Última horaTorreense ‘Til I Die On The Beach
Publicidade

FC Porto: A Liga de Campeões trouxe coisas boas, uma delas foi Zaidu

Filipa Mesquita · 2 min

Top peças fundamentais no clássico
Foto: Carlos Silva/Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O FC Porto estreou-se na passada quarta-feira na Liga dos Campeões, em Inglaterra, frente ao Manchester City FC. A partida terminou com a derrota portista, mas nem tudo foi negativo para o treinador Sérgio Conceição que apostou nos reforços e teve bons indicadores. No onze titular, o técnico azul e branco apostou em Zaidu e Sarr. Com o primeiro a fazer a sua estreia absoluta em provas europeias.

O reforço portista, que chegou do CD Santa Clara, acabou a noite com nota positiva. Muito forte nos duelos individuais, ao conseguir conter o poderio ofensivo inglês, e ainda importante no ataque, com arrancadas que deixavam o adversário para trás.
A inexperiência não se fez sentir e a aposta em Zaidu vai tornar-se constante, ele que está a colmatar a ausência de Alex Telles. Uma tarefa difícil, mas que o lateral já mostrou que pode ser capaz.

A inexperiência não se fez sentir e a aposta em Zaidu vai tornar-se constante, ele que está a colmatar a ausência de Alex Telles.
O lateral Zaidu esteve num bom nível no jogo frente ao Manchester City FC
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Por falar em estreias, Sarr regressou às competições sete meses depois. O lateral já não jogava desde Março e fê-lo numa prova de fogo na liga milionária. Inicialmente demonstrou alguma falta de ritmo – fruto da paragem -, mas com o decorrer do tempo conseguiu subir de rendimento. Apesar dos erros iniciais, o atleta conseguiu depois fazer cortes importantes.

Para além de Zaidu e Sarr, também Nanu, Taremi e Evanilson foram a jogo. No entanto, o tempo em que estiveram em jogo não permitiu analisar com precisão o potencial dos atletas. O resultado também pode ter influenciado e a falta de oportunidades enquanto estavam em campo também.

No entanto, Taremi, à semelhança do que tem feito quando entra nos jogos do campeonato, deixou bons indicadores. A qualidade e técnica estão lá. Precisa apenas de ser mais rentabilizada para os resultados serem ainda melhores.
Nanu revelou alguma inexperiência e deixou que os nervos falassem mais alto. No caso de Evanilson a situação é idêntica. O atleta teve poucas oportunidades para mostrar serviço e quando as tinha, não as soube aproveitar.

Em suma, esta primeira jornada terminou com a derrota, mas a reação portista ao poderio inglês não podia ser melhor. O treinador Sérgio Conceição estudou bem o adversário e conseguiu apostar nos reforços que deram uma boa resposta. No entanto, os condicionalismos da arbitragem falaram mais alto. No próximo jogo, a equipa portista tentará mostrar a outra face.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Filipa Mesquita

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.