Publicidade

Um regresso à Champions mas… tranquilo

Gaspar Ribeiro Lança · 1 min

Um regresso à Champions mas… tranquilo

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

amarazul

Será difícil pedir melhor: esta terça-feira, o Futebol Clube do Porto dá-se ao luxo de regressar à competição três semanas depois, para pisar o maior palco do futebol europeu completamente tranquilo, sem pressão de maior. Uma vez mais, seria difícil pedir melhor e são poucos aqueles que, na verdade, o podem fazer.

Com o apuramento garantido, o regresso à maior e mais importante competição de clubes do mundo é feito com toda uma outra pressão. Ou, arriscaria dizer, sem pressão. À entrada para o último terço da fase de grupos, o FC Porto apenas se faz acompanhar de Real Madrid, Bayern de Munique e Borussia Dortmund nesta privilegiada posição.

Invejável, desejada por muitos, mas, acima de tudo, importante. Depois de três semanas sem jogar, com o ritmo competitivo em baixo e o regresso aos trabalhos enquanto equipa, não seria tarefa fácil entrar no primeiro minuto a lutar pelo apuramento, pelo que a posição ganha por direito pelos Dragões surge em data perfeita.

Nunca vi paragens internacionais com bons olhos. Não pela substituição dos jogos a azuis e brancos pelo vermelho da selecção que raramente me convence; não por ver Éder somar jogos atrás de jogos sem marcar um golo com a camisola das quinas; mas sim – e esse sim, é O motivo – porque quanto mais jogos realizam, melhor jogam os comandados de Lopetegui. Foi assim com os técnicos anteriores, é assim com o basco.

Posto isto, que não sobre lugar a interpretações indesejadas: o Futebol Clube do Porto vai à Champions para vencer, como sempre o fez. Tem, sim, uma outra margem de manobra e, acima de tudo – é aí, só aí, que pretendo chegar – muito menos pressão. De resto, um primeiro lugar para conquistar.

Foto de capa: Página de Facebook do FC Porto

Gaspar Ribeiro Lança

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.