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Morreu Alex Zanardi, antigo piloto de Fórmula 1 e campeão paralímpico

Morreu Alex Zanardi, antigo piloto de Fórmula 1 e campeão paralímpico italiano, aos 59 anos, deixando uma marca no desporto mundial.

Alex Zanardi, antigo piloto de Fórmula 1 e campeão paralímpico, morreu esta sexta-feira, aos 59 anos. Natural de Bolonha, em Itália, iniciou a carreira na Fórmula 1 em 19991, tendo representado equipas como Jordan, Minardi, Lotus e Williams.

A sua trajetória ficou marcada por vários acidentes, sendo o mais grave em 2001, que resultou na amputação de ambas as pernas. Apesar disso, Zanardi nunca se afastou do desporto. Regressou ao automobilismo com um carro adaptado e, mais tarde, encontrou no handbike uma nova paixão.

Na modalidade de handbike, alcançou grande sucesso, conquistando várias medalhas paralímpicas, incluindo três nos jogos de Londres 2012 e outras três no Rio em 2016.

Gianni Infantino recandidata-se à presidência da FIFA em 2027 e confirma Irão no Mundial 2026

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, pretende cumprir o terceiro e último mandato à frente do organismo que lidera desde 2016. O dirigente confirmou também a presença do Irão no Mundial 2026.

Gianni Infantino vai voltar a candidatar-se à presidência da FIFA em 2027, com o objetivo de cumprir um terceiro e último mandato à frente do organismo que lidera desde 2016. O dirigente, de 56 anos, tornou-se o nono presidente da história da FIFA ao vencer as eleições em 2016, sucedendo a Joseph Blatter.

De acordo com os estatutos da FIFA, o primeiro mandato não conta para o limite de 12 anos, o que permite a Infantino continuar no cargo até ao Campeonato do Mundo de 2030, que será organizado por Portugal, Espanha e Marrocos. O antigo secretário geral da UEFA anunciou a recandidatura a seis semanas do início do Mundial 2026, que decorre entre 11 de junho e 19 de julho e contará, com 48 seleções, tendo também oficializado a presença do Irão na prova:

«Deixem-me começar por confirmar imediatamente, para aqueles que talvez queiram dizer ou escrever outra coisa, que é claro que o Irão irá participar no Mundial FIFA de 2026», afirmou Gianni Infantino, num congresso da FIFA.

As eleições da FIFA estão marcadas para março de 2027, em Rabat, capital de Marrocos. O anúncio foi feito durante o congresso do organismo, realizado em Vancouver, no Canadá, onde marcaram presença vários dirigentes do futebol. Durante o congresso, Infantino garantiu ainda a presença do Irão no próximo Campeonato do Mundo.

Ederson Moraes suspenso por quatro jogos e pode ter feito o último jogo pelo Fenerbahçe

O guarda-redes Ederson Moraes foi castigado após expulsão no jogo contra o Galatasaray e vai falhar o final da temporada.

Ederson Moraes cumpre suspensão de quatro jogos na sequência da expulsão na derrota do Fenerbahçe frente ao Galatasaray, no dérbi de Istambul da Superliga da Turquia. O guarda-redes brasileiro viu o segundo cartão amarelo após protestos relacionados com uma grande penalidade e, já no momento de saída do relvado, acabou por chutar o equipamento do VAR, o que agravou a sanção.

Com este castigo, o ex-Benfica não voltará a jogar esta temporada, podendo mesmo ter realizado o último jogo com a camisola do Fenerbahçe, numa altura em que tem sido apontado a uma saída no verão. Além da suspensão, Ederson recebeu ainda uma multa de cerca de nove mil euros.

Por sua vez, o capitão Mert Hakan recebeu uma sanção mais pesada, sendo suspenso por 12 meses devido a envolvimento em apostas ilegais.

Belenenses mantém lugar de playoff com empate frente à UD Santarém

Na 12.ª jornada da Fase de Apuramento de Campeão da Liga 3, o Belenenses empatou a uma bola na receção à UD Santarém.

O Belenenses empatou a uma bola na receção à UD Santarém, num encontro da 12.ª jornada da Fase de Apuramento de Campeão da Liga 3. Assim, a formação de Belém viu a oportunidade chegar provisoriamente ao segundo lugar a escapar.

A manhã começou mal para a equipa da casa, que sofreu um golo no primeiro minuto da partida, da autoria de Eric Ayiah. Ainda na primeira parte, o golo que restabeleceu a igualdade surgiu aos 40 minutos, pelos pés de Bruninho.

Com este resultado, o Belenenses manteve a terceira posição com 20 pontos e a UD Santarém chegou aos nove pontos na sétima posição.

