Publicidade

One half-empty glass

Jorge Oliveira · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

relacionamentodistancia

Acabou há pouco o jogo que fecha a primeira volta do campeonato entre Estoril Praia e Sporting. Num António Coimbra da Mota esgotado apesar dos “preços de Mundial em estádio de Distrital”.

No Sporting, a novidade (se é que lhe podemos chamar assim) foi Ivan Piris a substituir Jefferson, suspenso por um jogo. Havia muita expectativa para o jogo de hoje, pelo desempenho das duas equipas na corrente época.

O jogo começou durinho e durinho se manteve durante os 90 minutos. Muito batalhado no centro, com William pelo Sporting e Gonçalo Santos pelo Estoril, numa autêntica batalha campal no meio campo que ficou congestionado e sem espaço para Andrien e Martins distribuírem para a frente de ataque.

No segundo quarto de hora de jogo, vimos as duas últimas oportunidades da primeira parte. Primeiro, o remate de Wilson a passe de André Martins e depois a defesa do enorme Patrício que acabaria por cumprir mais um jogo sem sofrer qualquer golo.

O equilíbrio táctico e intenso contacto que marcaram a primeira parte, continuaram após o intervalo até Jardim mexer no jogo. Com a saída do Wilson e do Carillo (com o entusiasmo do costume) e entrada de Capel e Slimani, a equipa ganhou mais corpo no último terço mas acabou por não ter sido suficiente para fazer a diferença prática no que diz respeito ao jogo

Mais uma oportunidade clara de golo de cada lado pincelaram a segunda parte dum jogo meio abrutalhado que era importante ter ganho – não pela circunstância de amanhã haver clássico, mas por ser mais um jogo onde os golos e os 2 pontos que fugiram fazem sempre falta.

Pedro Proença (o “so-called” melhor do Mundo) não esteve particularmente bem, a contribuir para o ritmo baixo da partida. Com o sorrizinho desconcertante do costume, decisões tardias e critério incompreensível num jogo de choque, Proença conseguiu aquilo que sempre gostou muito. Aparecer.

Enfim, 3ª feira há mais.

Jorge Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.