A Académica OAF anunciou César Peixoto como o novo treinador da Briosa. O ex-internacional português fez um trabalho soberbo no Varzim SC e é um dos treinadores mais promissores do futebol nacional. Tem agora uma oportunidade tremenda de colocar no seu palmarés individual uma subida de divisão ou até mesmo um título de campeão pela Académica OAF.
A direção dos “estudantes” voltou a surpreender. Depois de resgatar João Alves do inativo (não treinava nenhuma equipa desde 2013), um treinador com outro tipo de rodagem e experiência no cargo, agora a aposta recai em César Peixoto, que tem apenas alguns meses de trabalho.
César Peixoto, de 39 anos, começou a comandar a equipa da Póvoa de Varzim já com março em andamento e conseguiu um registo notável em nove jogos: quatro vitórias, dois empates e três derrotas. Quando chegou, a equipa encontrava-se abaixo da zona de despromoção, mas conseguiu salvá-la, terminando com apenas um ponto acima dessa mesma zona. Com um futebol metódico e organizado, mas positivo, César Peixoto ganhou imediatamente crédito na Segunda Liga Portuguesa.
Ainda não houve qualquer reforço anunciado Fonte: Académica OAF
Assumindo desde logo a pressão de ter de subir e ser campeão, César Peixoto apoia-se na sua carreira de jogador para justificar o seu sucesso na Póvoa de Varzim e a sua confiança em novamente ter sucesso em Coimbra. Recordar que o ex-internacional português (jogou apenas por uma vez com Carlos Queiroz numa derrota de 6-2 com o Brasil em 2008) representou clubes como o SL Benfica, FC Porto, CF “Os Belenenses”, Vitória SC ou SC Braga, tendo sido o vencedor da Liga dos Campeões e da Taça UEFA, pelos “dragões” de José Mourinho, duas vezes da Taça de Portugal e quatro vezes do Campeonato Nacional.
Estamos a falar numa aposta arrojada da direção da Académica OAF, mas que realmente poderá ter um impacto positivo. Já César Peixoto, depois de uma carreira com títulos nacionais e internacionais, tem uma ascensão meteórica como treinador, sendo agora a principal cara do clube que mais peso e pressão terá na nossa Segunda Liga Portuguesa.
Com a vitória frente a Donald Cerrone no UFC 238 Tony Ferguson praticamente garantiu uma chance pelo título de peso-leve. Escrevo praticamente porque no UFC nada é certo. Será que está destinado que Ferguson nunca vai ter a oportunidade de ser campeão linear? Ou será que à quinta é de vez?
Depois de ter vencido Rafael dos Anjos na Fight Night 98, Tony Ferguson garantiu uma luta de título a outubro de 2017. O combate era pelo cinturão interino porque o campeão linear, Conor McGregor, tinha acabado de perder contra Floyd Mayweather em agosto do mesmo ano.
Ferguson sagrou-se campeão interino ao vencer Kevin Lee no UFC 216 por submissão via triângulo. Com a indefinição se McGregor iria voltar a combater ou não, o UFC marcou uma luta entre Tony e Khabib Nurmagomedov pelo título linear no UFC 223.
Tony Ferguson com o cinturão interino de peso-leve Fonte: UFC
Destino?
Na semana do UFC 223 Ferguson tropeçou nuns cabos de televisão e lesionou-se no joelho. Consequentemente o combate foi desmarcado. No mesmo evento Khabib acabou por se tornar campeão. Parecia que estava destinado que Ferguson não iria ter uma oportunidade de ser campeão linear: foram precisas 9 vitórias seguidas para Ferguson, finalmente, ter uma oportunidade pelo título e mesmo assim foi interino. Quando surge a oportunidade de lutar pelo título “a sério” lesiona-se de forma inusual.
Mas desistir não faz parte do dicionário de Ferguson. Regressou e venceu de forma brutal Anthony Pettis e Donald Cerrone, ambos por paragens dos médicos.
