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Super Rugby Aotearoa: Um retorno aos tempos «COVID Free»

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Ao contrário do nosso país, a Nova Zelândia vai dominando a pandemia, sendo que, atualmente, não existe nenhum caso ativo no país. Além do mais, já lá vão três semanas desde que o último caso de COVID-19 foi detetado. Como tal, o regresso ao Rugby foi acompanhado pelo retorno dos adeptos ao estádio sem quaisquer restrições. O Super Rugby Aotearoa tornou-se, assim, a única competição de cariz profissional no mundo a abrir as portas ao público que, como seria de esperar, respondeu em massa aos jogos inaugurais.

Na cerimónia que antecedeu o jogo de abertura, o ministro do desporto neozelandês, Grant Robertson, enalteceu a disciplina do povo Kiwi e sublinhou a importância dos adeptos no desporto.

Posteriormente, sob o olhar de 22000 adeptos, deu-se o pontapé de saída da competição. No recinto fechado do Forsyth Barr Stadium, em Dunedin, os Highlanders levaram a melhor sobre os Chiefs, num jogo muito renhido em todos os capítulos. A equipa da casa acabou por ser mais pragmática do que a franquia da cidade de Hamilton. Os Landers marcaram três ensaios contra os dois dos Chiefs, que, por sua vez, não foram frios o suficiente em fases cruciais do jogo.

Numa segunda parte menos agitada do que a primeira, devido ao elevado número de penalidades que veio diminuir a intensidade do jogo, assistimos a algo cada vez mais raro nesta modalidade, o recurso aos drops. Damian McKanzie, com um pontapé de ressalto, colocou os Chiefs um ponto à frente dos Highlanders a três minutos do fim. Aos 79’, Bryn Gatland respondeu da mesma maneira, com uma excelente execução a 35 metros dos postes, garantindo, desta forma, a vitória por 28-27 diante da equipa orientada pelo seu pai, Warren Gatland.

Os comandados de Aaron Mauger garantiram uma vitória difícil, num jogo que não só ficou marcado pelo regresso à competição, mas também pelo elevado número de penalidades assinaladas e pela adaptação às novas leis do breakdown. Foram 30 as vezes em que Paul Williams penalizou os jogadores, contrastando com as 12 penalidades marcadas no embate entre Highlanders e Chiefs da época passada.

Os 5 búlgaros que mais marcaram o Futebol Português

A Bulgária atingiu o seu auge em termos futebolísticos nos anos 90, década na qual marcou presença em dois Mundiais e um Europeu. A anteceder esse período dourado da selecção da Bulgária, uma contingente búlgara emigrou para Portugal, numa altura em que o país do leste europeu estava mergulhado numa ditadura comunista. E vários jogadores búlgaros viriam a deixar a sua marca em vários clubes. Por isso, hoje irei aqui fazer um top com os cinco melhores jogadores búlgaros que jogaram no nosso país.

Prémios antecipados da Primeira Liga

Com o correr do campeonato, muitas são as especulações acerca da condição física dos jogadores e o rendimento que poderão colocar em campo, pelas exibições a que fomos presenteados, é seguro afirmar que a nível individual, jogadores e equipas técnicas estão, ainda, numa estranha “pré-época”. Portanto, focarei este espaço numa previsão acerca daqueles que, individualmente, irão arrecadar os mais prestigiados prémios.

Estádio José Alvalade | Dias de Glória

Na passada quarta-feira assinalou-se o 64º aniversário da inauguração do antigo Estádio José Alvalade. Uma festa pomposa e memorável, testemunhada in loco por mais de 60 mil Sportinguistas e que contou com a presença de várias delegações de clubes nacionais e estrangeiros.

“Vê-se e mal se acredita”, escreveu o então jornalista d’A Bola e futuro presidente da FPF, Silva Resende, clara referência à rapidez com que a Obra foi executada por um número de trabalhadores que chegou a atingir os 1400. Um sonho de muitas Sportinguistas de então viria a tornar-se realidade.

