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BnR TV: E se Zeca e Pedro Santos pudessem escolher? Alvalade e Braga seriam os destinos

No BnR TV Extra desta semana virámos atenções para os portugueses no estrangeiro com a presença de Pedro Santos (Columbus Crew SC) e de Zeca Rodrigues (FC Copenhaga). Com muita disposição em torno do programa, as experiências dos dois jogadores e as expetativas para o futuro foram os grandes destaques abordados.

Quanto ao futuro para a carreira dos dois futebolistas, Zeca Rodrigues acredita que Pedro Santos tem a qualidade necessária para ser jogador do Sporting CP. O extremo, que atualmente está nos E.U.A, está bem nos Columbus Crew SC, «mas se surgisse uma proposta de um clube grande iria pensar e possivelmente podia aceitar essa proposta». Já para o lado de Zeca Rodrigues, o jogador luso-grego confidenciou que o futuro poderia passar por jogar na MLS, fazendo já a sua promoção em pleno programa.

Depois de ambos terem passado a formação no Casa Pia AC, a possibilidade de partilharem o campo por vontade própria seria assinado um contrato na hora, porém, é complicado isso voltar a acontecer. Quanto à possibilidade de ambos estarem ligados aos “gansos”, Zeca Rodrigues gostava de ter um cargo ligado, de certa forma, ao clube lisboeta.

Não se esqueceu de se falar sobre o facto de haver a complicação de uma chamada à seleção portuguesa. «O SC Braga tem dois ou três jogadores que encaixam na seleção e não foram chamados ainda. Por um lado, temos uma seleção rica em qualidade. Por outro, deviam dar oportunidade a outros jogadores de outros clubes, porque só têm oportunidade quando saem de Portugal», desabafou Pedro Santos, que também não acabou por nunca ser chamado enquanto esteve em Portugal.

3 momentos em que o FC Porto foi feliz no Jamor

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Após o desfecho das meias-finais, os adeptos do futebol português não podiam ter ficado mais radiantes com a possibilidade de ver um FC Porto vs SL Benfica no estádio nacional, mais conhecido como Jamor, algo que já não acontecia desde 2004. Uma partida que certamente já estava anotada no calendário de qualquer um e que se previa ser uma festa em grande, uma verdadeira festa da taça, todavia foi alterada devido ao flagelo global imposto pela Covid-19.

Sendo assim, como se sabe, o país, no geral, parou e o futebol não foi exceção, pelo que o restante da temporada ficou em suspense. No entanto, na polémica reunião, que envolveu os dirigentes máximos dos “três grandes”, da Liga de Portugal, da Federação Portuguesa de Futebol e o primeiro-ministro, António Costa, ficou decidido que o desporto-rei ia regressar sem que faltasse o aval essencial da DGS, Direção Geral de Saúde.

Contudo, desse encontro formal não só saíram noticias positivas, uma vez que se acordou que a final da Taça de Portugal não irá ser no seu palco mítico e habitual, que é o Jamor. O porquê da decisão é fácil de explicar, já que todas as competições irão ser disputadas em estádios que permitam as melhores condições para a segurança e saúde pública, algo que o estádio nacional não assegura ou pelo menos não se equipara ao que os recintos para o Euro 2004 oferecem. Ainda não há uma comunicação oficial do dia e do local em que o jogo se realizará, mas apontam-se para os estádios de Aveiro e de Leiria, que habitualmente recebem a Supertaça.

Porém, agora é o momento ideal para recordar alguns momentos em que os dragões foram felizes no Jamor e, sem mais demora, vamos passar aos três momentos escolhidos.

Os 5 treinadores na luta pela competência não mediática em Portugal

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O futebol português tem vários bons treinadores, que colocam as suas equipas a jogar bom futebol. E como poderão ver neste top, não precisam de estar todos no centro mediático. Venham daí conhecer os meus 5 treinadores desta época desportiva.

Eduardo Quaresma | Raio X à próxima promessa leonina

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Eduardo Filipe Quaresma, 18 anos, defesa central e uma esperança fabricada em Alcochete. Este seria o início da biografia de um jovem natural do Barreiro com talento inegável para o futebol. Numa semana em que esteve em entrevista à Sporting TV, abordou vários temas, entre eles o passado, Rúben Amorim e o momento que atravessa atualmente com a equipa principal.