À quinta será de vez?
Khabib Nurmagomedov tem uma defesa de título marcada para setembro frente a Dustin Poirier. O russo e Ferguson têm uma história interessante: já tiveram lutas marcadas quatro vezes, mas nunca se enfrentaram.
A primeira foi no TUF 22 Finale em 2015. Nurmagomedov lesionou-se no joelho e o combate foi desmarcado. No UFC on Fox 18 em 2016 Ferguson não pôde combater devido a um problema nos pulmões. No UFC 209 em 2017 Khabib teve problemas no corte de peso e esteve mesmo hospitalizado. No UFC 223 a história já foi contada.
Ferguson é, provavelmente, o próximo candidato ao título de peso-leve. São 12 vitórias seguidas e performances espetaculares. Caso Khabib consiga defender o seu título em setembro pode ser que à quinta seja de vez e finalmente veremos estes dois a lutar.
Porquê finalmente?
Ferguson é provavelmente o pior match up para Khabib. O russo é muito forte a levar o combate para o chão e a estar por cima do adversário a atirar muitos golpes. É esse massacre a chave para o sucesso dele.
O interessante é que Tony é muito forte no jogo de chão. Tem um jiu-jitsu muito técnico e bem trabalhado, e é muito eficaz a combater com as costas no chão (posição da maioria dos adversários de Khabib).
Ferguson também é um striker diferente dos outros. Atira golpes pouco ortodoxos, de vários ângulos, e aguenta levar com muitas pancadas (recordo o combate com Lando Vannata).
Espero que possamos ver Khabib vs Ferguson de uma vez por todas. A nível de estilos é dos combates mais entusiasmantes a serem feitos. A história que estes dois atletas protagonizam pede um final violento. Feliz, mas violento.
Para começarmos a falar dos Jogos Europeus de Minsk, comecemos por falar das performances portuguesas. Portugal foi até às meias-finais dos Jogos, tendo ficado a apenas dois segundos do apuramento para a final. É verdade que as grandes potências não trouxeram os seus “atletas de gala” (a Grã-Bretanha nem quis marcar presença…), mas ainda assim foi um importante resultado para Portugal, que não se apresentava tão bem cotado nas previsões de entrada para esta competição.
A nível individual, Carlos Nascimento voltou a mostrar estar numa boa forma nos 100 metros, muito consistente na casa dos 10.2, correndo no último dia em 10.26, igualando o seu melhor da temporada. Antes (sim, este formato é mesmo assim…) tinha um alcançado uma medalha de Ouro com menos (10.35).
Um Ouro para Nascimento que continua em grande forma Fonte: FPA
Se falamos de consistência, devemos também falar de Evelise Veiga no Comprimento, sempre na casa dos 6.4/6.5 metros (igualou o melhor da temporada com 6.58) e quando um(a) atleta está nesta forma, já se sabe que não será de admirar que chegue o dia inspirado que salte 6.7 ou 6.8 e é isso que ela busca, à procura dos mínimos de qualificação para Doha (já lá está, mas no Triplo).
Individualmente há também a destacar a muito agradável surpresa de Cláudia Ferreira no Dardo, que chegou aos 52.34 metros, um novo máximo pessoal para a atleta de apenas 20 anos que já é a 4ª melhor da história nacional. Nas provas de estafetas mistas, Portugal também teve boas prestações, sendo de destacar a medalha de Bronze alcançada pela equipa de 4×400, composta por Rivinilda Mentai, João Coelho, Cátia Azevedo e Ricardo dos Santos.
A estafeta 4×400 trouxe uma medalha para Portugal! Fonte: FPA
Já no que diz respeito ao modelo da competição, nos permitam aqueles que tais responsabilidades decisórias têm, mas este não é o futuro do Atletismo e concordamos com alguns atletas, como Carlos Nascimento, que disse que é um modelo “estranho”.
