Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

FC Porto x Olympique de Marseille | 5 dados estatísticos do duelo

Ricardo Rafael Silva · 3 min

FC Porto x Olympique de Marseille | 5 dados estatísticos do duelo
Foto: Carlos Silva/Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Chega mais uma terça feira com aquela música. A liga dos campeões é, cada vez mais importante para o FC Porto, é obrigatório contrariar os resultados negativo que assombram os azuis e brancos no campeonato português, as jornadas da liga milionária são uma lufada de ar fresco no que toca a exibições, até ao momento o conjunto não desiludiu, tanto contra o Manchester City como na receção ao Olympiacos FC os pupilos de Sérgio Conceição chamam à atenção pela garra e vontade de vencer.

PODE SER UM DUELO IMPORTANTÍSSIMO PARA AS CONTAS DOS AZUIS E BRANCOS NA LIGA DOS CAMPEÕES. SERÁ QUE CONCEIÇÃO DERROTA AVB? APOSTA JÁ NA BET.PT!

À terceira jornada, o Olympique de Marseille viaja até ao dragão à procura dos primeiros pontos nesta edição. Os franceses, comandados pelo bem conhecido André Villas-Boas, atravessam um dos piores períodos em competições internacionais, desde a chegada do português ao clube.

No entanto, os Les Phocéens continuam a ter uma palavra sobre as contas do grupo e este duelo pode ressuscitar a equipa na competição, ou em caso de derrota, sentenciar as esperanças de passar à fase seguinte da competição. Já os portistas precisam desta vitória, tanto financeiramente como emocionalmente já que a equipa está claramente abatida depois das más exibições no campeonato.

Para este duelo, Sérgio Conceição deve apresentar um onze cheio de alterações em relação ao último jogo para o campeonato. Com uma tática de 4-2-3-1: Marchesín; Manafá, Sarr, Mbemba, Corona; Sérgio Oliveira, Uribe; Luis Díaz, Fábio Vieira, Otávio; Marega.

Do lado francês, Villas-Boas deve apostar num estilo atacante de modo a garantir a vitória. Com a tática de 3-4-3 com: Mandanda; Balerdi, Alvaro, Caleta-Car; Sakai, Kamara, Rongier, Amavi; Payet, Thauvin, Radonjic.

5.

No confronto direto os azuis e brancos são imbatíveis – as duas equipas já se encontraram para a Liga dos Campeões (todas na fase de grupos) e amigáveis em cinco diferentes ocasiões, das quais a equipa do porto garantiu a vitória em quatro destas partidas. Só permitiu o empate a uma bola em 2007 na cidade de Marseille.

4.

A tendência do FC Porto é marcar sempre – em confronto com os franceses, meteu sempre a bola no fundo das redes. Com uma diferença golos abrupta, os azuis e brancos contam com dez golos contra quatro dos gauleses, demonstrando assim, um pendor que poderá e deverá ser cumprido no jogo de hoje.

3.

Nesta edição, o Olympique de Marseille está em branco – passados duas jornadas, a equipa orientada por AVB segue sem qualquer vitória ou golo marcado, de facto, um record negativo na competição. A derrota no jogo contra os azuis e brancos deixa os gauleses a lutar apenas por um lugar na Liga Europa, longe das suas perspetivas.

2.

 O Dragão é a fortaleça do FC Porto – principalmente em casas, os azuis e brancos são impenetráveis, contam com uma percentagem de 57% de vitórias em todos os jogos realizado no Norte para a Liga dos Campeões.

1.

É um duelo de Portistas ferrenhos – não é segredo o amor que AVB sente pelo FC Porto, algo muito parecido a SC, ambos sentem o clube e, em fases diferentes, representam todos os adeptos do clube.

Em diversas ocasiões o treinador da equipa francesa revelou o desejo de se tornar presidente dos azuis e brancos, algo que pode gerar um conflito de interesses para este jogo do “tudo ou nada” para o seu elenco.

Ricardo Rafael Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.