Foi no início da presente temporada que cumpriu o sonho de vestir a camisola verde e branca pela primeira vez em Alvalade, no jogo de apresentação os sócios frente ao Valência CF. Ainda com Marcel Keizer no comando técnico da equipa, foi chamado para fazer a pré-temporada com o plantel principal.

A sua presença nos treinos da equipa A tem sido uma constante. A excelente temporada ao serviço da equipa de sub-23 na Liga Revelação permitiram-lhe dar mais um salto na carreira.

Segundo as últimas noticias avançadas pela comunicação social, Rúben Amorim tem ficado bastante impressionado com a qualidade do jovem defesa e por esse motivo irá fazer já parte do plantel para o resto da caminhada que falta da presente temporada. Mas que qualidades são estas?

Chega ao Sporting CP com 10 anos e tem passado pelos vários escalões da Seleção Nacional. A sua qualidade é inegável e a maturidade que apresenta para um miúdo de 18 anos é efetivamente impressionante. Embora com 1,85m (altura considerável para um defesa central), apresenta uma segurança e qualidade de jogo anormal para a sua idade. Eu diria que para além da maturidade que tem, a velocidade e a antecipação são as características que saltam mais à vista dos adeptos leoninos.

Fico impressionado com a capacidade que Eduardo Quaresma tem de sair a jogar desde trás e assumir o jogo. Já é hábito vê-lo a iniciar a construção do jogo ofensivo, a queimar setores e a levar a equipa para a frente muito à imagem do que faz Mathieu e Coates. A sua raça é incontornável e nunca dá um duelo por perdido.

Não esconde a referência que Jérémy Mathieu representa para si. O “centralão” francês surge como um mentor para o jovem leonino. Eduardo Quaresma explicou como é incrível disfrutar e partilhar o balneário com ele, referindo que “nem queria acreditar que era real”. Para além do defesa francês, tem recebido várias ajudas e conselhos por parte de outros colegas do setor defensivo, nomeadamente Coates, Luís Neto e Ilori.

É uma verdadeira speed wall e o seu talento poderá fazê-lo chegar a patamares muito elevados. O que eu mais desejo é poder vê-lo brilhar de verde e branco. Tendo consciência da sua tenra idade, a pressão tem de ser posta de lado para poder continuar a crescer e a potenciar as suas qualidades. Olho para Eduardo Quaresma e vejo o futuro, temos o setor defensivo assegurado nos próximos anos. Se continuar a trabalhar como até agora, nas bancadas de Alvalade lá estaremos para cantar o seu nome.

Foto de Capa: Sporting CP

Os 5 melhores centrais da última década do SL Benfica

O SL Benfica tem tido, ao longo dos seus 116 anos de história, vários centrais de topo mundial a passar pelas suas fileiras. De Germano a Mozer, passando por Humberto Coelho e Carlos Gamarra, o setor defensivo das “águias” esteve, de um modo geral, quase sempre bem entregue. Esta semana decidimos recordar os cinco melhores defesas centrais a envergar a camisola vermelha e branca na última década.

Recordar é Viver: Nicky Hayden sagra-se campeão do mundo

2006 parece-me demasiado longínquo, mas é preciso recuar até lá para recordar o dia em que um rapaz do Kentucky roubou a coroa a uma das maiores estrelas do mundial de motociclismo. Estranho e surpreendente? Sem dúvida. Valentino Rossi tinha o trono desde 2001.

É certo e sabido que em 2006, eu ainda não me tinha apaixonado pelas duas rodas. Mas a quarentena deu-me a possibilidade de rever provas e temporadas antigas. A de 2006 foi uma delas. E verdade seja dita: este campeonato foi o momento alto da vida do saudoso Nicky Hayden no mundo do motociclismo.

Há campeonatos que são decididos no último GP e o de 2006 não foi exceção. O circuito de Valência foi o palco para a vitória de Nicky Hayden – numa prova de loucos.

Valentino Rossi chegava à cidade espanhol com oito pontos de vantagem sobre o americano – que parecia ter perdido a esperança em conquistar o título, depois de ter sido atropelado pelo seu companheiro de equipa no Grande Prémio de Portugal – mais um momento demasiado longínquo.