Oliveirense empata na receção ao Lusitânia de Lourosa e vê a despromoção a aproximar-se

O Lusitânia de Lourosa não foi além do empate a zero na visita ao terreno da Oliveirense, num jogo relativo à 32.ª jornada da Segunda Liga.

Na 32.ª jornada da Segunda Liga, o Lusitânia de Lourosa empatou a zero no terreno da Oliveirense. Desta forma, o conjunto de Oliveira de Azeméis pode ver a despromoção à Liga 3 ser confirmada já no próximo domingo.

Ainda com o sonho da manutenção, a equipa da casa foi-se batendo de frente com o adversário, num jogo em que ambos os lados criaram boas oportunidades. Aos 89 minutos, Douglas Borel cometeu uma grande penalidade que podia ter acabado com as esperanças da Oliveirense, mas Luís Rocha rematou de forma desenquadrada com a baliza e a igualdade manteve-se.

Com este resultado, o Lusitânia Lourosa chegou aos 43 pontos no oitavo lugar, perdendo uma oportunidade de saltar para o sexto lugar, e a Oliveirense não foi capaz de sair do último lugar da tabela, com 31 pontos.

Famalicão, Gil Vicente e demais: a luta pela Europa

A três jornadas do fim a luta pelas competições europeias na Liga portuguesa está ao rubro com Famalicão e Gil Vicente, dois emblemas do Minho a lutarem pela última vaga para a qualificação para as pré-eliminatórias da Liga Conferência.

O que a tabela nos diz a três rondas do final é que o Braga tem quase garantido o quarto lugar apesar do Famalicão ainda aspirar a esse lugar, a grande luta centra-se pelo 5.º posto entre os famalicenses e o Gil Vicente que estão separados por dois pontos, 51 contra 49.

Gustavo Varela no Gil Vicente
Fonte: Pedro Barrelas/Bola na Rede

O Famalicão é nesta altura o dono da posição europeia. É um clube com um projeto sólido, consistente e que lhe tem permitido nas últimas épocas ficar sempre nos lugares cimeiros do campeonato sem nunca ter, no entanto, chegado a um lugar europeu.

É uma equipa que joga um futebol positivo, virado para frente, enfrentando os adversários olhos nos olhos, e tem feito uma boa recuperação na Liga depois de um começo algo irregular, e que lhe permite estar nesta altura em vantagem sobre os galos de Barcelos neste duelo europeu.

Hugo Oliveira que tem feito um excelente trabalho desde que iniciou o seu ciclo. Tem jogadores de grande qualidade ao seu dispor com Gustavo Sá, Gil Dias, Sorriso ou Justin de Haas que dão um perfume especial à equipa e que prometem com já aconteceu no passado com outros, dar muito dinheiro a ganhar aos cofres do Famalicão.

Hugo Oliveira Famalicão
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Quanto ao Gil Vicente é considerada, com toda a justiça, a equipa sensação do campeonato. O treinador César Peixoto tem feito uma carreira muito regular à frente da equipa, tendo até há bem pouco tempo e durante praticamente toda a 1.ª volta do campeonato estado num sensacional 4.º lugar à frente do histórico Braga.

Um conjunto de resultados menos felizes fizeram os gilistas caírem para o sexto lugar, mas com a qualificação europeia ainda completamente em aberto. O trabalho de César Peixoto é digno de todos os elogios numa equipa que se esperava que lutasse pela manutenção, mas que ainda se encontra a lutar por objetivos maiores.

Apesar de ter perdido no mercado de Janeiro dois esteios da equipa, o guarda-redes Andrew e o ponta de lança Pablo Felipe, os gilistas através do seu treinador souberam reinventar-se. Com a qualidade de jogadores como Konan, Luís Esteves e Murilo de Souza conseguiram manter no nível evidenciado e elogiado por todos na 1ª volta e manter-se na luta até ao fim.

Voltando aos dois rivais na luta pelo restante lugar europeu, as duas formações têm finais de campeonato idênticos no que se refere a dificuldades.

Gianluca Prestianni Benfica Gil Dias Famalicão
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O Famalicão tem já uma prova de fogo, este fim de semana com a receção ao Benfica que ainda está em luta pelo 2.º lugar, depois segue-se uma deslocação ao aflito Estrela da Amadora e termina o campeonato em casa, frente ao tranquilo Alverca.

Já o “galos” tem dois jogos com formações que ainda procuram garantir a manutenção definitivamente. E o caso da deslocação a Vila do Conde e a receção ao Arouca, terminando com um encontro de grau de dificuldade elevado, a ida ao Estádio de Alvalade para defrontar o Sporting.

