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Os 5 maiores flops do SL Benfica da década | Sporting CP x SL Benfica

Gonçalo Patrão · 3 min

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Vem aí o derby mais importante de Portugal! O jogo do Sporting CP contra o SL Benfica vai ser jogado em Alvalade e vai ser fundamental nas contas de ambas as equipas para o campeonato!

DÉRBI DOS DÉRBIS EM ALVALADE! O SPORTING CP PARTE COM UMA BOA VANTAGEM PONTUAL MAS O SL BENFICA ESTÁ INVICTO FRENTE AO SPORTING CP NA PRIMEIRA LIGA HÁ NOVE JOGOS! QUEM VAI LEVAR A MELHOR? APOSTA JÁ COM A BET.PT! 

O Sporting CP, por um lado, pretende aumentar a diferença face ao rival da segunda circular e consolidar o primeiro lugar. Por outro lado, o SL Benfica pretende diminuir a diferença pontual para o primeiro lugar para conseguir salvar a atual época! Em jeito de antevisão, eu, sportinguista, venho aqui falar dos maiores flops do SL Benfica dos últimos anos.

5.

Fonte: SL Benfica

Bryan Cristante – O Benfica contratou Bryan Cristante, médio italiano da formação do AC Milan, por verbas a rondar os cinco milhões… o médio de apenas 19 anos (na altura) vinha rotulado como uma das maiores promessas do futebol europeu mas nunca convenceu enquanto esteve na Luz: 20 jogos (894 minutos), um golo e uma assistência. Dois anos depois começou numa sucessão de empréstimos até chegar à Atalanta que lhe reconheceu valor e o comprou por quase dez milhões Pouco depois encaixou 26 milhões de euros entre empréstimo e venda à AS Roma. Um flop em termos desportivos e que podia ter rendido mais em termos financeiros.

4.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Ola John – é mais um caso de um jogador que acabou por se tornar um flop… custou dez milhões em 2012, o que era muito mais dinheiro do que dez milhões atualmente! Apesar dos 90 jogos pelo Benfica, nunca foi constante sendo que a primeira época ao serviço do clube da luz foi a melhor de, provavelmente, toda a carreira. Foi mais um jogador que chegou como promessa mas que acabou num carrossel de empréstimos que só terminou quando saiu a custo zero para o Vitória SC… Passou pelo Hamburgo, Wolverhampton, Reading e Deportivo. Nunca se tornou o jogador que Jorge Jesus pretendia e acabou por ser um jogador que só custou dinheiro aos cofres do clube encarnado.

3.

André Carrillo – Sendo do Sporting CP, este foi um caso especialmente doloroso… Carrillo foi jogador do Sporting CP e, de facto, era um bom jogador mas faltou-lhe cabeça! O facto de ter ficado bastante tempo sem treinar e jogar ao serviço do Sporting CP fez com que perdesse o ritmo e nunca mais o voltasse a encontrar. Depois deste período transferiu-se a custo zero para o SL Benfica e, para surpresa de todos, nunca se afirmou sendo que acabou por ser mesmo um flop! Acabou por ser campeão sem fazer muito para tal e foi emprestado para o Watford. Posteriormente foi para o Al Hilal em definitivo e já deu retorno financeiro ao SL Benfica. Passou ao lado de uma grande carreira!

2.

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Raúl de Tomás – Um jogador que surpreendeu tudo e todos pela negativa… Ainda hoje não consigo perceber o que faltou a um jogador com a qualidade de RDT! Custou 20 milhões e foi vendido pela mesma quantia devido à qualidade reconhecida em Espanha. O SL Benfica não perdeu dinheiro mas perdeu aquilo que podia ter sido um grande jogador… No clube encarnado, fez 17 jogos, marcou três golos e deu uma assistência. Pouco para um avançado que, ao voltar a Espanha, voltou a subir de forma. Aparentemente o problema terá sido a adaptação ao futebol português devido ao facto de não haver muito espaço entre linhas para jogadores como o espanhol. Um flop que tem (muita) qualidade!

1.

Roberto – O guarda redes espanhol dispensa apresentações: custou quase nove milhões aos cofres do SL Benfica e cometeu erros atrás de erros. Talvez a pressão de ir errando não tenha ajudado, mas a verdade é que Roberto foi um desastre de tal modo que o SL Benfica o vendeu um ano depois da sua compra, na época de 2010/2011. Não há mesmo palavras que possam explicar as exibições ao serviço dos encarnados.

Gonçalo Patrão

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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