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5 dados estatísticos do Rio Ave FC x SL Benfica

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Esta quarta-feira o Rio Ave FC recebe o SL Benfica no Estádio dos Arcos. O Rio Ave FC pretende vencer para continuar na luta por um lugar europeu. Se a equipa de Vila do Conde conseguir a vitória, passam provisoriamente à frente do Famalicão (no quinto lugar). Já os encarnados precisam de vencer, para superar a má fase e igualar o FC Porto (que ontem empatou frente ao CD Aves) no primeiro lugar.

O REGISTO ENCARNADO NÃO É ANIMADOR: NOS ÚLTIMOS 10 JOGOS, APENAS 1 VITÓRIA. A ODD DO RIO AVE FC ESTÁ 5.15. APOSTAS NA BET.PT?

É esperado um jogo equilibrado entre a equipa de Carlos Carvalhal e a do seu ex-discípulo Bruno Lage.

Em jeito de antevisão trago-vos algumas curiosidades e dados estatísticas dos duelos entre Rio Ave FC e SL Benfica.

Antevisão | Os 5 melhores jogos entre Sporting CP e CD Tondela

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O CD Tondela chegou ao principal escalão do futebol português em 2015, depois de uma caminha inédita na Segunda Liga em 2014/2015, sagrando-se assim campeão. Tem-se mantido na Primeira Liga desde então e tem construído a história de um clube que te tem ficado mais tempo do que se esperava.

OS LEÕES CONTINUAM A SOMAR VITÓRIAS COM RÚBEN AMORIM. AGORA, RECEBEM UM ADVERSÁRIO QUE RECENTEMENTE TIROU PONTOS AO SL BENFICA, NA LUZ. SERÁ QUE VAI HAVER SURPRESA? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Desde 2015, foram inúmeros os duelos entre leões e tondelenses, defrontando-se pela primeira vez no Estádio Municipal de Aveiro a 14 de agosto, a contar para a jornada inaugural.

Tendo em conta os dados estatísticos, podemos afirmar que a equipa da Beiras tem sido bastante difícil de bater cada vez que encontra a turma de Alvalade. Nos últimos cinco jogos, verificam-se duas vitórias para cada equipa e um empate. O Sporting CP nunca perdeu com o CD Tondela em Alvalade. Contudo, apenas conseguiu bater a equipa visitante uma vez.

Desde a retoma do campeonato, as duas equipas ainda não perderam nenhum jogo. Ambas venceram na última jornada. Destaque para o CD Tondela que empatou na Luz, somando mais um ponto importante na luta pela manutenção.

Atualmente, o Sporting CP encontra-se no 4º lugar com os mesmos pontos que o Braga (3º) e o CD Tondela no 14ª lugar, a oito pontos da linha de água.

Nesta antevisão, trago-vos uma lista dos melhores jogos entre Sporting CP e CD Tondela. A estatísticas valem o que valem, mas a história tem o seu peso. O que irá acontecer na próxima quinta feira, em Alvalade?

MotoGP: As duas rodas estão, finalmente, de volta!

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O mundial de MotoGP está de volta ao asfalto. Mas calma, ainda temos de esperar quase um mês para vermos as motos a rodar no circuito de Jerez de la Frontera.

A história diz-nos que esta é a temporada mais curta e também a mais tardia. E tudo se deve à pandemia que assolou o mundo. São 13 grandes prémios confirmados, e faltam decidir as provas que podem ocorrer fora da Europa (Américas, Argentina, Tailândia e Malásia) – não teremos de esperar muito já que a decisão em relação a estas provas será conhecida a 30 de junho.

Para termos este número de corridas numa temporada é necessário recuar até 1992, altura em que a Dorna assumiu a liderança do mundial. Se 2020 não estivesse virado do avesso, este ano teríamos 20 provas – um número que foi crescendo ao longo desde 1949. Se olharmos, apenas e só, para a era MotoGP estamos perante a temporada mais curta de sempre. Curioso, não?

Ao analisar o calendário lançado pela Dorna chegamos a duas conclusões muito rápidas: teremos cinco circuitos que vão acolher dois grandes prémios e sete das 13 provas serão disputadas em Espanha – um dos países da Europa mais afetado pelo Covid-19. Parece-me que o fator Ezpeleta teve uma grande influência aqui.

O mundial arranca a 19 de julho
Fonte: MotoGP

Sabemos, claro está, que este regresso terá ainda mais logística e é muito provável que aconteça sem público nas bancadas dos circuitos, à semelhança do que acontece com o futebol, por exemplo.