Este grande empreendimento teve a assinatura dos Arquitectos António Augusto Sá da Costa e Anselmo Fernandez, sendo este último considerado como um dos maiores Sportinguistas da história. Foi atleta do Sporting CP durante 17 anos e viria a ser o técnico principal da equipa que conquistou a Taça das Taças em 1964. E não cobrou quaisquer honorários pela elaboração do projecto de arquitectura!

A construção do Estádio fica também marcada pela grande mobilização dos Sportinguistas em torno do projecto. Com efeito, o financiamento da construção do Estádio contou sobretudo com a participação dos sócios leoninos que subscreveram em massa os famosos “Lagartos”, que eram uma espécie de empréstimo obrigacionista ao Sporting CP. Ficaram também célebres as “picaretadas” – os sócios pagavam até vinte escudos (uma pequena fortuna na época!) pelo direito de ajudar na demolição do Stadium de Lisboa, o recinto antecessor do Estádio José Alvalade.

Mais tarde, em 1983, sob a égide do Presidente João Rocha procedeu-se ao fecho do Estádio com a construção da “Bancada Nova” que substituiu a bancada de peão e à instalação de uma nova pista olímpica.

O antigo “Vulcão de Alvalade” será sempre recordado por muitos Sportinguistas com muita saudade. São incontáveis os momentos históricos e os grandes jogos vividos no velho Estádio: desde os 5-0 ao Machester United FC até à inevitável goleada de 7-1 infligida ao SL Benfica, seguida das fogueiras dos cartões de sócio dos adeptos encarnados. O velho Estádio foi também palco dos maiores concertos que Portugal recebia: Rolling Stones, Michael Jackson, Pink Floyd, Metallica, Van Halen, entre tantos outros, foram alguns dos nomes que actuaram no Estádio José Alvalade.

À semelhança de outros estádios colossais da Europa como Old Trafford, Santiago Barnabéu e Camp Nou, também o velho Estádio de Alvalade deveria ter sido sujeito a obras de modernização e remodelação que atendessem às exigências de segurança e de logística que o futebol requer nos dias de hoje.

Inevitavelmente, as memórias e recordações desses grandiosos tempos esbatem-se com a frieza da comparação com os novos tempos. Quem assistiu a partidas com lotação esgotada no antigo Estádio compreenderá com certeza o que tento aqui dizer. O futebol moderno, que não é mais que um futebol “fast-food” e que hoje vivemos no actual Estádio José Alvalade, contrasta e muito com a realidade de antigamente.

Para mim o melhor momento vivido no antigo Estádio foi o dia em que lá entrei pela primeira vez de mão dada com o meu avô. Felizmente, tive o privilégio de passar a minha infância nesse Estádio, bem como na antiga Nave de Alvalade que era o antigo palco das modalidades de pavilhão. Apesar de miúdo, recordo-me das colunas imponentes vistas por fora e da mítica Porta 10-A onde jogadores e equipa técnica se cruzavam com os sócios (outros tempos, de facto).

Sempre achei que o velho Estádio é a materialização da grandeza do Sporting CP: grande, sóbrio, imponente, carismático, honrador da tradição olímpica do Clube. No fundo, era a representação suprema do orgulho e da raça leonina, algo que tem vindo a desvanecer-se com o passar dos tempos. Cabe a nós, Sportinguistas, restaurar esses valores e honrar a história do nosso Clube.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Joana Mendes

Ligação fraternal no Hóquei em Patins

Como em todas as modalidades, deparámo-nos com famílias que praticam o mesmo desporto. Neste artigo, a investigação debruçou-se sobre irmãos que jogam hóquei em patins ao mais alto nível e, sem grande dificuldade, foi encontrado o nosso top 5. Desde duplas portuguesas, espanholas, argentinas e até francesas, o amor pelo stick e o rinque de hóquei une e causa rivalidades quando se defrontam.

5.

