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Carta aberta ao departamento médico do Sporting CP

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Ao cuidado do director do departamento médico,

Exmo. Senhor, peço desde já desculpa por não me dirigir a si pelo nome próprio. Faço-o por efectivamente não o saber. 

Desculpe a minha ignorância e preguiça em ir pesquisar, mas ter-me-ia facilitado muito o trabalho se tivesse o protagonismo que tinha o seu antecessor. Esse sim, era conhecido e reconhecido. Nesse tempo todos sabiam quem comandava o departamento médico do Sporting CP. Com certeza pela sua (dele) competência profissional. 

Entendo que tenha até algum pudor em dar-se a conhecer, tal a herança que lhe foi passada. Uma herança de profissionalismo, competência e rigor (ou não fosse ele militar) que não será fácil igualar. 

Eu não me sentiria confiante em suceder a alguém tão importante que permitiu que todo o futebol português pudesse voltar apenas pela sua presença. 

Esta carta não tem, de forma alguma, como finalidade criticar o seu trabalho. Serve antes para lhe tentar passar a mensagem que os adeptos e sócios entendem a tarefa hercúlea que tem em mãos. 

O nosso médico anterior tem valências que nenhum outro tem. Por isso não se sinta mal com isso. Nenhum outro foi herói de guerra, nenhum outro consegue acumular funções nas mais diversas valências, e nas mais diversas organizações sem perder a sua qualidade profissional.

Frederico Varandas chefiava o departamento médico leonino, antes de se tornar presidente do clube
Fonte: Bola na Rede

Repare bem que ele conseguiu chegar a presidente do grande Sporting CP. É o clube onde sua excelência trabalha, não é? Porque não aproveita e lhe pede ajuda? É que com tantos casos de COVID-19 no plantel, daria sempre jeito ter alguém que já esteve na frente a lutar contra tão difícil adversário (ainda que tenha sido  aí uns 15 dias). 

Mas vendo bem, será que ele não está a trabalhar aí consigo no seu departamento? É que nos outros não o temos visto. Desculpe, estou a induzi-lo em erro. Tem aparecido nas fotos de apresentação dos jogadores. Acho que é mesmo ele e não um poster, certo? 

É que, sem ser naquelas entrevistas para se auto promover, não tem aparecido muito. Se bem que é isso mesmo que se quer de um presidente, não é? Low-profile, sem levantar ondas. Mas conseguiu trazer o João Mário, e fazer a terceira maior venda de um médio (agora já se conta pelas posições).  

Vê porque lhe queria passar esta mensagem de solidariedade? É que não é mesmo fácil substituir tamanha figura. Mas desejo-lhe sorte. E espero que consiga absorver alguns ensinamentos de alguém que chegou tão longe, com tão poucos “recursos”. Já lhe falei da herança pesada? Pois. 

Se o vir, mande-lhe cumprimentos meus. 

E para sua excelência os meus melhores cumprimentos. Sem outro assunto, despeço-me cordialmente. (Porque é assim que somos). Saudações Leoninas. 

Renovação: Solução ou Problema?

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É verdade que o FC Porto tem tido diversos constrangimentos para conseguir a renovação com os seus principais ativos, mas isso não se tem aplicado com as suas maiores promessas, que salvo Diogo Dalot, tem estendido os seus vínculos sem grande dificuldade. Um facto que deve certamente deixar os dirigentes portistas com um sorriso no rosto, dada a qualidade recente que tem saído do Olival.

Há que ter em conta que muitos dos jovens que estão agora a transitar para o futebol sénior são da geração que venceu a “Youth League” e diversos campeonatos nacionais a nível de formação, o que indicia que muitos deles estão debaixo de olho por parte dos grandes tubarões do futebol europeu. Desta forma, dada a situação financeira débil que o emblema azul e branco portista vive era de expectar que houvesse uma aposta mais efetiva na “prata da casa”, mas isso não é o que se tem observado num passado recente.