Depois da história, este texto vai ser dedicado à futurologia sobre o que nos espera esta temporada 2020. Há coisas certas que já mencionei acima, mas há outras que também me parecem certas: 13 provas vão obrigar a que não exista margem de erro para nenhum piloto – principalmente para aqueles que vão lutar taco a taco pelo título de campeão mundial em tempos de Covid-19.

A disputa pela vitória vai ser ainda mais renhida. Se antes, nenhum piloto queria perder pontos importantes para o título, agora com um número tão reduzido de provas ainda muito menos.

Marc Márquez parte na pole position para revalidar o título de campeão mundial. Mas temos Valentino Rossi motivado e em busca do seu décimo título na categoria rainha. E este ano com a ajuda preciosa do antigo “rival” Jorge Lorenzo. O irmão do atual campeão do mundo, Alex Márquez, terá uma época de estreia na categoria rainha do mundial aos comandos da Honda – mas poderá ser sol de pouca dura já que poderá ser relegado para a LRC na próxima época. No entanto, esse tema será conversa para outras núpcias.

Por outro lado, Dovizioso poderá entrar na corrida pelo título mundial, mas o facto de a Dorna ter congelado os desenvolvimentos das motos até 2022 poderá colocar em risco a performance da marca italiana – conhecida como sendo a mais inovadora, mas também a mais difícil de pilotar.

Quanto ao português Miguel Oliveira… poderá ter a porta aberta da KTM para 2021, caso Pol Espargaró saia para a Honda. Mas para 2020, parece-me que o piloto vai lutar pelo top 10 tanto nas provas, como na tabela classificativa do mundial. O falcão de Almada tem todas as armas para brilhar e triunfar no asfalto em 2020.

Oliveira fará a sua segunda temporada na categoria rainha do mundial
Fonte: MotoGP

Se a época de 2020 ainda é uma incerteza quanto a vencedores, a de 2021 também já começa a dar que falar. Se acham que o mercado de transferências no MotoGP não é animado, então alguém vos mentiu. Valentino Rossi pode assinar pela Petronas no final deste mês e continuar mais uma temporada no mundial, depois de muito se ter especulado em relação ao seu futuro e reforma.

Apesar deste exercício de futurologia, uma coisa é certa: o mundial está de regresso ao asfalto e promete mais emoção do que nunca. Vemo-nos dia 19 de julho!

Foto de Capa: MotoGP

Manuel Cajuda: «Ter-me-ão roubado o meu sonho: pôr o Vitória SC na luta pelo título»

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Uma figura especial do Futebol português e nos bancos, Manuel Cajuda foi o convidado no Bola na Rede TV desta semana numa “uma verdadeira aula de Futebol”. O treinador português relembrou os episódios da sua vasta experiência, as possibilidades de treinarem os “três grandes” e perspetivou o que lhe espera no futuro.

Manuel Cajuda começou por criticar o atual estado do Futebol português tanto nas quatro linhas como fora delas e deixou o aviso: «Se o Futebol fosse uma disciplina vocês nunca mais acabavam o curso. O Futebol está sempre a mudar».

Com experiências no Minho, Manuel Cajuda não esqueceu a passagem pelo Vitória SC e pelo SC Braga. Com “os conquistadores”, relembrou o «roubo» em Basileia em o fiscal de linha anulou o golo de Roberto, que daria o empate no jogo. «Ter-me-ão roubado, e ao Vitória SC, o meu sonho: pôr o Vitória SC na luta pelo título», relembrou a derrota na Suíça que tirou possibilidade de os vimaranenses continuarem na Liga dos Campeões.

Treinador dos bracarenses entre 1998 e 2002, Manuel Cajuda confessou as dificuldades financeiras do clube e que, na altura, recebia o ordenado aos “terços” (pago três vezes durante o mês). Manuel Cajuda não esqueceu a passagem no UD Leiria e também a época desastrosa de 2011/12, onde a equipa acabou um jogo com oito jogadores.

O treinador algarvio desabafou que teve possibilidade de ir para os três grandes, mas que nunca se concretizou: «não tenho pena, eles é que devem ter tido pena de não ter treinado eles». Manuel Cajuda deixou ficar a pergunta no ar de o que podia ter feito nestas equipas, visto que tinha já feito grandes trabalhos em equipas com muitas dificuldades financeiras.