Matías Platero (Sporting CP) e Franco Platero (Deportivo Liceo) – Da Argentina chegam os irmãos Platero. Matías joga, neste momento, no Sporting CP e é uma das peças fundamentais do plantel leonino. Por outro lado, Franco encontra-se em Espanha ao serviço do Deportivo Liceo, que terminou a temporada no segundo lugar da OK Liga.

Dani Ceballos| Promessa perdida ou fora de contexto?

Daniel Ceballos Fernández. Ou Dani Ceballos, para o futebol. Médio espanhol que despontou ao serviço do Real Bétis Balompié, impressionou nos escalões jovens da seleção, mas nunca chegou a convencer, verdadeiramente, os responsáveis do Real Madrid CF. Durante a presente temporada foi emprestado ao Arsenal FC, com estatuto para se impor, algo que (ainda) não aconteceu.

Diversos fatores condicionaram esta época, tendo feito com que fosse atribulada para o jogador em questão. Primeiro, o facto de o clube londrino não ter qualquer projeto desportivo em andamento. Contratações sem nexo, a juntar a um balneário com personalidades que apenas dificultam o progresso da equipa e à ausência de proposta de jogo.

Depois, os gunners já vão no terceiro técnico da temporada. Unai Emery, Fredrik Ljungberg (como interino) e agora, Mikel Arteta. A falta de regularidade, coerência e continuidade do treinador afeta sempre qualquer equipa. As chicotadas psicológicas só têm possibilidades de resultar, se os verdadeiros protagonistas (atletas), olharem com “bons olhos” para a mudança.

Por último, mas não menos importante, os problemas físicos. Ceballos falhou 11 jogos do Arsenal devido a lesões. Apesar de não parecer muito, esteve ausente durante quase um terço da época. O que para um jogador emprestado (com intenção de jogar) é bastante. Aliado a isso, a inconstância ao nível da intensidade em jogo, fez com que a sua vida fosse entre a titularidade esporádica e o banco de suplentes.

A meu ver, o desfecho mais provável para o internacional espanhol no final deste ano desportivo é o regresso a Madrid. Porém, não o imagino a integrar o plantel do Real num futuro próximo, a menos que, a crise financeira fruto da pandemia ou alguma alteração surpreendente na filosofia do clube, o obriguem. O mais certo é que volte a ser emprestado, ou até mesmo vendido.

O médio centro demonstrou uma capacidade impressionante no Benito Villamarín e sobretudo, na conquista dos europeus de sub19 e sub21 pela roja. A qualidade de passe, remate, progressão com bola e visão de jogo, não desparecem de um dia para o outro. Mas sinceramente, não o imagino a chegar ao mais alto nível. Espero estar enganado. O melhor para a sua carreira, seria definitivamente, dar um passo atrás, para depois poder dar dois à frente. Uma estadia em Valência, Sevilha (quer fosse na “casa-mãe” ou no eterno rival), ou até mesmo neste projeto do Getafe CF, poderia ser o “trampolim” que necessita.

Após uma época (até à suspensão das competições) em que disputou 24 jogos, marcou um golo e fez duas assistências, qual será o verdadeiro destino de Dani Ceballos na próxima temporada? Com 23 anos e um valor de mercado avaliado em 32 milhões de euros (pelo Transfermarkt), deixo aqui uma questão: o “falhanço” exibicional, deve-se às expectativas elevadas ou ao contexto em que esteve/está presente?

Chico Geraldes | A última vida

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Ao longo dos artigos que escrevi no Bola na Rede, exemplifiquei vários assuntos de como acontecem coisas muito estranhas no Sporting CP. É um clube onde há sempre mais um caso e mais um tema que deixa os sportinguistas a refletir sobre a sorte ou azar que paira no clube. Hoje é o dia de falar sobre o estranho caso de Francisco Geraldes mais conhecido como Chico.