Fonte: Diogo Cardoso/ Bola na Rede

Apesar de vários jovens tem sido integrados ultimamente nos trabalhos e no plantel ao serviço de Sérgio Conceição, a verdade é que nenhum tem tido uma continuidade efetiva por parte do treinador português. É claro que este facto se pode dever apenas a uma opção técnica, mas a realidade é que tem havido um “eclipse” após a conclusão de uma renovação de contrato. Algo que os próprios jovens parecem sentir, como foi o caso de Fábio Silva, que numa entrevista ao “Canal 11”, afirmou que sentiu que após a extensão de contrato com os dragões que a sua utilização reduziu com maior acentuação.

Outro caso que parece confirmar essa tendência é o de Tomás Esteves, cujo a sua renovação foi muito badalada, e a um dado momento, após a conclusão da mesma, parecia que ia ter mais oportunidades na equipa principal, porém rapidamente saiu das contas de Sérgio Conceição, sendo que a solução arranjada foi a sua saída por empréstimo para o Reading FC.

É claro que estes sinais não são mais do que isso, ou seja, sinais. No entanto, este dado aliado à pouca soma de minutos por parte dos vários jovens da formação poderá fazer qualquer atleta oriundo do Olival pensar duas vezes antes de acertar a renovação com o FC Porto.

Neste sentido, o mercado de verão dos azuis e brancos ficou claramente marcado pela saída de vários jovens promessas da formação. Algo que parece clarificar que o futuro destes jogadores não passa pelo relvado do Dragão.

Análise final da A Volta a Portugal Edição Especial

A Volta a Portugal em Bicicleta Edição Especial foi conquistada pelo algarvio Amaro Antunes. Gustavo Veloso venceu o contrarrelógio final em Lisboa.

Pelo segundo ano consecutivo, um algarvio acabou por vencer a Volta a Portugal, depois de João Rodrigues, chegou a vez de Amaro, que tinha sido segundo classificado em 2017. Aos 29 anos, o trepador português conseguiu obter a vitória mais importante da sua carreira em classificações gerais. Já havia vencido o GP da Beira Baixa em 2015, o Troféu Joaquim Agostinho em 2017 e o Tour of Malopolska em 2018.

A Volta deste ano foi decidida, em grande parte, na Senhora da Graça, onde Amaro decidiu atacar de pronto a etapa e camisola amarela, e com sucesso. Logo ao primeiro dia de competição a W52-FC Porto agarrou a camisola, por intermédio de Gustavo Veloso, que depois passou a liderança ao seu colega de equipa.

O bloco da equipa portista esteve muito forte, com Samuel Caldeira e Daniel Mestre a controlarem quando o terreno era plano, enquanto que Ricardo Mestre, João Rodrigues e Rui Vinhas foram os elementos de trabalho na montanha. João Rodrigues, o vencedor da Volta em 2019, fez um grande trabalho para proteger a liderança da equipa, especialmente na subida à Torre, onde impôs um ritmo que não deixava sair ninguém.

Toda a equipa da W52-FC Porto só pode estar satisfeita com os resultados, alcançando a primeira e a segunda posição da geral, com Amaro e Gustavo Veloso, e ainda com João Rodrigues na sétima posição. Venceram também as duas etapas na especialidade de contrarrelógio e no Alto da Senhora da Graça. A classificação por equipas também foi vencida pela equipa portista, que dominaram desde o primeiro dia de competição. Veloso era o ciclista com mais idade da Volta, com 40 anos, mas demonstra que ainda está em grande forma.

As 5 contratações mais caras de Pep Guardiola

Josep Guardiola i Sala, um catalão com 49 anos que é globalmente reconhecido como um dos melhores pensadores do futebol em todo o planeta.

Na sua carreira recheada de sucessos enquanto treinador, Pep já treinou quatro clubes: FC Barcelona ‘B’, FC Barcelona, FC Bayern e Manchester City FC. Conquistou troféus com todos e já garantiu um total de 30 taças para os museus de todos os emblemas que orientou.

As vitórias não são gratuitas, e para ganhar é preciso investir. Pep Guardiola tem uma velha fama de ser um dos treinadores mais gastadores do mundo.

Por isso, o Bola na Rede esta semana foi estudar quais foram as cinco contratações mais caras do técnico catalão.