Mas tal como na vida, também no desporto é necessário ter sorte. Que faltou a Rossi, e sobrou a Hayden. O italiano perdeu a frente da sua Yamaha e foi fazer uma visita à gravilha do circuito Ricardo Torno – atirando fora qualquer hipótese de conquistar mais um título na sua carreira.

O rapaz do Kentucky – uma pequena cidade nos Estados Unidos, só precisou de terminar a prova em terceiro lugar para conseguir roubar a coroa a Valentino Rossi.

Não acredito que este título de Hayden tenha sido ‘apenas’ sorte como tantos defendem. É certo que só venceu duas provas em toda a temporada, mas apostou na regularidade e os números não mentem: terminou no pódio em 10 das 17 provas e pontuou em todos os grandes prémios – exceto em Portugal.

Depois de 2006, Hayden acabou por ter uma carreira discreta no mundial de motociclismo. Deixou a Honda em 2009 para assinar pela Ducati, mas também não teve qualquer sucesso aos comandos da moto italiana. Em 2016, rumou até ao mundial de Superbikes. O saudoso ‘The Kentucky Kid’ acabou por falecer, aos 35 anos, depois de um acidente de bicicleta.

Hayden será sempre recordado por este título em 2006.

Foto de Capa: MotoGP

«Ganhei dois Euros com duas seleções diferentes» – Entrevista BnR com Zeca Rodrigues

Já habituado a jogar com o número 10 nas costas e a utilizar a braçadeira de capitão, Zeca Rodrigues é um caso de estudo interessante. Em exclusivo ao Bola na Rede, o médio português naturalizado grego falou acerca da sua carreira: a formação como Ganso em que até começou como avançado, o salto para o Vitória FC onde se estreou na Primeira Liga e foi importante num jogo da Taça de Portugal, a ida para o Panathinaikos em que teve uma estreia em grande no dérbi da capital grega contra o Olympiacos, a chamada à seleção helénica e o primeiro campeonato conquistado na carreira pelo FC Copenhaga.

– Início como Ganso –

Bola na Rede [BnR]: O Bairro do Zambujal no município da Amadora foi onde começaste a dar os primeiros pontapés na bola. Que memórias tens dos tempos de infância?

Zeca Rodrigues [ZR]: Lembro-me que nessa altura no Bairro do Zambujal era uma loucura, porque vínhamos todos para a rua, jogar à bola e havia cinco, seis equipas de futebol de fora ou até mais à espera para rodar. Jogávamos todos contra todos, mais velhos contra mais novos, não havia idade, e foi aí que aprendi a jogar, ganhar um pouco de competitividade e a não gostar de perder (risos). Viver e jogar lá foi muito importante, porque me ensinou muita coisa que trago comigo até hoje.

BnR: Quais eram os teus ídolos de infância?

ZR: Os meus ídolos de infância sempre foram o Ronaldo “O Fenómeno”, o Zidane e o Rui Costa. Adorava vê-los jogar e tentava de certa forma imitar alguns dos lances que faziam quando jogava no Bairro.

BnR: Como é que vais parar ao Casa Pia AC?

ZR: Na altura, eu tinha um amigo no Bairro que era o Fábio, que já jogava no Casa Pia. Certo dia, estávamos juntos e ele disse: “Tenho de ir treinar, mas tu tens de vir comigo fazer uma experiência para ver se gostas”. E eu respondi: “Nem sequer tenho botas nem nada, só uns ténis” (risos). Ele insistiu para ir e que isso não era problema, então lá fui. Os treinos nesse tempo eram no Pina Manique em Belém, faço o primeiro treino, gostaram de mim e quiseram ficar logo comigo, tanto que pediram para trazer o bilhete de identidade para a minha mãe assinar o papel que me deixava jogar. Foi ele que me incentivou a ir jogar, pois já estava mais comprometido com o futebol, e motivava-me sempre para ir aos treinos. Depois comecei a ir treinar, a ganhar o gosto pelo treino, fazer amigos e gostava da competição e dos jogos ao fim-de-semana, e assim passei a levar o futebol cada vez mais sério. Foi ele o principal responsável pelo meu ingresso no Casa Pia.