O modelo competitivo DNA até pode trazer alguma emoção – tal como trazem corridas com sacos nas escolas – mas não é um modelo que faça justiça ao que o Atletismo deve ser: mais rápido, mais alto, mais forte. A excessiva pressão deste modelo competitivo e o facto dos atletas nem sequer terem tempo para se apresentarem no máximo do que podem alcançar não permite a existência de grandes marcas, pois – e nos concursos a situação ainda é pior – os atletas sabem que têm apenas uma única oportunidade e aquela fração de segundos decide tudo, sem terem sequer qualquer possibilidade de se ambientar ao cenário que encontram, preferindo jogar pelo seguro e garantir os “mínimos” do que tentarem-se aventurar.
De salientar ainda outras aberrações, como o modelo escolhido para o Salto em Altura, que tornou o concurso penoso, lento e constantemente interrompido, havendo várias situações em que se coroou não o melhor, mas sim o que menos corajoso foi. Desculpem, mas isto não é o que se pretende do desporto.
Percebe-se que o Atletismo procure novas ideias, novas formas de atrair os mais novos. Não creio que a solução passe por este DNA – um trocadilho entre o nome oficial “Dinamic New Athletics” e o termo científico que em português se denomina ADN. Mais do que mudar o Atletismo, urge mudar as formas de divulgação do Atletismo e como este se apresenta (onde estão os gráficos estatísticos, os multicanais simultâneos na televisão, a integração com as escolas?). Não há qualquer mal em existirem desportos com mais fãs do que o Atletismo.
Sempre assim foi e, provavelmente, assim será e não há muito tempo ouvimos Coe congratular-se por sermos o desporto que é o mais escolhido no mundo como o “2º favorito”. E isso é, de facto, positivo e pode ser bem utilizado, não se transformando numa obsessão para se ser mais a qualquer custo. Acharmos que o desporto está errado só porque os nossos vizinhos conversam no café sobre o Messi e o Ronaldo e não sobre a Elaine Thompson é perigoso e, isso sim, pode destruir o desporto. Nada contra experimentalismos, nada contra tentarmos coisas novas, mas atenção aos palcos em que fazemos esses experimentalismos e muita, muita atenção às tentativas de impor mudanças só por serem mudanças, roubando a identidade, o verdadeiro DNA do Atletismo.
O que se viu em Minsk foi “engraçado”, mas ninguém vê horas e horas do seu desporto favorito por ser “engraçado”. Não permitam que a chama do Atletismo se apague.
Na passada madrugada de 25 de Junho de 2019 realizou-se a Gala anual dos “NBA Awards” no The Barker Hangar em Santa Monica na California. Prémios como o MVP (melhor jogador da temporada), 6th Man of the Year (melhor reseva, ganho por Lou Williams), Defensive Player of the year (melhor defesa, ganho por Rudy Golbert), Rookie of the year (melhor jogador de primeiro ano, ganho por Luka Doncíc) entre outros são entregues aos respetivos vencedores e uma retrospetiva é feita à época passada.
O jovem extremo fez um discurso bastante emotivo, salientando a ajuda que os seus colegas de equipa lhe deram e que este era tambem um prémio deles, o apoio de todo o staff e do treinador, inclusive agradecimentos à direção e aos donos da equipa. A familia do jogador tambem desempenhou um papel fundamental para que este ganhasse este prémio, sendo até que Giannis, em lagrimas, agradeceu aos irmãos o apoio dado até hoje, ao seu Pai, que ele diz relembrar sempre que entra em campo e por ultimo, mas não menos impotante, à sua mãe, que Giannis diz ser o seu Herói.