Antevisão Portugal-Espanha: Dérbi Ibérico prepara Liga das Nações

Joga-se em Alvalade confronto a feijões mas que a carga histórica impede de tornar aborrecido: Portugal e Espanha defrontam-se pela 36ª vez, numa caminhada onde a soberania hermana se sobrepõe ao espírito rebelde dos lusos – que, poder-se-á dizer, atravessam rara fase onde a qualidade individual se equipara à dos vizinhos, numa era onde Portugal compete olhos nos olhos com as grandes selecções, sem inibições ou complexos de inferioridade. Porém, continua o score negativo no histórico de confrontos, 13 vitórias contra oito, com vantagem para espanhóis, e 14 empates.

É AMIGÁVEL, MAS TODA A GENTE QUER VENCER. COMO SE COSTUMA DIZER NÃO SE QUER PERDER NEM A FEIJÕES! TAL COMO NAS APOSTAS. SABES QUANTO FICA O RESULTADO? ENTÃO, APOSTA JÁ NA BET.PT!

Tudo começou em Dezembro de 1921, num dia chuvoso que encharcou por completo o Campo O’Donell, casa do Club Atlético de Madrid, onde dez mil espanhóis de guarda-chuva viram a sua selecção dominar o adversário e vencer por 3-1.

A selecção das Quinas, capitaneada por Cândido de Oliveira, aguentou-se como pode e perdeu por margem agradável dadas as circunstâncias – á época, enalteceu-se a perfomance do grupo e a comitiva foi recebida como campeões no Rossio, numa demonstração clara do alívio de um País á espera de vexame, já que os Espanhóis tinham ganho pouco tempo antes á campeã olímpica Bélgica, por 2-0, e um futebol muito mais desenvolvido que o de cá: onde a Federação não passava ainda de uma… União, sem qualquer comunicação com as associações regionais e nem competição oficial existia para descobrir o campeão nacional.

Para ser mais perceptível a dimensão da distância qualitativa e organizacional: Portugal venceu pela primeira vez o dérbi ibérico em… 1937, ao décimo jogo entre os conjuntos.

O mundo mudou muito em 99 anos, e em 2020 Portugal é o campeão europeu em título. A Liga das Nações foi outro título conquistado, e este encontro servirá sobretudo para preparar os embates com França e Suécia da próxima semana, jogos a contar para a recente competição na qual Fernando Santos pretende revalidar a conquista.

O seleccionador chamou alguns nomes que, por uma razão ou outra, nunca se estrearam: Rui Silva, Rúben Semedo, Podence ou Nuno Sequeira – chamado á última da hora em substituição de Mário Rui, que foi impedido de viajar pelas autoridades italianas, restrições de pandemia – deverão ir a campo e exibir-se num José Alvalade que servirá também como local de outro tipo de teste: a DGS autorizou o preenchimento de 5% da lotação máxima, o que representa 2600 lugares sentados que serão, na sua totalidade, ocupados por convidados da FPF, já que a venda ao público em geral não foi sequer equacionada. Desleixo ou capricho?

 

COMO JOGARÁ PORTUGAL?

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

A prioridade é a Liga das Nações e o jogo de Domingo contra a França, em Paris, razão mais que suficiente para existirem muitas poupanças e rotatividade. Os nomes já mencionados poderão fazer estreia, até como titulares na maioria dos casos – o mais difícil será Rui Silva, com Anthony Lopes na convocatória a exigir minutos numa das raras ocasiões onde não se justifica a aposta em Rui Patrício.

José Fonte, que saiu da convocatória por estar infectado com o Covid-19, foi substituído por Domingos Duarte, que também poderá aparecer como titular caso Fernando Santos prefira proteger Pepe ou Rúben Dias de carga física desnecessária.

No meio, a abundância de soluções de qualidade tornará tarefa de fácil resolução a eleição da dupla titular, com William e Sérgio Oliveira a surgir como fortes hipóteses depois dos seus regressos aos convocados após ausência prolongada. Mais à frente, Ronaldo e Bernardo Silva deverão ser poupados em detrimento de Rafa, Podence ou Diogo Jota.

