Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

A vida de quem rescindiu

Hugo Filipe · 3 min

rescindiu
Foto: Wolverhampton Wanderers FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Há dois anos, o Sporting Clube de Portugal passava uma das situações mais difíceis da sua história, talvez a mais dramática. A 15 de maio de 2018 houve uma invasão à academia que envolveu agressões. Um grupo de nove jogadores rescindiu contrato com o clube. Rúben Ribeiro, Rafael Leão, Rui Patrício, Daniel Podence, Gelson Martins, William Carvalho, Bas Dost, Rodrigo Battaglia e Bruno Fernandes alegaram justa causa e abandonaram os Leões. Os últimos três entraram em acordo com o clube para o regresso. O que é feito dos restantes?

6.

Fonte: Sporting CP

Rúben Ribeiro – Após brilhar pelo Rio Ave FC, Rúben Ribeiro ingressou na equipa do Sporting CP no mercado de inverno da época de 2017/2018, a troco de 400 mil euros. Fez 18 jogos pelo clube de Alvalade, não se destacando, mas mostrando alguns dotes. Acabou por rescindir após o incidente de Alcochete, rumando ao Al Ain Sports & Cultural Club, clube que milita no escalão principal dos Emirados Árabes Unidos. Regressou a Portugal neste mercado de inverno para reforçar o Gil Vicente FC.

5.

Fonte: AC Milan

Rafael Leão – Faz parte do leque dos menos amados após a sua saída. Após rescindir, rumou a França para ingressar no plantel do LOSC Lille, onde fez uma boa temporada, acabando cobiçado por vários clubes. Fez as malas e, a troco de 23 milhões de euros, mudou-se para Itália, para o AC Milan. Soma 22 partidas e dois golos esta época. Voltou a ser conversa em Alvalade, após ter sido condenado pelo Tribunal Arbitral do Desporto a pagar 16,5 milhões de euros ao seu clube de formação pela rescisão do contrato.

4.

Fonte: Sporting CP

Rui Patrício – De bestial a besta. Ainda amado por alguns, Rui Patrício rescindiu após 12 temporadas pela equipa principal dos leões, ao todo foram 19 anos de casa a contar com os anos de formação. Eram vários os rumores da sua vontade de deixar os leões antes do acontecimento. Após o ataque, rescindiu e tentou acordar a sua saída com o Sporting CP, havendo uma forma de beneficiar ambas as partes. Sem sucesso, ingressou no Wolverhampton Wanderers FC. Mais tarde, após inúmeras negociações, finalmente houve acordo com o clube inglês, um negócio no valor de 18 milhões de euros que fechou o dossier.

3.

Fonte: Olympiacos FC

Daniel Podence – A ovelha mais negra do grupo. Pequeno em tamanho, grande em mágoa. É, claramente, o jogador do grupo dos que rescindiram que os sportinguistas mais guardam mágoa e rancor. Daniel Podence rescindiu com o clube de formação e rumou à Grécia para representar o Olympiacos FC por época e meia, atualmente sendo companheiro de Rui Patrício no Wolves. O Sporting CP conseguiu um acordo com o clube grego, a troco de 7 milhões de euros, que vendeu o jogador passado ano e meio por 19,6 milhões ao clube inglês.

2.

Fonte: UEFA

Gelson Martins – Era um dos mais queridos pelos adeptos. Extremo de raça e qualidade, era visto como a jovem promessa que era sinónimo do talento que há na Academia. Após rescindir, foi para o país vizinho, para o Club Atlético de Madrid, onde não foi feliz e acabou emprestado ao AS Mónaco, clube que hoje representa a título definitivo. Gelson Martins rendeu 22,5 milhões de euros aos cofres de Alvalade.

1.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

William Carvalho – Pilar do meio campo, eram imensos os rumores sobre a saída de William Carvalho, época após época. Acabou por acontecer com a rescisão, ingressando no Real Betis Balompié. Após acordo com o clube espanhol, os Leões conseguiram um encaixe de 16 milhões de euros, mais quatro que poderão entrar mediante o cumprimento de objetivos. Hoje fala-se numa possível saída para o Watford FC.

 

Artigo revisto por Joana Mendes

Hugo Filipe

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.