Quanto ao futuro, Manuel Cajuda não tem certezas em relação a um clube, mas tem uma certeza: «Dificilmente vou estar em Portugal. Não posso bater nos outros se não me querem aproveitar».

CD Aves 0-0 FC Porto: A falta de eficácia trama novamente os dragões

A CRÓNICA: ASPIRAÇÕES PORTISTAS ESBARRAM NAS AVES

O FC Porto entrou em campo antes do rival contra o último classificado da liga, o CD Aves, em claras necessidades de pontuar. Os dragões procuravam contrariar as exibições atípicas desde o regresso do campeonato e o resultado não foi o esperado. Os avenses conseguiram um merecido empate no seu reduto e o FC Porto pode ver o SL Benfica em igualdade pontual, em caso de vitória em Vila do Conde.

Sérgio Conceição mudou algumas peças no onze em comparação às últimas partidas, como a colocação de Tomás Esteves e Diogo Leite nas laterais, a entrada de Uribe em detrimento de Danilo e a presença de apenas um avançado – Zé Luís.

O FC Porto entrou com a força toda e dominou os primeiros minutos do encontro, beneficiando das melhores oportunidades e impedindo os avenses de subir no terreno. A superioridade podia-se ter confirmado aos 21 minutos, no entanto, Zé Luís desperdiçou uma oportunidade da marca dos 11 metros, seguida de falta do guardião Fábio sobre Otávio.

As equipas foram para o balneário empatadas a zero no final do primeiro tempo, marcado por um domínio total dos azuis e brancos, com um grande número de oportunidades de perigo criadas. O Aves ameaçou a baliza de Marchesín apenas por uma vez, e o conjunto orientado por Sérgio Conceição esperava entrar com a igual força na segunda parte para derrubar a equipa da Vila das Aves.

Assim aconteceu e o FC Porto iniciou o segundo tempo com dois lances com perigo à baliza, obrigando Fábio a uma grande defesa face a um remate dentro de área do colombiano Luís Diaz. Com dez minutos para o final do tempo regulamentar, o FC Porto continuava a pressionar o adversário, que se ia aguentando como podia. No tempo de compensação, o lance da partida vai para o guarda-redes do Aves que se ergueu para uma defesa monumental perante um remate de Marega, seguido de um passe magistral de Vitinha.

Passados sete minutos dados pela equipa de arbitragem, ouviu-se o apito no estádio da Vila das Aves e o FC Porto desperdiçou a oportunidade de ficar cinco pontos à frente do SL Benfica à condição. Um ponto precioso para a equipa orientada por Nuno Manta Santos.

A FIGURA

Fábio Szymonek – O guarda-redes do CD Aves foi a grande figura da partida, apesar de ter cometido uma grande penalidade. Foi imperial na baliza, deixando-a impenetrável durante toda a partida e com oito defesas realizadas, com destaque para a parada do remate de Moussa Marega nos descontos. O grande responsável por este ponto aguerrido dos avenses.

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Zé Luís – O avançado cabo-verdiano continua a passar ao lado daquilo que é capaz e, apesar do esforço demonstrado, perdeu várias vezes o esférico, decidiu mal em várias ocasiões e falhou um penálti decisivo na primeira parte. Já na última partida contra o CS Marítimo, Zé Luís esteve uns furos abaixo e a sua forma parece não melhorar. É óbvio que se tivesse marcado o penálti a história era diferente e a confiança podia subir, mas o avançado dos dragões tem capacidade para fazer muito mais.

ANÁLISE TÁTICA – CD AVES

O Desportivo das Aves fechou-se bem e conseguiu controlar as iniciativas ofensivas do líder do campeonato. A defesa manteve-se compacta e com destaque para uma linha de cinco atrás, auxiliada pelos médios Estrela e Falcao, que estiveram exímios nos desarmes. Sem conseguir chegar à baliza de Marchesín, o CD Aves limitou-se a despejar a bola para a frente toda a segunda parte, pois não tinha condições para subir as suas linhas. A equipa elevou-se neste jogo e conseguiu o impensável, ganhar um ponto ao FC Porto.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Fábio (9)

Afonso Figueiredo (7)

Diakhite (7)

Buatu Mananga (7)

Banjaqui (6)

Claudio Falcao (7)

Estrela (6)

Yamga (6)

Mohammadi (5)

Soares (6)

SUBS UTILIZADOS

Rúben Oliveira (6)

José Varela (5)

Rúben Macedo (5)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Sérgio Conceição alterou o sistema tática na Vila das Aves, alterando para um 4-3-3 e privilegiando o lado direito, com o desequilíbrio de Corona, desta vez mais perto da área adversária. Luís Diaz via uma função acrescida do lado esquerdo, visto que Diogo Leite foi adaptado para compensar a ausência de Alex Telles e, portanto, o colombiano não tinha grande apoio do seu lado. Pouco depois do início da segunda parte, Conceição tirou o jovem Tomás Esteves para colocar Marega e Corona passou a desempenhar a função de lateral direito. O sistema manteve-se, apesar de Marega procurar mais a zona de finalização.