 

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: Club Atlético de Madrid

João Félix – Inconstante em Madrid, ao jovem prodigioso português não faltará motivação para assinar exibição bem conseguida frente à selecção espanhola. Não tem tido descanso com a pressão da aficion e da imprensa, que exigem a aceleração do seu desenvolvimento – o preço da sua transferência assim obriga. Um jogo bem conseguido amanhã seria uma boa maneira de garantir mais paciência a um público que dele… espera efeito de Midas.

 

ONZE PROVÁVEL: Anthony Lopes; Nélson Semedo, Rúben Semedo, Domingos Duarte, Nuno Sequeira; Rafa, William, Sérgio Oliveira, Renato Sanches; Félix e Diogo Jota

Os 3 treinadores que não têm o crédito devido

Ao acompanhar este extraordinário universo que é o futebol, torna-se bastante fácil valorizar os intervenientes. A genialidade de alguns craques com a bola nos pés torna-se evidente, assim como o brilhantismo na capacidade de leitura de jogo e nas escolhas táticas de alguns misters. No entanto, por vezes há alguns treinadores que são imensamente competentes, que apresentam resultados de grande relevância, mas que acabam por nunca obter o devido reconhecimento. Analisemos então três exemplos de treinadores que têm sido algo desvalorizados.

NFL, Semana 4: A lei do mais forte

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A quarta semana da National Football League (NFL) ficou marcada por mais um susto relacionado com a pandemia do COVID-19, que desta vez assolou os Tennessee Titans. Tom Brady andou atrás no tempo, os Seattle Seahawks continuam invictos e a derrota de Houston levou ao fim de uma era nos Texans.

NY JETS 28-37 DENVER BRONCOS: ADAM GASE MAIS PERTO DA PORTA

A semana começou com o embate entre Denver Broncos e New York Jets, duas equipas que entravam para esta partida com três derrotas em três jogos e muita inquietação em seu redor. Com várias lesões em ambos os plantéis, os Broncos colocaram a titular a sua terceira escolha para quarterback, Brett Rypien, um free-agent de segundo ano que, de repente, tinha de liderar a equipa.

Do outro lado, Sam Darnold, terceira escolha do Draft de 2018 e que também ele tem sido algo contestado nas últimas semanas devido a exibições menos positivas.

O jogo não foi espetacular – tirando a corrida de Darnold de 46 jardas para inaugurar o marcador – e confirmou que a posição de Adam Gase, treinador do NY Jets, está cada vez mais frágil. O técnico não geriu bem o encontro e foi dominado pelos Broncos. Rypien, apesar de não ter o braço mais forte da NFL, foi eficaz e levou Denver à vitória, a sua primeira esta época.

WASHINGTON FOOTBALL TEAM 17-31 BALTIMORE RAVENS: RAVENS VENCEM CONFORTAVELMENTE

Lamar Jackson e os Baltimore Ravens não precisaram de suar muito para levar de vencida a equipa de Washington. Apesar da exibição competente do quarterback Dwayne Haskins (32/45 passes, 314 jardas, um touchdown em corrida), Washington não conseguiu parar o ataque de Baltimore, que viu Mark Andrews receber três passes para 57 jardas e dois touchdowns, e Jackson lançar para 193 jardas, mais 53 em corrida.

Os Ravens conseguem assim mais uma vitória muito importante tendo em conta a vitória dos Cleveland Browns.

A NCAA vai cair?

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Os anos passaram e a NCAA cada vez mais tornou-se uma competição influente no mundo do basquetebol. A verdade é que à medida que ia conquistando fãs, ia simultaneamente ganhando mais pessoas em desacordo com o que se passava em redor da liga e com o seu sistema. Os jogadores vêm-se queixando da não remuneração pela prática desportiva, não obstante lhes forneça algumas regalias.

Afinal, o sistema universitário dos EUA está em decadência, ou irá transfigurar-se com os recentes movimentos?

