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Finda que está, pelo menos no que aos objetivos diz respeito, e época desportiva do FC Porto 2016/2017 chega a hora dos mais variados balanços. Importa perceber o que se fez de bem e transporta-lo para a próxima temporada e, acima de tudo, relevar o que de pior se fez para que se possa emendar e corrigir.
Numa primeira fase de balanço e ainda sem proceder a reflexões mais profundas que num futuro próximo serão, igualmente, expostas neste espaço, opto por começar por destacar os “mais e menos” a nível individual no que concerne aos jogadores.
Irei destacar um jogador por setor do terreno, sendo que os principais critérios serão a qualidade e regularidade exibicional e a comparação entre expectativas iniciais e rendimento verificado dos jogadores.

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Fervoroso adepto do futebol que é, desde o berço, a sua grande paixão. Seja no ecrã de um computador a jogar Football Manager, num sintético a jogar com amigos ou, outrora, como praticante federado ou nos fins-de-semana passados no sofá a ver a Sporttv, anda sempre de braço dado com o desporto rei. Adepto e sócio do FC Porto e presença assídua no Estádio do Dragão. Lá fora sofre, desde tenra idade, pelo FC Barcelona. Guarda, ainda, um carinho muito especial pela Académica de Coimbra, clube do seu pai e da sua terra natal. De entre outros gostos destacam-se o fantástico campeonato norte-americano de basquetebol (NBA) e o circuito mundial de ténis, desporto do qual chegou, também, a ser praticante.                                                                                                                                                 O Bernardo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.