Ricardo Mangas – Formado no SL Benfica, faz parte da fornada dos ditos laterais “modernos”. Extremamente ofensivo, capaz de fazer toda a ala esquerda, porém, é daqueles jogadores com afinco na hora de defender. Na época 2018/2019, venceu a Liga Revelação (bem como a Taça) ao serviço dos sub-23 do CD Aves. A participação em tal feito, valeu-lhe a confiança dos responsáveis do clube para fazer parte do plantel principal. Durante a presente temporada conquistou o lugar no onze, e não mais largou. Já foi associado a um regresso aos “encarnados” (que detêm 50% do passe), mas por agora continua firme na Vila das Aves.

4.

Aylton Boa Morte – O apelido soou-nos familiar quando o vimos jogar pela primeira vez. Sobrinho do antigo internacional português, Luís Boa Morte, Aylton também atua como extremo, mas é um tipo de flanqueador diferente do tio. Mais potente, um “monstro” físico, o chamado “jogador de choque”. Imagino-o a dar o salto rapidamente. Já com 26 anos, está preparado para outro nível. Em poucas palavras, Aylton Boa Morte, distingue-se por ser veloz, vertical e objetivo.

3.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bruno Tabata – O internacional pela seleção olímpica do Brasil é, sem dúvida, um dos destaques do nosso campeonato. Extremo direito de eleição, nos últimos mercados tem sido apontado à porta de saída. As suas principais qualidades são o remate, o drible e a velocidade com bola – sempre colada ao pé esquerdo, o seu predileto. Tem mais que capacidade para atingir outros patamares. Jogador para um “grande” ou para clubes que fazem da qualificação para Liga Europa o objetivo da temporada. Ainda assim, é o menos regular desta lista.

2.

Mehrdad Mohammadi – Diria que foi um achado para o clube avense e uma surpresa positiva para quem chegou como desconhecido. O iraniano pode atuar em todas as posições do ataque, apesar de encantar principalmente como ponta de lança. Espalha classe em cada ação. Não é muito rápido, mas faz da eficácia na finalização a sua maior arma (extremamente útil para equipas que têm poucas oportunidades por partida). Talvez o esteja a sobrevalorizar, mas penso que tem qualidade para jogar num Vitória SC, FC Famalicão ou até SC Braga.

1.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Lucas Fernandes – No topo desta lista de jogadores, mora o mais diferenciado de todos. Tecnicista nato, com conhecimento tático para liderar um meio campo, é o misto entre um oito e um dez. Dá que pensar como é que ainda continua em Portimão, após tamanhas exibições. Autor do melhor golo pós suspensão da Primeira Liga. Definitivamente, jogador para outros voos.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Filipe Carvalho

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