O SISTEMA DÚBIO DA NCAA

Neemias Queta vê na NCAA o meio mais eficaz para atingir o «sonho» da NBA
Fonte: NBA Draft

Nos EUA, um jogador que represente uma faculdade, fica com o status de praticante amador e está impedido receber qualquer remuneração da prática que exerce enquanto jogador-estudante. Todavia este status de amador, o jovem atleta se pretender continuar a prática da modalidade numa vertente profissional, num futuro próximo, está obrigado a levar o basquetebol universitário como a sua principal pioridade, de modo a cativar os olheiros da NBA ou de outras equipas pelo mundo fora, seja para ter o seu nome chamado no «draft» da NBA ou para arrecadar um contrato profissional numa equipa fora dos Estados Unidos da América. Entre os exemplos portugueses que saíram da NCAA ou ainda se encontram presentes temos Neemias Queta e Hugo Ferreira, que olham para a NBA como algo verossímil e um sonho próximo de se realizar através da NCAA, mas também Francisco Amiel e Diogo Brito, sendo que estes dois já percorreram a liga universitária norte americana e agora apresentam contratos assinados em equipas profissionais.

De resto, apesar dos constrangimentos, são várias as regalias fornecidas pela NCAA. Alguns deles são a oferta de uma bolsa de estudos paga na íntegra (isto é se o estudante ficar os anos necessários para se graduar), estadia paga, algum suporte financeiro com alimentação incluída (para cerca 59% dos atletas) e ainda facilidade de acesso às instalações da faculdade para a prática desportiva. Aspetos que em Portugal não é de todo viável, dado ao sistema «basquetebolístico» paradoxo e grácil aquando comparado com os norte americanos.

Todavia as benesses às quais os atletas têm o fortúnio de ter acesso, tem sido vários os problemas suscitados nos últimos anos a este sistema universitário nos E.U.A, sendo que o principal problema assenta-se na não remuneração dos atletas, ao passo que a NCAA ganha bilhões anualmente, à custa dos direitos desportivos dos atletas.

O Clube da Terra: UFC Almeirim

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Do Ribatejo para o Bola na Rede TV, o UFC de Almeirim foi a formação em destaque no O Clube da Terra desta semana. Um programa que contou com a presença de Jorge Palhinha (Presidente da SAD) e Diogo Jesus (Treinador).

Depois de uma época quase perfeita nos distritais, os ribatejanos são estreantes no Campeonato de Portugal e já têm o sonho de conseguir subir à Segunda Liga. O presidente da SAD elogiou ainda a FPF pela criação da nova 3.ª divisão. A formação é uma aposta que Jorge Palhinha quer também implementar no clube de Almeirim, para que se possa formar novos «Cristianos Ronaldos e Figos».

Um projeto com diversos jogadores jovens e que é comandado por um treinador de 27 anos. Diogo Jesus começou a treinar o UFC Almeirim com 26 anos, mas, apesar da idade, é a aposta de Jorge Palhinha, que reparou no jovem quando ainda treinava as camadas jovens do clube. Porém, a tenra idade não é impedimento de um ter na sua posse uma mentalidade vencedora.

O presidente da SAD admitiu que, ao início, os adeptos do UFC Almeirim desconfiaram a vinda de um investidor. Atualmente, já há mais apoio para toda a estrutura da formação ribatejana. Ao finalizar o programa, Jorge Palhinha admitiu que os fantasmas das SAD em Portugal e no Mundo não assustam os ribatejanos, visto que a nível financeiro está tudo sob controlo.

O Clube da Terra com moderação de João Castro, comentários de Rui Cipriano Duarte e participação de Jorge Palhinha e Diogo Jesus

As 5 melhores parcerias da história do futebol

Existem muitas parcerias no futebol, umas de mais curta e outras de maior longevidade. Mas não é em qualquer clube, nem todos os anos que podemos encontrar duplas que encaixaram na perfeição.

Destacamos esta semana várias parcerias de jogadores, que em cinco países/campeonatos diferentes demonstraram a sua qualidade e consistência e que na sua maioria estiveram juntos por um hiato temporal considerável, o que fez aumentar a ligação entre ambos.

Vamos a isso.