Depois de uma época inesquecível para o jovem de 24 anos com origens Negerianas e nacionalidade Grega, esta termina com o premio de melhor jogador do mundo, MVP da NBA. Liderando a sua equipa ao melhor recorde da NBA com 60 vitorias e apenas 22 derrotas na epoca regular da NBA, Giannis terminou a época com médias de 27.7 pontos por jogo (melhor da carreira), 12.5 ressaltos por jogo (melhor da carreira), 5.9 assistências (melhor da carreira), incluindo tambem 1.5 abafos por jogo tudo isto lançando uma percentagem eficaz de 57.7% de campo.
Apesar das criticas de pouca versatilidade no seu jogo, devido ao jovem extremo depender muito da rapidez do jogo e da sua vantagem nas transiçõe rapidas, bem como do jogo interior, os Milwaukee Bucks conseguiram o primeiro posto na Conferência Este e uma prestação historica no playoffs. Os Bucks de Giannis eleminaram em 4 jogos os Detroit Pistons de Blake Griffin e em 5 jogos os Boston Celtics de Kyrie Irving, garantindo assim uma presença na final de Conferencia. Um feito que os Milwaukee Bucks não consguiam desde a temporada de 2000/2001, na altura liderados por Ray Allen.
Giannis na final de conferência frente aos Toronto Raptors Fonte: Milwaukee Bucks
No entanto, a época ficou aquém das expectativas criadas pois mesmo com o fator casa do seu lado, Giannis e os Bucks acabaram por perder a serie contra os Toronto Raptors de Kawhi Leonard, que viriam a tornar-se os campeões da NBA. Apesar da serie ter começado a favor dos Bucks ( 2 vitorias em casa começando a liderar por 2-0), estes não conseguiram fechar a serie e viriam a perder em 6 jogos (4-2). No entanto, para uma equipa que esta década ainda não tinha saido da primeira ronda e que inclusive o melhor resultado de primeira ronda foi extender a serie a 7 jogos com os Boston Celtics em 2018, uma presença na final de Conferência é motivo de orgulho.
Contudo, sendo um prémio referente à época regular, a prestação de Giannis valeu lhe o prémio de Most Valuable Player (melhor jogador da liga), quebrando assim a maldição que “persegue” todos os jogadores que no passado ganharam o Most Improved Player Award (jogador “revelação”, ganho por Paskal Siakam de Toronto em 2019). Isto devido ao facto de que todos os jogadores que o ganham, vem a tornar-se jogadores de elevado calibre (All-Star’s ou All-NBA’s) mas nunca na história houve um jogador que tivesse ganho ambos! Jogadores como Tracy McGrady, Gilbert Arenas, Jimmy Butler e inclusive Paul George, que terminou no top 3 de votos para MVP esta temporada, todos estiveram já perto de ganhar o prémio acabando no top 5 ou top 10 mas nunca o vieram a ganhar.
Apesar de uma excelente época, no fim do seu discurso Giannis Antetokuonmpo mencionou que o seu grande objetivo, ganhar um campeonato, ainda não foi atingido e que este é apenas o inicio.
Terminada a época desportiva, uma temporada onde o Sporting somou vários títulos nacionais e europeus. Nestas conquistas, destacaram-se vários atletas, que contribuíram com Esforço, Dedicação e Devoção, para que o Sporting conquistasse a Glória – o capitão da equipa de futebol, Bruno Fernandes; o samurai, campeão europeu, João Matos; o melhor guarda-redes do mundo, Ângelo Girão; o craque do Andebol, Carlos Ruesga.
A pergunta que ano após ano é colocada em Itália: Quem conseguirá quebrar a enorme hegemonia da Juventus FC na serie A? Para já não há resposta para essa questão.
Voltemos atrás no tempo. Calciocaos! Um dos maiores escândalos que há memória no panorama do futebol, um escândalo que envolveu os principais clubes de Itália apanhados num esquema de manipulação de resultados. As consequências foram devastadoras, sendo a Juventus a principal condenada, perdendo 2 títulos e descendo também de divisão. Anos negros para a Vecchia Signora que perdeu muitas das suas estrelas que obviamente não queriam jogar na serie B. Ainda assim nomes como Alessandro Del Piero, Chiellini, Nedved e Gigi Buffon não abandonaram a sua dama e permaneceram na equipa ajudando à sua recuperação.
