
Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google
É momento de recordar alguns dos mercados mais entusiasmantes e cruciais para o sucesso desportivo dos azuis e brancos.
A altura da janela de transferências é sempre uma época que todos os adeptos vivem com outra emoção, pois ou se fica de coração destroçado com as saídas dos seus craques, dos ídolos da sua equipa, ou rapidamente se fica com o coração aos pulos com a entrada de novos jogadores, com o ingresso de atletas que à partida pareciam impossíveis de chegar, mas que chegaram.
Desta forma, no seguimento deste artigo vou nomear os 5 mercados que me deixaram até ao último segundo atento a todas as notícias que envolviam o FC Porto.
5.

Mercado de verão de 2002/2003: É impossível não começarmos pelo mercado desta temporada, que coincide com a chegada de José Mourinho ao comando dos azuis e brancos e que assim deu início a uma das jornadas mais gloriosas da história dos dragões. Durante este verão, chegaram nomes como Paulo Ferreira, Nuno Valente, Maniche de clubes nacionais, que se juntou ao regresso de Jorge Costa para liderar a defesa do FC Porto e assim formar a espinha dorsal que tantas alegrias deu aos adeptos. No que toca a saídas destaque para os abandonos de Jorge Andrade e de Benni McCarthy.
4.

Mercado de verão de 2003/2004: Após a conquista de um triplete, onde se constou um título europeu parecia que era impossível pedir mais aos pupilos de José Mourinho, mas a verdade é que a equipa do FC Porto decidiu desafiar todos os prognósticos e subir mais um nível no que toca à conquista de títulos. Se é verdade que a equipa já era forte também não deixa de ser mentira, que esta janela aberta para movimentações não deixou de enriquecer o plantel ao serviço dos campeões nacionais com o ingresso de atletas como Benni McCarthy, Carlos Alberto, Pedro Mendes, Bosingwa ou o regresso do atual treinador… Sérgio Conceição.
3.

Mercado de verão de 2004/2005: Se os últimos dois mercados foram marcados por terem sido animadores para o lado dos portistas, este ficou caraterizado por ter sido aquele que provocou uma demandada no plantel que conquistou tudo o que havia para conquistar. Os adeptos do FC Porto viram algumas das suas maiores estrelas abandonar a constelação do dragão, sendo que os mais notórios foram as saídas de Deco, Ricardo Carvalho, Derlei ou Carlos Alberto. Em sentido contrário, de forma a suprir alguma das baixas referenciadas chegaram à cidade do Porto futebolistas como Ricardo Quaresma, Anderson, Luís Fabiano, Thiago Silva ou Diego. Claramente que foi um mercado muito oscilante em termos emocionais e um dos que doeu mais a qualquer portista que se preze.
2.

Mercado de verão de 2010/2011: Avançamos um pouco no tempo e foi no início da segunda década do século, que o FC Porto ia tocar mais uma vez no céu com a conquista de mais um título europeu e com um domínio avassalador a nível interno. Entre os meses de junho a agosto de 2010, os corredores do dragão receberam caras novas, nos quais se destacaram os nomes de João Moutinho, James Rodriguez, Otamendi ou Walter. Este mercado ficou claramente na memória de todos nós pela transferência surpresa de João Moutinho, que sendo já capitão do Sporting CP, provocou um “mini terramoto” no futebol português e surpreendeu tudo e todos com esta mudança para 300 km mais a norte do país.
1.

Mercado de Inverno de 2011/2012: Parece estranho estar a fazer referência a uma janela de transferências de inverno, já que raramente é conhecida como um período de grandes movimentos ou mexidas nos planteis, mas que serviu de exemplo que nem sempre um bom mercado é trazer nomes indiscutíveis e que uma equipa não se faz só com figuras consagradas. A este momento, o FC Porto partia atrás do SL Benfica na corrida pelo título e já muitos duvidavam que a equipa nortenha pudesse chegar mais uma vez a maio aos aliados, mas os dirigentes portistas foram pragmáticos e objetivos e apenas com duas contratações colocaram novamente o seu grupo de trabalho no rumo certo, sendo que para isso pareceu bastar apenas as aquisições de Lucho González, um regresso, e de Janko, que foi crucial na segunda metade da época.