Apesar do claro domínio a nível exibicional, os dragões voltaram a sentir problemas na finalização e a equipa continua dessincronizada.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marchesín (6)

Tomás Esteves (6)

Pepe (7)

Mbemba (6)

Diogo Leite (6)

Sérgio Oliveira (8)

Uribe (6)

Otávio (7)

Luís Diaz (6)

Corona (7)

Zé Luís (5) 

SUBS UTILIZADOS

Marega (6)

Tiquinho (5)

Vitinha (6)

Aboubakar (6)

Regresso a Casa: Será este um FC Famalicão para ficar?

O Regresso a Casa é uma rubrica na qual os antigos redatores voltam a um lugar que bem conhecem e recordam os seus tempos remotos, escrevendo sobre assuntos atuais. Hoje falaremos sobre o FC Famalicão. 

O ano 2020 tem sido atípico em vários aspectos e o desporto não escapa. Mas esquecendo o período que vivemos e analisando o nosso futebol há um clube que despertou muita curiosidade no inicio desta temporada e que tem correspondido à expectativa causada pelos seus adeptos e adeptos do futebol em geral. E esse clube é mesmo o Famalicão.

Em pleno Minho, região que já tanto deu ao futebol, o Fama regressou esta temporada à Primeira Liga e tem sido a sensação deste campeonato. Este regresso despertou a curiosidade dos seus adeptos e não só, pela maneira como o clube se apresentou na Primeira Liga e pelo projecto ambicioso que tinha.

A vinda de jogadores como Nehuén Pérez, Gustavo Assunção, Guga Rodrigues, Rúben Lameiras, Fábio Martins entre outros, criou água na boca dos adeptos e a grande questão era até onde podia ir o Famalicão. Ou estes jogadores não iam conseguir conviver e ou então teríamos aqui um caso sério. 26 jogos depois a resposta está dada. O Famalicão ocupa a  quinta posição, andou sempre nos lugares cimeiros, chegou a ocupar a liderança e a ser a única equipa invicta, é o terceiro melhor ataque, tem vitórias sobre FC Porto e Sporting CP  e os elogios são unânimes por parte de quem vê a equipa jogar, no que toca ao seu futebol de qualidade.

Não haja dúvida que na cabeça dos adeptos o desejo principal desta temporada é a qualificação europeia. Apesar de nenhum elemento do clube assumir, também acredito que internamente esse é um objectivo a alcançar, apesar de não haver essa obrigação que Sporting ou SC Braga têm.

A grande questão é saber como serão as próximas temporadas em Famalicão? Conseguirá o clube estabilizar e ser presença assídua na luta por um lugar europeu, ou quem sabe para algo mais?

Para fazer este exercício de futurologia é necessário primeiro perceber como é constituído o clube a nível directivo. O FC Famalicão é constituído por uma SAD, onde 85% pertence ao Quantum Pacific Group, que tem como principal acionista o milionário israelita Idan Ofer (detém 32% do capital do Club Atlético Madrid). Além disso, são conhecidas as ligações ao empresário Jorge Mendes, bastando olhar para alguns jogadores do plantel para perceber isso.

Muito se tem falado das SADs e dos problemas que trazem ao futebol português e de como as ligações ao Jorge Mendes são, para alguns, suspeitas. Muitos apontam o facto de que quando a SAD perder o interesse no clube vende a sua parte e o investimento acabará por se perder ou acontecer ainda algo mais extremo como o que aconteceu com o CF “Os Belenenses”.

É um cenário possível mas pouco provável porque, na minha opinião, há muitos pontos de interesse para o grupo maioritário da SAD e Jorge Mendes quererem apostar no Famalicão.

O FC Famalicão é um clube conhecido pela sua massa adepta. O clube tem sido noticia não só pelo que tem feito dentro do relvado mas também pela grande falange de apoio. Logo um clube cuja cidade vive futebol é sempre um ponto a ter em consideração.

