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‘The Best’: Hegemonia Messi-Ronaldo terminada

Rui Pedro Cipriano · 2 min

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Londres voltou a receber, mais um ano, a elite do futebol mundial. A capital do país que outrora nos deu este apaixonante desporto, é agora o palco onde se presta homenagem a quem mais se destacou, individualmente, na passada temporada desportiva.

Este ano prometia ser especial, e foi. O prémio de futebolista europeu do ano já deixava antever que este podia ser o ano da transição em termos de prémios individuais e a FIFA decidiu seguiu o exemplo da UEFA, atribuindo o prémio de melhor futebolista do mundo ao astro croata, Modrić. Um ciclo de 10 anos foi quebrado. Pela primeira vez, desde 2008, nem Messi nem Ronaldo subiram ao palco do Royal Festival Hall para dar o seu discurso de coroação.

O dia de hoje é, por isso, um dia “estranho” para os adeptos de futebol. Este não deixa, no entanto, de ser o dia de Luka Modrić. Um prémio que assinala a excelente época que o mágico croata realizou ao ter ganho a Liga dos Campeões, ao serviço do Real Madrid, e de ter chegado à final do Mundial 2018, com a “sua” Croácia. Pode-se dizer que a excelência e a mestria foram galardoadas por um prémio que nos últimos anos tinha vindo a premiar principalmente quem marca golos. O Modrić fechou assim a temporada transata com chave de ouro, no que a prémios individuais diz respeito, o croata, para além de vencer o ‘The Best’, venceu o prémio de melhor jogador do Mundial 2018 e de melhor futebolista europeu do ano.

Modrić era o vencedor esperado da noite
Fonte: FIFA

Os croatas têm agora um motivo para festejar depois tristeza da derrota na final do Mundial 2018, eles que já tinham visto Davor Šuker ficar bem perto de ser coroado o melhor do mundo, terceiro lugar no FIFA World Player of the Year 1998 e segundo lugar no prémio atribuído pela France Football, Ballon d’Or.

A Croácia pode por isso afirmar hoje orgulhosamente: O melhor do mundo é nosso, é croata!

 

 Foto de capa: FIFA

Rui Pedro Cipriano

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