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As equipas detêm jogadores que, por diversas razões, acabam por não acabar a temporada com a equipa e o FC Porto não é diferente. Alguns são vendidos e outros, como é o caso, são emprestados, seja por não contarem para o treinador ou para ganhar tempo de jogo para mais tarde provarem que, efetivamente, podem ser mais valias para o conjunto principal.
Há jogadores com potencial para fazer parte do plantel, mas ainda não atingiram os auges que cedo na carreira eram projetados para esta etapa da carreira individual dos atletas.
Sem incluir jogadores como Carraça ou Nanú, que nunca mostraram potencial para fazer parte do plantel, segue os jogadores emprestados pelos dragões que poderão fazer parte do plantel 2022/23.

5. Loum
O senegalês é um caso caricato, pela temporada 2018/19, Loum juntou-se ao plantel dos dragões pela avultada quantia de 7,75 milhões de euros, um valor consideravelmente alto. O jogador mostrou potencial, mas no FC Porto nunca o fez notar.
Até ser emprestado na temporada 2021/21, o jogador realizou apenas 23 jogos pela equipa de Sérgio Conceição e entrou em confronto com o líder do balneário Pepe no final de um jogo.
O destino foi o Alavés, fez 32 jogos pelos espanhóis e mostrou que pode acrescentar poderio físico em campo. É muito complicado o jogador voltar a defender os dragões sendo que o destino pode mesmo continuar em empréstimos até ao fim do contrato.

4. Nakajima
O japonês chegou ao FC Porto como um dos jogadores com mais hype em Portugal, era inquestionável a qualidade, a capacidade de drible em relação à velocidade era algo que poderia fazer realmente a diferença na liga portuguesa.
Depois dos portistas desembolsarem 12 milhões pelo pequeno mágico, nunca respondeu em campo, o nervosismo tomava conta dele e as jogadas não estavam a ser estonteantes como antes.
Esta temporada foi cedido à casa que o mostrou a Portugal, o Portimonense SC, no entanto, não mostrou o que antes teria mostrado e foi discreto durante todo o empréstimo
GOLO! FC Porto, Nakajima aos 28′, FC Porto 1-0 Santa Clara #TaçadePortugal #FCPCDSC
Vê todos os lances: 🎥 https://t.co/gpzpxs8Cc0 pic.twitter.com/a7R8TS1noS— VSPORTS (@vsports_pt) December 19, 2019
3. Diogo Leite
A promessa da defesa, aquando da subida ao plantel principal parecia inevitável que o jogador se tornasse uma das referências da defesa portista. Apesar do apoio incondicional dos adeptos, o jovem cometeu alguns erros que foram retirando a confiança ao central e a desconfiança do treinador ia crescendo.
O empréstimo foi a decisão correta, o SC Braga o clube certo para o fazer crescer e mostrar se, efetivamente poderia cumprir o destino desde há muito tempo anunciado. Esta cedência não foi o sucesso esperado, o jogador não ofereceu a segurança necessária em campo e cometeu alguns erros.
No entanto, e para uma defesa que para a temporada 2022/23 promete ser renovada pode ser um bom suplente, mostrando aos novos elementos do plantel o que é ser Porto.
🚨 [Abola] O SC Braga não vai acionar a opção de compra de Diogo Leite fixada em 12 milhões de euros e, por isso, regressa ao #FCPorto. pic.twitter.com/MOe87kUSTD
— Dragão News 🇸🇻 (@DragaoNews1893) May 29, 2022
2. Sérgio Oliveira
O português vai e volta ao FC Porto, tem acontecido com regularidade, a sua carreira demonstra que não tem qualquer pudor em sair do FC Porto, seja de forma definitiva ou via empréstimo. Quando volta, a vontade de ganhar de azul e branco é a mesma desde o primeiro dia.
Esta temporada, o português foi relegado para a função de suplente, a nova forma de jogar e o aparecimento de jogadores como por exemplo Vitinha impediu o jogador de jogar com mais regularidade. Foi emprestado à AS Roma, que aprecia a qualidades do médio.
Em Itália o jogador ganhou algum mercado, apesar de a AS Roma assumir que não irá manter o jogador e acionar a clausula de compra, pode ser vendido e encerrar o ciclo no FC Porto. Mas também pode ficar e ajudar o plantel a manter o “ser Porto” vivo no conjunto.

1.Romário Baró
Todos os adeptos portista queriam ver Romário singrar pelo FC Porto, as lesões fizeram com que o jogador perdesse a explosão que lhe era reconhecida, estava menos atrevido em campo e confiança estava a cair a pique.
O jogador escolheu o empréstimo, para conseguir jogar com mais regularidade e eventualmente mostrar todo o potencial. Apesar de um início de época promissor, foi esvanecendo em campo, mostrou debilidades mentais e físicas traduzindo em apenas 17 jogos pelo GD Estoril Praia.
Se os responsáveis do FC Porto conseguirem que o jogador se torne saudável fisicamente e mentalmente os dragões ficam com um grande reforço para a temporada que se avizinha.