Porém a recuperação viria a ser difícil, o domínio do Inter que tinha ganho a Champions com Mourinho era avassalador e a ausência de vitórias em competições e as várias trocas de treinadores não deram a estabilidade necessária para o clube regressar ao tão desejado scudetto.
A viragem de rumo aconteceria na temporada 2011-2012 quando a Juventus decide contratar um homem que como jogador deu muito ao clube. Seria Antonio Conte a grande aposta dos responsáveis bianconeri e com ele viria também uma grande reformulação do plantel e até no modelo de jogo. Conte viria a conquistar 3 campeonatos antes de rumar a terras de sua majestade e orientar o Chelsea.
Para o seu lugar a Juventus iria buscar Massimiliano Allegri acabado de sair do AC Milan, para continuar com a carreira vitoriosa do seu antecessor. E o que Allegri conseguiu foi juntar ao tri-campeonato mais 5 campeonatos e 4 taças de Itália.
Fonte: Juventus
Com esta sucessão de conquistas a Vecchia Signora mostrava a Itália e ao mundo que estava forte e que tinha ultrapassado da melhor maneira o drama da descida à Serie B.
Se no plano nacional a Juventus estava em plena força, já a não se podia dizer o mesmo a nível internacional.
Em 2013-2014 com Conte a Juventus cairia nas meias finais da Liga Europa contra o Benfica no ano em que a final dessa competição seria no seu estádio, no novo Juventus Arena.
Já com Allegri a história não foi muito diferente e a final da champions em 2014-2015 , foi o ponto alto que o técnico italiano conseguiu lograr nos seus 5 anos à frente da equipa bianconeri, pese embora os vários investimentos no plantel.
Ficou claro para os responsáveis da Juventus que a equipa que já conquistara tudo a nível nacional, teria que começar a apostar mais a sério na Liga dos Campeões, e a contratação de Ronaldo para além do impacto que iria ter a todos os níveis, era também uma confirmação clara de quais seriam os objectivos daí para a frente na maior prova de clubes do mundo.
Fonte: Juventus FC
Esta época com a vinda de Maurizio Sarri para orientar o clube, adivinha-se uma investida forte da Juventus no mercado de transferências com o central holandês Mathijs de Ligt a encabeçar a lista preferencial dos bianconeri.
Contextualizando que estão estes anos de vitórias da Juventus, volto à pergunta que me fez escrever este texto, quem irá quebrar a hegemonia à Vecchia Signora?
Olhando para o panorama actual vejo 3 potenciais candidatos que podem nos próximos anos fazer isso acontecer.
Na última segunda-feira o Newcastle anunciou que Rafa Benítez deixará o clube no dia 30 de junho (domingo), dia em que expira o seu contrato. No comunicado, referiram também que trabalharam arduamente para renovar o seu contrato mas que não chegaram a um acordo. As reações por parte dos adeptos foram dos adeptos foram maioritariamente negativas, culpabilizando a má gestão por parte do atual dono do clube, Mike Ashley.
Depois do comunicado da saída de Rafa Benítez, o nome de José Mourinho como possível treinador, foi novamente falado por todos os meios de comunicação. No ano passado o próprio assumiu o gosto pelo clube de Newcastle: “Gosto de ir lá. Gosto do sentimento de ir à “casa” do senhor Robson. Gosto deste sentimento, gosto do estádio e da atmosfera. São adeptos muito entusiasmantes.”
A 11 de fevereiro de 2018, Rafa Benítez no comando do Newcastle derrota (1-0) o Man. United de José Mourinho Fonte: Premier League
Tal pode acontecer caso sejam oferecidas boas condições a José Mourinho, para assim conseguir lutar pelos lugares cimeiros da Premier League, e claro está, por títulos. E segundo o jornal “Mirror” o multimilionário Khaled Bin Zayed Al Nahyan, primo do atual dono do Manchester City, estará a preparar uma proposta milionária para adquirir o Newcastle, e assim ter a possibilidade de construir uma equipa de luxo, sob as ordens do treinador José Mourinho.
