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As 5 maiores vendas do FC Porto

Nélson Mota · 2 min

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O mercado de transferências está encerrado e, uma vez mais, o FC Porto teve uma janela de transferências muito produtiva rentabilizando cerca de 65 milhões de euros com as saídas de Dalot, Ricardo Pereira, Boly, Layún, Gonçalo Paciência e Suk.

Aproveitando o fecho do mercado, deixamos aqui em retrospetiva os cinco jogadores que mais contribuíram para encher os cofres dos dragões nos últimos anos.

5. 

Fonte: FC Porto

Jackson Martínez- O ponta de lança colombiano voltou a ser um nome muito falado nesta janela de transferências já que “Cha Cha Cha Martínez” está de volta ao futebol português, desta vez para representar o Portimonense SC.

Seguramente longe dos tempos áureos, Jackson está de volta a um campeonato que conhece bem, quando ingressou nos dragões na época de 2012/13 e em que conquistou três prémios de melhor marcador da Liga Portuguesa nas três épocas que disputou. Os números impressionantes de Jackson Martínez (79 golos em 129 jogos) despertaram o interesse do Atlético de Madrid que desembolsou cerca 37 milhões de euros pelo seu passe.

4. 

Fonte: FC Porto

André Silva- Depois de apenas ter realizado uma época e meia na equipa principal, muitos estranharam quando o AC Milan desembolsou 38 milhões de euros para assegurar a contratação do jovem avançado promissor. Não que faltasse qualidade a André Silva mas pareceu um passo prematuro tanto do FC Porto em vender o jogador, como do AC Milan em apresentar uma proposta tão elevada por um jogador que ainda estava em crescimento e em afirmação em Portugal.

3.

Fonte: FC Porto

Radamel Falcão- Falcão é o segundo avançado colombiano desta lista e, tal como Jackson, também o Atlético de Madrid foi o destino do goleador de serviço dos dragões. Foram uns impressionantes 72 golos em 85 jogos que fizeram com que o Atlético levasse Falcão para Espanha numa verba a rondar os 40 milhões de euros. Certamente que os colchoneros não se arrependeram da verba gasta e mais tarde viriam a resgatar o compatriota Jackson Martínez, mas no caso deste último a história foi bem diferente e o seu rendimento ficou muito aquém dos milhões investidos.

2.

Fonte: FC Porto

Hulk- Os 40 milhões de euros investidos pelo FC Zenit até deveriam ter sido bem mais face à qualidade de Hulk, não estivéssemos nós a falar de um dos melhores jogadores a passar pelo futebol português. Hulk conquistou praticamente tudo o que havia para ganhar em Portugal, amealhando pelo caminho títulos coletivos e os títulos individuais de melhor marcador e melhor jogador do campeonato português.

1.

Fonte: FC Porto

James Rodríguez- O prodígio colombiano saiu dos dragões com 21 anos tal como André Silva e o destino de James foi os franceses do AS Mónaco que desembolsaram 45 milhões de euros para garantir o passe do jogador. Tal como Hulk, James conquistou quase tudo o que havia para ganhar em Portugal e fez parte de uma geração de ouro nos dragões com André Villas Boas ao leme.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Nélson Mota

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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