BnR: Na formação, já jogavas como médio ou ainda foste testado noutra posição pelos teus treinadores?

ZR: Na minha formação até aos 13/14 anos, antes de começar futebol de 11, jogávamos futebol de 7, eu era o avançado da minha equipa.

BnR: A sério?

ZR: Sim, e por acaso, marcava muitos golos (risos). E é nessa altura, quando estava no futebol de 7, que o Sporting me chamou para ir fazer umas captações e estive lá uma semana a treinar. Foi nesse momento que comecei a acreditar mais que podia ser jogador, já que o Sporting teve interesse em chamar-me para ir lá treinar. Quando subo aos iniciados, vieram para o Casa Pia jogadores emprestados do Sporting, inclusive um avançado muito bom que se fartava de marcar golos, e comecei a ir mais para médio-centro, extremo e fui fazendo o resto da minha formação assim, e a partir daí foram sempre as minhas posições.

BnR: Jogaste ao lado do Pedro Santos e Diogo Salomão nos juniores. Vocês os três juntos eram o “trio” temido pelos adversários?

ZR: Nessa altura, eu já só estava a jogar como médio, e eles a extremo. O Pedro, que por sinal é o meu melhor amigo, e o Diogo eram mais temidos pelos adversários, pois eram jogadores fortes no um para um, rápidos e viam muita qualidade neles. Eles sim eram muito temidos, eu era mais um jogador que corria para trás e para a frente, recuperava e dava-lhes a bola para eles fazerem acontecer, marcar golos e assistirem (risos).

BnR: Tens alguma história com eles?

ZR: Sim, lembro-me que nesse ano fomos a única equipa na fase regular a ganhar ao Sporting. Vencemos por 3-1, em que o Pedro Santos marcou dois golos e o Salomão o outro. Nessa altura, a equipa do Sporting tinha o Rui Patrício, Daniel Carriço, Tiago, Fábio Paím, João Martins…era uma equipa cheia de craques.

BnR: Uma vitória em grande certo?

ZR: Exato, ainda para mais foi a única derrota deles nesse ano, e para nós foi quase como ganhar o campeonato (risos). Tínhamos uma bela equipa e os adversários que jogassem contra o Casa Pia, sabiam que iam enfrentar uma equipa forte e que tinha, pelo menos, quatro ou cinco jogadores que se via que eram de outro nível e que podiam chegar a fazer carreira no futebol.

BnR: É ainda no clube lisboeta que te estreias como sénior. Quantas épocas estiveste lá e como é que terminaram?

ZR: Fiz três épocas nos séniores. Na primeira, fomos campeões na Distrital e vencemos a Taça (da Associação) de Lisboa. Na segunda época, na III.ª Divisão, ficámos em segundo e subiu o Camacha. No ano a seguir, ganhámos nós o campeonato e subimos à II.ª Divisão, e é nessa altura que saio do clube.

BnR TV: Os 5 melhores jogadores da Bundesliga

É sábado e o tema de hoje só poderia ser sobre a Bundesliga! Vem daí e junta-te a nós para um BnR TV!

Com Leonardo Bordonhos, Pedro Palma, Rui Pedro Cipriano e Tiago Serrano.

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Os 5 melhores marcadores de sempre no campeonato alemão

No tão aguardado regresso da liga alemã, é um bom momento para recordar os melhores marcadores de sempre do campeonato. Este grupo é constituído por quatro alemães e um polaco, que têm entre si 1293 golos marcados oficialmente no principal escalão do futebol alemão. Neste top 5, apenas um jogador ainda está no ativo, e talvez ainda consiga subir nesta tabela.

Para esta lista contam apenas dados estatísticos desde 1963/64, ou seja, a partir da primeira edição do campeonato alemão. Quatro destes jogadores pisaram os relvados entre as décadas de 1960 e 1980, e foi necessário avançar até aos dias de hoje para encontrar o elemento mais recente desta lista. Todos deixaram a sua marca nos clubes onde passaram, sendo símbolos do campeonato germânico.