Nesta luta, o Famalicão para além de pontualmente seguir à frente, tem a vantagem do seu jogo mais difícil ser agora e o do Gil Vicente ser na última jornada, não dando hipóteses de reversão no caso de um resultado negativo.

O fator casa é um aspeto que pode também revelar-se decisivo, favorecendo igualmente os famalicenses que na última jornada jogam no seu estádio contra uma equipa já tranquila.

FC Porto pode conquistar o título da Primeira Liga este sábado: Eis os cenários possíveis

Quatro anos depois, o FC Porto está perto de ser sagrado campeão da Primeira Liga. Estes são os cenários a ter em conta para este sábado.

Este sábado, o FC Porto tem uma oportunidade de ouro para ser sagrado campeão da Primeira Liga, dependendo apenas de si, a três jornadas do fim. O empate do Sporting na receção ao Tondela afastou os leões da corrida, deixando apenas o Benfica na equação.

Do lado dos FC Porto, as contas não são complicadas, visto que uma vitória frente ao Alverca, este sábado, garante a conquista do título. Porém, é possível que os entrem em campo já campeões, caso os encarnados sejam derrotados na deslocação a Famalicão.

Eis os cenários que confirmam o título do FC Porto:

  • Benfica vence o Famalicão – FC Porto precisa de vencer o Alverca
  • Benfica empata com o Famalicão – FC Porto pode ser campeão com uma vitória ou um empate
  • Benfica perde – FC Porto é campeão

Wolfsburg e a glória de antigamente

No atual panorama futebolístico, tem surgido um fenómeno, cada vez mais comum e que esta época se tem manifestado de formas surpreendentes. É seguro dizer que a qualidade média aumentou de tal forma que já nenhum clube está a salvo, excepto os tubarões do futebol mundial. Clubes bem estabelecidos, considerados já como “mobília” nas suas respectivas ligas têm ultrapassado momentos de grande aperto para se superiorizarem a rivais que, em outros tempos, não teriam capacidade de bater de igual para igual com estes emblemas. Há exemplos escandalosos de velhas glórias que sucumbiram ao passar dos anos pelos mais variados motivos, sejam eles desportivos sejam económicos.  

Em Portugal a lista é extensa e o leitor, com certeza, irá lembrar-se de alguns: Académica, Vitória FC e Boavista. Emblemas com uma massa adepta forte, com estádios que correspondem ao valor do clube, mas que, por uma razão ou por outra, não resistiram e encontram-se a lutar pela sobrevivência. Convém realçar a excelente recuperação da Académica. No estrangeiro, exemplos não faltam. Desde Sevilha, Tottenham e Leicester City, a lista é chocante.

O Wolfsburgo é o mais recente caso. O clube alemão encontra-se no 17.º lugar a três jornadas do fim da Bundesliga e a descida para o escalão inferior parece inevitável. A origem dos die wölfe escreve-se em poucas linhas com tudo a começar com um gigante da indústria automobilística que decidiu criar um clube de futebol. Em 1945, a Volkswagen fundou um clube de futebol, destinado aos operários da fábrica, que era essencial para a estabilidade da cidade de Wolfsburgo. O clube alemão sempre foi dependente da empresa alemã, daí algumas críticas à sua origem, podendo ser descrito como um produto fabricado por um gigante industrial para satisfazer os seus trabalhadores. Só a partir dos anos 90, é que o Wolfsburgo se conseguiu estabelecer na Bundesliga, tornando-se uma presença assídua no escalão principal. Não era um clube para voos altos, mas sim um clube de meia tabela, sem uma evolução aparente.

Acontece, então, a surpresa das surpresas e a razão do choque da descida do clube alemão. Em 2009, surge uma dupla que parou não só a Bundesliga, mas também a Europa. Edin Dzeko e Grafite eram a personificação de frieza, implacáveis e de domínio absoluto de uma liga que nunca foi fácil, dominada desde algum tempo pelo Bayern Munique. Ao todo, esta dupla faturou 54 golos, números impressionantes para uma equipa como o Wofsburgo, habituada à metade da tabela. Felix Magath foi o arquiteto desta conquista. Existia criatividade, equilíbrio tático e uma crença da conquista de um sonho considerado impossível de alcançar. 

O feito histórico poderia ter sido um ponto de viragem para o emblema alemão, acabou por não o ser. Mais tarde ou mais cedo, voltou tudo ao mesmo, com as peças-chave da equipa a saírem (Dzeko) ou a não conseguirem replicar o sucesso da época de glória. O Wolfsburg vive um clima de pouca consistência, com uma rotação anormal entre treinadores, impossível para a construção de um projeto sólido. Os momentos épicos do clube prendem-se a certos jogadores, joias numa equipa com falta de ambição. Kevin De Bruyne e Bas Dost juntaram-se a nomes incontornáveis entre a massa adepta com a conquista de uma Taça da Alemanha e de um segundo lugar. 