O Famalicão também tem jogadores vindos de clubes espanhóis com o cunho de Jorge Mendes, com Centelles e Néhuén Lopez à cabeça. Uma ligação a um clube português pode ser vista como boa no crescimento destes jogadores. A cultura é parecida, o jogador estará perto da “casa-mãe” e o período de adaptação será mais fácil. Além disso, mesmo com o nosso futebol a perder competitividade, se o Famalicão continuar como candidato aos lugares europeus, ocupará uma parte da tabela sempre muito competitiva com Sporting, Braga, Vitória SC, Rio Ave FC entre outros. Será sempre uma boa maneira de convencer jogadores promissores a assinar pelo clube.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O nosso campeonato também é uma porta de entrada para Europa e cada vez mais clubes vendem para fora. Tapsoba e Trincão são os mais recentes exemplos de boas vendas por parte de clubes portugueses. Ao apostar no Famalicão, aposta-se também num mercado já conhecido no mundo do futebol e onde vários clubes gostam de comprar.

A questão que se pode colocar é o facto, já referido, dos jogadores emprestados. Desportivamente o clube ganha imenso, basta ver o papel de jogadores como Nehuén e Centelles ou Diogo Gonçalves, figuras importantes no campeonato realizado pelo Famalicão.

Ainda assim, financeiramente o clube nada ganha com estes jogadores. Será importante ao Famalicão encontrar um equilíbrio entre emprestados e jogadores seus de modo a que financeiramente seja viável e vá crescendo. Acredito que essa estratégia está a ser implementada, basta ver alguns dos destaque desta temporada são do clube, como Fábio Martins, Lameiras, Gustavo Assunção ou Toni Martinez. Além disso a média jovem de idades mostra que o clube está decidido em apostar em jovens jogadores de qualidade.

Até onde pode ir o Famalicão? Ninguém saberá se pode ser um Boavista FC ou Leicester City FC português. O principal desafio será, nas próximas temporadas, estabilizar o clube no campeonato e na parte superior da tabela, mesmo vendendo alguns dos seus activos, isso será crucial para continuar o crescimento. Mas como vimos aqui, existem motivos para acreditar que este é um projecto viável e que o Famalicão poderá ser um caso interessante no futebol português. 

Emanuel Ferro – Quem é o homem que dá a cara?

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Nascido a 26 de janeiro de 1979, Emanuel José Batista Ferro dos Santos é um dos treinadores adjuntos da equipa técnica de Rúben Amorim. Atualmente é uma das caras mais conhecidas do corpo técnico do clube devido às funções que desempenha, nomeadamente de assumir o papel de treinador na ficha técnica dos jogos, devido à falta de formação suficiente de Rúben Amorim para tal. Já com Jorge Silas assumia as mesmas funções.

Qual o percurso de Emanuel Ferro?

FORMAÇÃO ACADÉMICA

De 1997 a 2002 formou-se em Ciências do Desporto na Universidade Técnica de Lisboa. Durante esse período, no ano de 2001, ingressou no curso de treinador da UEFA, na Federação Portuguesa de Futebol. Terminou os seus estudos tirando o mestrado em High Performance Training, Football Training, novamente na Universidade Técnica de Lisboa, de 2003 a 2005.

SL BENFICA E PALMELENSE FC

Começou o seu percurso como treinador nas camadas jovens do SL Benfica, de 2001 a 2003. De 2003 a 2006 rumou à margem sul do Tejo para treinar os Benjamins de 1.º ano do Palmelense FC, voltando depois ao clube da Luz por três anos, de 2006 a 2009, para treinar os Juvenis de 2.º ano.

PRIMEIRA VEZ NO SPORTING CP

De 2010 a 2011 está, pela primeira vez, ao serviço do clube verde e branco, assumindo a função de treinador na formação.

REGRESSO APÓS PARAGEM E TERRAS ESTRANGEIRAS

Esteve cerca de três temporadas afastado do futebol, regressando para assumir o papel de coordenador de formação no CIF por um curto espaço de tempo, em 2014/2015, viajando nessa temporada para a Malásia, onde esteve sete meses como treinador adjunto de Ricardo Formosinho no FC Kuala Lumpur. Terminou os últimos três meses dessa época como coordenador de formação do Espérance Sportive de Tunis, clube da Tunísia.