Atualmente, correm tempos de enorme destaque para a Academia de Alcochete. Rúben Amorim trouxe uma nova vida aos miúdos e ao célebre ADN verde e branco de aposta na formação. Em apenas três jogos ao serviço dos leões, o jovem treinador já demonstrou que a qualidade se sobrepõe à idade. Não importam nomes mas sim a qualidade para defender as cores do clube, o que na minha opinião faz todo o sentido.

Não sou apologista do lançamento de jovens exclusivamente para a campanha de promoção da Academia e para entusiasmar alguns sportinguistas que veneram esse facto. Sou apologista de que a qualidade é o mais importante independentemente da idade. Se um jovem ou um veterano têm a qualidade necessária para representar as cores do clube que defendem e fazem a diferença, então que se aposte na qualidade.

São raros os adeptos e sócios do Sporting CP que não anseiam ver Chico Geraldes a brilhar de leão ao peito. Há muitos anos que a sua qualidade tem sido merecedora de aposta no seu talento mas quando chega o momento, parece que há qualquer coisa que falta. Já ouvi inúmeras vezes que “o Sporting era Chico e mais dez”, “Geraldes é o substituto de Bruno Fernandes”, “O Jorge Jesus nunca contou com ele porque não aposta na formação” e “é um jogador com classe”. Quando uma expectativa não é realizada, chega o momento em que a esperança se desvanece e penso que é exatamente isso que está a acontecer com Francisco Geraldes.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Gosto genuinamente do Chico e tem uma postura anormal, no bom sentido, para um jogador de futebol. Um rapaz simples, humilde e pouco extravagante, algo que não estamos habituados a ver no mundo do futebol. A qualidade humana não é uma questão pertinente para a falta de aposta no seu talento.

Por falar em talento, é aqui que se prende a questão. Fez a sua melhor temporada ao serviço do Rio Ave FC, com Miguel Cardoso no comando técnico da equipa vilacondense. Uma época espetacular e tudo apontava que voltaria ao Sporting CP, ao seu clube do coração, para brilhar. Infelizmente não foi isso que aconteceu.

Este é o momento em que, infelizmente, a lógica tem de ser maior que o fanatismo e com isso vem a racionalidade. Geraldes teve aproximadamente dez treinadores nos últimos anos e apenas por duas vezes foi aposta ganha. Uma ao serviço do Moreirense FC (onde conquistou a Taça da Liga) e outra, como referido anteriormente, no Rio Ave FC.

Durante esta temporada voltou a Alvalade, depois de encontrar Miguel Cardoso na Grécia, no AEK Atenas, mas o percurso do treinador português foi curto e não foi suficiente para potenciar o seu pupilo.

A verdade é que já lá vai um tempo e a afirmação de Geraldes no Sporting por chegar. Custa-me acreditar que a culpa seja dos treinadores e não do jogador. Já passou por vários clubes, campeonatos (recentemente o alemão e grego) e nunca foi aposta. O que é que está a faltar? Esta é a questão que todos os sportinguistas colocam.

O tempo está a acabar, Chico tem 25 anos, termina contrato com o Sporting CP em 2021 e esta é a sua última oportunidade para demonstrar que tem qualidade para jogar de leão ao peito. Admiro o seu sportinguismo mas para ganhar precisamos de muito mais. Será esta a sua última vida no Sporting CP? O que irá acontecer com Rúben Amorim no comando técnico dos leões? Espero sinceramente que Geraldes possa demonstrar o seu valor e vê-lo a brilhar em Alvalade é algo que anseio imenso.

Foto de Capa: Sporting CP

Os 5 melhores golos da jornada 26 da Primeira Liga

Na jornada 26 foram marcados um total de 20 golos e, alguns deles, são verdadeiramente espetaculares, pelo que admito que não foi fácil selecionar o top cinco da semana. Vejam aqueles que selecionei e digam-me se escolheriam de forma diferente nos comentários!