Um oásis num deserto de estabilidade que não durou muito. O Wolfsburg habituou-se à falsa estabilidade, sem ambições foi deixando o tempo passar, sem vontade de combater nem de evoluir. Preso a boas fases, a picos de felicidade, não representativos de uma fome de vencer e de chegar mais longe. Não deixa de ser surpreendente constatar que este fenómeno se repete noutras ligas, já referidas anteriormente no texto. Resta perceber de que forma poderá ser enfrentado e corrigido.

Pode-se culpar os treinadores, os jogadores e as estruturas que delas fazem parte, mas sem uma visão clara, sem uma cultura estabelecida com fome e ânsia de vencer é complicado ir longe. Não chega vencer uma vez e viver de glórias que não voltam. O futebol adapta-se e o Wolfsburg pode estar a descobri-lo da pior forma.

Roberto De Zerbi e a luta pela manutenção: «Não quero pessoas perto de mim a chorar»

Na antevisão ao Aston Villa x Tottenham, Roberto De Zerbi reforçou que a manutenção dos spurs na Premier League ainda é possível.

O Tottenham visita o Aston Villa no próximo domingo, num encontro da 35.ª jornada da Premier League, depois de conquistar a primeira vitória em 2026 frente ao Wolves. Em antevisão à partida, Roberto De Zerbi reforçou que a luta pela manutenção ainda não acabou, apelando a um esforço coletivo do plantel:

«Vi-o (ao jornalista) na televisão, mas isto não é uma polémica. Ouvi dizer: ‘É impossível (manter-se)’. Estamos a chorar, toda a gente a dizer: ‘Estamos despromovidos’. Ainda não! (…) Temos de morrer em campo. Temos de jogar e temos de lutar. Os perdedores choram, os perdedores pensam de forma negativa. Não quero pessoas perto de mim a chorar ou a pensar de maneira diferente de mim».

O técnico realçou a importância do estado mental nesta fase do campeonato:

«O desafio mais importante agora é silenciar a voz dentro de nós. Dentro dos jogadores, da equipa técnica e dos adeptos. Esta voz produz pensamentos negativos e diz que não temos sorte, que temos demasiadas lesões, que perdemos o Xavi Simons, que foi um dos nossos melhores e mais importantes jogadores nos últimos dois jogos».

De seguida, referiu que não podem ser encontradas desculpas:

«O nosso departamento médico não é suficientemente bom, o relvado do estádio e do centro de treinos não é bom, é impossível ganhar dois ou três jogos seguidos porque não ganhámos muitos jogos em 2026. Penso que tudo isto são coisas negativas e é lixo, porque quero manter o foco em nós e na qualidade dos meus jogadores».

Por fim, destacou que, apesar das lesões, o Tottenham continua a ter jogadores de qualidade para o onze inicial:

«Se o (Dominik) Solanke e o (Xavi) Simons estão lesionados, podemos jogar com (Randal) Kolo Muani, (Mathys) Tel, Richarlison, e eles não são piores jogadores. São diferentes, com características distintas, mas são muito bons jogadores. (…) Temos o Pedro Porro, o (Destiny) Udogie, o Micky van de Ven, o (Rodrigo) Bentancur, o (João) Palhinha, o (Conor) Gallagher. Por tudo isto, não tenho tempo suficiente para ouvir estas coisas»

Imprensa espanhola aponta tensão entre Benfica e Real Madrid após transferência de Álvaro Carreras

A imprensa espanhola aponta para uma tensão nas relações entre o Real Madrid e o Benfica, na sequência da transferência de Álvaro Carreras para o clube merengue.

José Mourinho voltou a ser destaque na imprensa espanhola, com o AS a colocar o treinador português na capa deste sábado, num cenário que envolve o seu futuro no Benfica. Segundo o jornal espanhol, as relações entre os encarnados e o Real Madrid ficaram mais tensas desde a transferência de Álvaro Carreras para o Santiago Bernabéu no início da temporada.

Conforme avança a mesma fonte, o clube encarnado poderá avançar em breve para discutir a continuidade de José Mourinho, numa altura em que também surgem rumores sobre o interesse do Real Madrid.

O jornal AS refere ainda que a situação contratual de José Mourinho inclui uma cláusula de saída do Benfica, que poderá ser ativada no final da temporada.