REGRESSO PARA FICAR

Na época de 2015/2016 regressa ao Sporting CP, para assumir a função de treinador adjunto dos iniciados C por dois anos. Na temporada de 2017/2018 sobe para treinador adjunto da equipa B, naquela que foi a última época de existência da equipa secundária dos Leões.

Com a extinção da equipa B, na temporada de 2018/2019 passou a treinador adjunto dos sub-23. Na presente temporada continuou com a mesma função na equipa dos sub-23, assumindo depois o cargo de treinador por três jogos, quando Leonel Pontes, treinador desse escalão, foi chamado para assumir o papel de treinador interino na equipa principal após a saída de Jorge Silas. Nesses três jogos obteve três vitórias.

A sua ingressão na equipa técnica da equipa A acontece com a vinda de Jorge Silas. Devido à falta de formação para assumir todas as tarefas como treinador, Emanuel Ferro, que tem essa mesma formação, assumiu no período de Silas o papel de treinador na ficha de jogo. O mesmo se sucedeu com a vinda de Rúben Amorim.

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

5 estatísticas a fixar sobre o confronto entre CD Aves x FC Porto

Logo após saltar para a liderança isolada do campeonato, o FC Porto cruza-se com o lanterna vermelha da prova: o CD Aves. Objetivos distintos, no entanto há algo que os une: a necessidade de pontuar. Os homens da Vila das Aves sonham ainda afastar-se da zona de despromoção, já os dragões aspiram ao título de campeão nacional.

NO TERRENO DO ÚLTIMO CLASSIFICADO, O FC PORTO TENTA MANTER A DISTÂNCIA PARA O SL BENFICA! ACREDITAS NUM TRIUNFO AZUL E BRANCO? APOSTA JÁ NA BET.PT

Será um dos pontos de interesse da jornada, portanto, com isso em mente, decidimos elencar cinco estatísticas a fixar sobre o CD Aves x FC Porto, que servirão de “aquecimento” para o que aí vem.

Os 8 jogadores que passaram pelo Manchester City FC e Arsenal FC no século XXI

Depois de mais de três meses de paragem devido à pandemia, a Liga Inglesa está, finalmente, de volta. Aquele que muitos apelidam de o melhor campeonato do mundo vai regressar, e a ele vêm ancoradas fortes emoções que prometem levar os adeptos à loucura. Todas as partidas neste campeonato são emocionantes, mas há, naturalmente, umas mais especiais que outras. Para este recomeço está marcado o Manchester City FC x Arsenal FC, duelo que vai contar para a 28ª ronda do campeonato.

Se por si só este é já um jogo que vale a pena ver devido à qualidade de ambas as turmas, mais intenso ele parece quando recordamos que entre elas há uma enorme rivalidade já de há alguns anos atrás. A isto deve-se essencialmente o facto de haver um interessante historial de jogadores que estiveram em ambos os lados, com a curiosidade de o trajeto ser, em todos eles, semelhante: primeiro na equipa de Londres e só depois na de Manchester.

OS CITIZENS SÃO FAVORITOS NESTE REGRESSO DA PREMIER LEAGUE! SERÁ QUE O ARSENAL CONSEGUE UMA SURPRESA? APOSTA JÁ NA BET.PT

Ainda assim, cada ano tem a sua peculiaridade, e este não foge à regra. Recorde-se que no início da temporada, Pép Guardiola e Mikel Arteta faziam parte da mesma equipa técnica (do lado dos Citizens). Isso significa que esta partida vai marcar também o reencontro dos antigos companheiros, que, embora amigos, são agora rivais.

Fazemos então uma lista dos oito jogadores que, ao longo das suas carreiras, representaram os símbolos do Arsenal FC e do Manchester City.

5 jogadores do CD Aves para o FC Porto ter em conta

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Podíamos até falar de um top maior, visto que finalmente foi aprovada a polémica decisão das cinco substituições por jogo. Os bancos de suplentes podem ter mais jogadores, e podemos começar a ver mais atletas a assumirem-se como boas opções a ter em conta. Quem sabe para poderem integrar um top. Mas, até agora, o que fica é a marca do campeonato que se viu até ao momento.

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Os comandados de Sérgio Conceição vão deslocar-se à Vila das Aves e há cinco jogadores do CD Aves para o FC Porto ter em conta.

Nota: Torna-se importante esclarecer que muito provavelmente existiam outros jogadores que podiam integrar este top, mas face a toda a crise diretiva do CD Aves, que levou a que alguns jogadores rescindissem contrato, a escolha foi um pouco diferente.