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Queremos um final de ouro

Gaspar Ribeiro Lança · 1 min

Queremos um final de ouro

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amarazul

Com o primeiro lugar assegurado e ultrapassado com sucesso o embate diante do conjunto da Académica, queremos um final de ouro. Fechar a fase de grupos com um novo triunfo é garantir o fechar de um ciclo de forma perfeita, com confiança extra adquirida e boas perspectivas para o Clássico.

Não é fácil disputar um jogo europeu. Há, muitas vezes, uma viagem e dias de adaptação. Quando assim não é, há pelo menos a típica e tão incómoda interrupção a meio de uma semana? – ‘Jogar a meio da semana em Portugal? Deixem isso para os ingleses!’, dizem alguns.

No entanto, por cá é diferente. Ao Futebol Clube do Porto faz bem jogar embates europeus. O Dragão transforma-se, a camisola ganha uma estrela e o encontro tem início depois de um hino que arrepia e inspira qualquer um que se digne a seguir o futebol europeu. É onde todos querem jogar mas nem todos conseguem. É, atrevo-me a dizer, onde o Futebol Clube do Porto pode e deve jogar.

Posto isto, e analisadas todas as variáveis, não nos restam outras opções: vamos a jogo para ganhar e fechar ‘em grande’ a primeira de duas fases que este ano temos o direito de disputar. E vamos bem, com uma equipa cada vez mais confiante e entrosada, conhecedora de si própria.

Foto de capa: Página de Facebook da UEFA Champions League

Gaspar Ribeiro Lança

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Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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