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Todas as empresas, para terem sucesso, precisam de saber comunicar para o interior e o exterior. Passar a mensagem certa, e usar a forma mais correcta é um grande passo para atingir os objectivos mais eficazmente.

Hoje, a informação chega a todos de uma forma muito rápida e tem que ser comunicada de uma forma cuidada, tendo bem definido o sujeito alvo para se escolher o canal e a forma de se fazer. A informação sempre foi uma arma empresarial muito importante, e por isso sempre se ter usado a desinformação ou contra-informação para enganar os concorrentes, conseguindo vantagens competitivas, seja pela falsa informação passada ao exterior, ou através da tentativa de roubar informação aos adversários.

Para perceber a importância disto basta perceber o fenómeno de “Guerra Fria” entre os Estados Unidos da América e a União Soviética. Há até quem defenda que os EUA nunca conseguiram chegar à Lua , tendo usado esse embuste para enganar a URSS e “obrigá-la” a chegar à ruína só para tentar competir com tamanho feito alcançado pelo adversário.

A uma escala menor, o futebol está a viver (talvez sempre tenha vivido) um estado de desinformação e contra-informação absurdo, onde todas as semanas aparece alguém dizendo que conseguiu, através de fonte segura, determinada informação que coloca em xeque o dirigente de um clube adversário. Para percebermos o poder que isto tem, pela facilidade que hoje a informação é emitida e dispersada, o que é dito não tem que ser verdade ou ser provado para passar a ser uma informação valiosa que servirá de calúnia e gozo por muitas semanas, meses ou anos nos novos canais de informação. Uma falsa informação pode até obrigar à abertura de inquéritos e processos disciplinares, com supensão preventiva, que quando é provada como falsa já serviu os interesses de quem a divulgou, tendo o mensageiro saído incólume de todo o processo.

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