Publicidade

Derby é derby! – Mais de 100 anos de História e Estórias

Pedro Miguel Martins · 2 min

Derby é derby! – Mais de 100 anos de História e Estórias

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

sporting cabeçalho generíco

E pronto, o tão ansiado dia está aí: “O” derby dos derbies está a chegar.

Como é que eu sei isto? Porque já tudo aponta para ele! Os bilhetes voam na bilheteira, as discussões começam a ser tidas, o friozinho na barriga começa a sentir-se e vem aí tudo o que é inerente às grandes batalhas. Vão-se buscar estatísticas, casos polémicos, erros de arbitragens, discussões de quem tem os adeptos mais arruaceiros, vão-se discutir em “n” programas de televisão e fóruns na net, táticas de jogo, jogadores-chave… Vai-se cair no jogo psicológico: vêm aí processos em tribunal, mensagens de telemóvel, fugas de informação, football-leaks, drafts de contratos, jogadores a fazerem juras de amor eternas aos clubes e a dizer que sempre preferiram um em prol do outro.

Vêm os jornais colocar mais achas na fogueira, vêm jogadores castigados pelo clube dizerem que têm medo do clube e dos adeptos… Vai-se recuar no tempo e falar de very lights, jaulas, incêndios, “porrada” entre adeptos e jogadores.

A jaula foi uma das inúmeras estórias que causaram polémica. Fonte: bancadadeleao.blogspot.com
A jaula foi uma das inúmeras estórias que causaram polémica
Fonte: bancadadeleao.blogspot.com

Vai-se falar de quem afinal tem a melhor academia, de quem foram os melhores jogadores, de treinadores, de traições, de presidentes incompetentes e adeptos, de quem tem os maiores bêbados no clube, de quem tem mais adeptos, de quem tem mais sócios, de quem tem as contas em melhor estado.

Discute-se quem mente mais, quem não engana no ano da fundação, de quem tem ligações obscuras no mundo de futebol, de fruta, de ofertas de “caixas”, de “não se respeitar a memória do Eusébio”.

Debate-se quem tem as maiores vitórias, as maiores derrotas, as maiores humilhações, os jogadores mais “trauliteiros”, dos mais manhosos… Comparam-se títulos, modalidades, maiores amores e traições aos clubes! Comentam-se “Inácios”, “Guerras”, “Barrosos”, “Carvalhos”, “Vieiras”…

Mas vamos ao que interessa…

E agora que já falamos de (quase) todas as polémicas de futebol… vamos ao que interessa! O jogo em si:

– No total, entre amigáveis e jogos oficiais, foram 415 batalhas entre os leões e a turma dos encarnados desde 1 de Dezembro de 1907.

No primeiro jogo, começou a rivalidade… Pouco antes da partida, oito jogadores do Sport Lisboa trocaram o clube pelo Sporting Clube de Portugal em busca de melhores condições de trabalho. 108 anos depois acontece o mesmo, mas desta feita, com um treinador a optar pelos verde-e-brancos. Que o desfecho seja o mesmo, a vitória da turma leonina (em 1907 por 2-1…sendo que um dos golos foi auto-golo de um dos fundadores do Sport Lisboa, Cosme Damião). Venham as cervejas, os tremoços ou qualquer outro tipo de petisco… e essencialmente venha a vitória do Sporting Clube de Portugal!

“Tu vais vencer, porque a nossa força é brutal!”

 Fonte da foto de capa: cabelodoaimar.blogspot.pt

Pedro Miguel Martins

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.