BVB Dortmund 4-0 FC Schalke 04: Que saudades, futebol

A CRÓNICA: DORTMUND GOLEIA NO DERBY DA RENÂNIA

Está de regresso o futebol na Liga Alemã e houve goleada logo a abrir. O BVB Dortmund recebeu o FC Shalke 04 e venceu o derby da Renânia por 4-0. Perante um silêncio ensurdecedor proveniente das bancadas vazias, Haaland, Raphael Guerreiro (2) e Thorgan Hazard marcaram para a equipa da casa, confirmando a superioridade da equipa de Lucien Favre.

O Dortmund entrou melhor no jogo e, após algumas iniciativas dos seus homens da frente, acabou por inaugurar o marcador pelo inevitável Haaland. O norueguês fez a rede balançar aos 29’, com um desvio subtil no coração da área, após assistência de Hazard. A avalanche ofensiva da equipa de Lucien Favre continuou e Raphael Guerreiro aumentou a contagem para 2-0 mesmo em cima do intervalo, num remate cruzado dentro da área.

O Schalke fez duas alterações para a segunda parte e mudou o sistema tático, mas foi o Dortmund que voltou a marcar, à passagem do minuto 48’. Brandt, um dos melhores esta tarde, assistiu Thorgan Hazard e o avançado belga aumentou a contagem para 3-0. O Schalke ia tentando reagir à desvantagem mas o Dortmund mostrava-se mais assertivo no ataque. Aos 62’, Raphael Guerreiro confirmou a sua boa exibição ao bisar num remate em jeito, fechando o placar em 4-0.

Com este resultado, o Dortmund soma 54 pontos e coloca pressão no líder FC Bayern, enquanto o Schalke agudiza a má série de resultados e continua com 37 pontos. Na próxima jornada, o Borussia desloca-se ao terreno do Wolfsburg e o Schalke recebe o Ausgburg.

A FIGURA


Raphael Guerreiro – Exibição sólida do jogador português, coroada com dois golos plenos de oportunidade. Leva já sete golos esta época e assume-se cada vez mais como um dos indiscutíveis para Lucien Favre.

 

O FORA DE JOGO


Schubert – Exibição desastrosa do guarda-redes do Schalke, que acaba por ficar negativamente ligado ao segundo e ao terceiro golo do Dortmund. Mostrou insegurança entre os postes e com a bola nos pés, estando na origem do segundo golo do adversário devido a uma má reposição da bola.

ANÁLISE TÁTICA – BVB DORTMUND

Lucien Favre escalou a sua equipa neste regresso à competição em 3-4-3. O Dortmund controlou a iniciativa de jogo desde o apito inicial, circulando a bola com rapidez entre setores e variando o jogo interior com o ataque pelos corredores. A equipa conseguiu criar perigo inicialmente com diagonais das alas para o miolo, mas os dois primeiros golos acabaram por surgir com jogadas a partir dos corredores, quando o Schalke abriu mais espaço entre os seus defesas. Na segunda parte, a equipa soube gerir a vantagem e dilatá-la quando o adversário deu espaço no corredor central.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Burki (7)

Piszczek (7)

Hummels (8)

Akanji (7)

Hakimi (8)

Dahoud (7)

Delaney (6)

Rapahel Guerreiro (9)

Thorgan Hazard (8)

Julian Brandt (9)

Haaland (8) 

SUBS UTILIZADOS

Balerdi (4)

Jadon Sancho (3)

Mario Gotze (2)

Schmelzer (2)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC SCHALKE 04

David Wagner apresentou o Schalke 04 em 3-4-3. A equipa teve dificuldades na primeira parte em chegar em bloco à área adversária, apostando nas saídas rápidas para o ataque. Raman esteve desinspirado esta tarde mas também bastante desapoiado no ataque, pelo que foi sem surpresa que saiu ao intervalo para dar o lugar a Matondo. Na segunda parte, o técnico alemão mudou o sistema para 4-4-2, após saída por lesão de Todibo. A equipa soltou-se mais neste sistema e chegou mais vezes com perigo à área do Dortmund, mas faltou eficácia e assertividade no último terço.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Schubert (2)

Todibo (5)

Salif Sane (6)

Nastasic (5)

Kenny Jonjoe (5)

Serdar (6)

McKennie (5)

Oczipka (5)

Caligiuri (4)

Harit (5)

Raman (4)

SUBS UTILIZADOS

Matondo (5)

Burgstaller (4)

Schopf (2)

Miranda (3)

Becker (2)