Publicidade

O que importa é a “P#t@ da Gala” (PdG) ???

Pedro Miguel Silva · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

sporting cp cabeçalho 2

Este futebol português cheira mal… Temos passado por tantas vergonhas e ainda continuamos a achar que é tudo normal e nada acontece a ninguém… e não vai mesmo acontecer! Já passámos por frutas, cafés com leite, e-mails, missas, padres, vouchers, transferências bancárias para contas de árbitros, escutas telefónicas, dívidas ao fisco, passivos brutais, vendas ilegais e duvidosas de jogadores, etc., etc., etc…

Em Portugal a culpa morre solteira e sempre que um caso destes assola “algum” clube, manda-se poeira para o ar para não afetar o bom nome do futebol português e começam a discutir-se “trivialidades”. Quando começaram a sair os boatos de que Bruno de Carvalho tinha sido apanhado em escutas com jornalistas, confesso que temi o pior… que teria “confessado” alguma ilegalidade ou crime que tentou fazer e não conseguiu…

Afinal, foi só o Bruno “being” Bruno. Uns palavrões para aqui e para ali e nada demais. De resto eram só banalidades e futilidades. Mas a importância que os sportinguistas e demais deram a isto foi extremamente exagerada quando comparada com situações que têm vindo a ser relatadas no último mês onde oito árbitros “alegadamente” estão envolvidos em algo…

No Sporting, “todos ralham e ninguém tem razão”. Este ano, regressam mais modalidades e temos mais campeões a dar tudo pelos leões. Mas o que interessa é a PdG… Fonte: Sporting Clube de Portugal
Este ano, regressam mais modalidades e temos mais campeões a dar tudo pelos leões. Mas o que interessa é a PdG…
Fonte: Sporting Clube de Portugal

Sim, o BdC mete-se a jeito com a arrogância dele de mudar datas da PdG ou até escrever frases na estátua do leão, mas a verdade é que o Sporting está melhor desde que ele entrou… e sim, ainda não ganhámos nada no futebol, mas com o que temos visto nos últimos anos em Portugal, é difícil desmontar uma máquina que só está preparada para eventualmente dois vencedores. Não quer dizer que não temos falhado… na última época falhámos claramente no futebol, mas tornámo-nos novamente num clube apetecível como há algum tempo não éramos. Temos campeões de todas as modalidades a quererem e a ingressarem no clube… chumbamos jogadores nos exames médicos porque não têm os mínimos para o nosso clube, etc, etc, etc… Apesar da figura ridicularizada do nosso presidente, começamos a ser um clube respeitado por outros lá fora, mesmo que cá dentro ainda existam alguns “papagaios” que digam que não. Fazemos vendas com critério e por valores nunca antes atingidos, temos todos os grandes clubes mundiais a quererem fazer negócios connosco e isso mostra bem do trabalho que o Sporting tem feito nos últimos tempos.

Falta a fórmula mágica para o futebol! Quando a descobrirem, não há “P#t@” da Gala que afete!

Foto de Capa: http://tuvaisvencer.blogspot.pt

 

Pedro Miguel Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.