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Voleibol feminino de regresso aos dragões

Filipa Mesquita · 2 min

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Depois de SL Benfica e Sporting CP terem voltado apostar no voleibol feminino, foi a vez da equipa portista juntar-se aos rivais. 30 anos depois, está de regresso o voleibol feminino ao FC Porto. Na próxima temporada, a modalidade vai ser aposta no clube e já há muitos aspetos agilizados.

O nome utilizado será Academia José Moreira/FC Porto, devido à parceria feita com a Academia José Moreira (AJM), onde o fundador é precisamente José Moreira, antiga lenda do clube azul e branco e que foi, inclusive, considerado um dos melhores jogadores de sempre do clube e foi também quem teve a iniciativa para esta junção de emblemas. Dada esta ligação, o FC Porto não terá qualquer custo com este projeto e, assim sendo, o clube continuará a ser patrocinado pela empresa do ramo têxtil, Cotesi.

Para já, e tendo em conta que tudo está em processo de agilização, sabe-se que os treinos da equipa vão realizar-se no Pavilhão do Centro Social Luso-Venezolano, mas a transmissão dos jogos acontecerá no Porto Canal. Porém há também a hipótese do Dragão Caixa ser utilizado para jogos do campeonato.

A Academia José Moreira conquistou da Taça de Portugal
Fonte: Câmara Municipal de Póvoa de Varzim

Na última época, a Academia José Moreira conquistou a Taça de Portugal e terminou em quinto lugar na fase regular do campeonato em época de estreia no principal escalão da modalidade. O objetivo é, em conjunto, conseguirem fazer uma época ainda melhor. Para já a equipa técnica ainda está a ser ultimada. Sabe-se já que o treinador será Rui Moreira, que neste momento é também selecionador adjunto da equipa sénior feminina de Portugal. O treinador será acompanhado por cinco treinadores adjuntos: Bernardo Soares, Luís Andrade, Diogo Fernandes, Tiago Gomes e José Pedro Fernando.

A modalidade está assim de regresso ao FC Porto, sendo inclusive a primeira vez que os portistas apostam no feminino. É ainda a primeira vez em que os “três grandes” apostam na mesma modalidade no feminino, no entanto na I Divisão só se encontrará o FC Porto e Sporting CP. O SL Benfica jogará na II Divisão.

Foto de Capa: Câmara Municipal da Póvoa de Varzim

artigo revisto por: Ana Ferreira

Filipa Mesquita

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

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