FC Porto segue na frente na marcha da Primeira Liga

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Nunca acontecera tal coisa, mas a verdade é que, por razões maiores, como a pandemia do coronavírus, o FC Porto está em primeiro lugar durante a época dos santos populares. Razões para festejar? Ainda há muito jogo para se disputar, mas a verdade é que os dragões continuam na liderança, mesmo não tendo aproveitado todos os deslizes do segundo classificado, SL Benfica.

As duas últimas jornadas para a equipa portista tiveram uma dose de agridoce quanto baste para os adeptos. A partida frente ao FC Famalicão resultou na terceira derrota para a turma de Sérgio Conceição na edição 2019/2020 da Primeira Liga, pondo em causa o primeiro lugar assegurado até então. O SL Benfica jogava no dia seguinte e tinha nos pés a chance de regressar ao topo da classificação com uma vantagem de dois pontos. O empate caseiro dos encarnados impossibilitou esse salto e deu-se uma igualdade pontual, ainda que com o FC Porto na frente.

Na jornada 26 era essencial que os dragões voltassem às vitórias, já num período pós-eleições em que se confirmara a continuação de Jorge Nuno Pinto da Costa na presidência. O marcador não foi folgado e a exibição muito menos, mas valeram os três pontos que aumentaram a distância do segundo lugar para o primeiro – muito por culpa de um novo deslize do SL Benfica.

O SC Portimonense foi a perder para o intervalo, mas não desistiu e foi atrás do prejuízo conseguindo o empate frente ao SL Benfica. Sérgio Conceição, na conferência de imprensa pós-jogo, admitiu apenas saber do resultado entre alvinegros e encarnados no fim da partida do FC Porto, o que significa que esse fator não interferiu na motivação dos jogadores portistas.

Os azuis e brancos seguem na frente com 63 pontos, sendo perseguidos pelo SL Benfica com 60 pontos.

Na próxima jornada o FC Porto desloca-se à Vila das Aves para defrontar o último classificado do campeonato. O CD Aves atravessa uma fase conturbada, uma vez que já não conhece o sabor da vitória há sete partidas. A manutenção é um sonho cada vez mais irreal para a equipa de Santo Tirso. Já o SL Benfica tem pela sua frente um adversário que pode provocar estragos – o Rio Ave FC ainda tem aspirações de ir à Liga Europa, estando apenas a cinco pontos do quinto classificado Sporting CP.

A marcha da Primeira Liga ainda tem muito por onde desfilar e a verdade é que o FC Porto vai na frente, mas muita coisa pode mudar até à 34.ª jornada. Certo é que tanto Santo António como São João deverão querer puxar a brasa à sua sardinha e o caneco, no fim, só vai para um. O carrossel vai parar no fim de julho e só aí é que se poderão lançar os foguetes.

5 jogadores que deram pequenos passos atrás para dar o salto depois

Nos últimos anos, assistimos a uma crescente aposta dos clubes portugueses na formação, nomeadamente nos “três grandes”, o que se tem revelado uma aposta certeira, tendo em conta a quantidade de diamantes em bruto de jogadores que aparecem nas camadas jovens das equipas portuguesas. No entanto, como seria expectável, por cada craque que emerge, também há uns quantos que, por dificuldades de adaptação ou falta de oportunidades, não conseguem explodir na equipa principal do seu clube.

Felizmente, esses jogadores têm sabido não insistir no erro de permanecer no seu clube de formação sem jogar, tendo a coragem de abraçar um novo desafio, num clube mais “pequeno”, mas que lhes oferece um recomeço e uma larga margem de progressão. Essa confiança depositada gera jogadores absolutamente indispensáveis nessas equipas, que coleccionam boas exibições, boas épocas e em última análise, títulos, sendo logo apontados a voos mais altos. Adaptando as palavras imortais de Neil Armstrong quando pisou a Lua, em 1969, a uma situação futebolística: é um pequeno passo atrás para dar um salto gigante para a frente na carreira destes jogadores. Falemos então, de cinco corajosos jogadores nestas condições.