Mais recentemente o treinador português, em declarações à Eleven Sports, admitiu: “Quero experimentar novas competições e penso num Mundial ou Europeu. Já tenho já muito o desejo de experimentar algo assim. E neste momento vejo-me mais numa seleção do que num novo clube.”
Sendo assim fica tudo numa incógnita e sem certezas de nada mas uma coisa é quase certa: José Mourinho não vai arriscar ir para um clube com uma direção instável a nível emocional e financeira.
Foi aposta forte de Rui Vitória no sistema de 4x3x3 empregado pelo ex-treinador do SL Benfica, perdeu espaço no 4x4x2 de Bruno Lage, foi importante em momentos específicos da temporada (na lateral direita, na ala do mesmo lado ou mesmo no ataque à profundidade, de que é exemplo o jogo frente ao Eintracht Frankfurt, no Estádio da Luz), sagrou-se campeão nacional, esteve no Mundial de Sub-20 (titular nos três jogos de Portugal, sem brilhar) e lesionou-se durante o plano de férias de preparação para a nova época.
Tudo somado, a temporada 2018/2019 foi atribulada para o jovem nascido em São Tomé e Príncipe, mas terminou com nota positiva, enquanto a época 2019/2020 começa de forma negativa … e mais tarde. A lesão no quinto metatarso do pé direito vai deixar fora de combate um dos melhores produtos Made in Seixal durante dois meses … pelo menos. Azar para o médio de 20 anos. Mas, diz o povo, azar de uns, sorte de outros. A ausência de Gedson Fernandes dos trabalhos de pré-epoca pode abrir vaga para outro jogador. Quiçá, outro jovem oriundo do Caixa Futebol Campus. Num exercício de análise, elenco quatro opções (três nomes) para tomar o lugar do internacional português pelas camadas jovens.
O problema de saúde de Casillas criou um problema na planificação da época portista. O internacional espanhol foi um pilar nas últimas épocas do FC Porto e o mais que provável término da sua carreira fez soar o alarme na estrutura portista.
No último mês, a estrutura esteve no terreno para identificar possíveis reforços e boas oportunidades de negócio. Desde então foram vários os nomes falados como hipóteses para a baliza azul e branca: Navas, Ochoa, Buffon e Koubek foram alguns dos nomes apontados, sendo que destes Koubek esteve muito próximo de assinar pelo FC Porto.
Vaná é, para já, o único nome certo para a próxima época. Diogo Costa deve ser emprestado ao FC Paços de Ferreira, Fabiano não renovou contrato e depois existem vários guarda-redes que atuaram na equipa B, na época passada, que podem surgir como hipóteses para terceira opção. Isto significa que o FC Porto tem de ir ao mercado contratar um ou dois guarda-redes. Contratar um guarda-redes de créditos firmados que chegasse e fizesse dentro dos possíveis esquecer Casillas é, na minha opinião, a opção mais acertada. Navas, Buffon e mesmo Ochoa encaixavam nessa perspetiva. Com um guarda-redes deste nível, com Vaná como segunda opção e um jovem da formação como terceira opção, a baliza azul e branca estava bem segura na próxima época.
Vaná é o único guarda-redes garantido no plantel da próxima época Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Se a opção for contratar um guarda-redes jovem com margem de progressão, então, penso que faria mais sentido não emprestar Diogo Costa e apostar nele sem receios. É um jovem muito talentoso, o melhor da sua geração com muita distância, que mostra uma frieza pouco comum para a sua idade. É evidente que uma coisa é defender a equipa B portista e outra é ser o “dono” da baliza do FC Porto e substituir uma lenda como Casillas. Mas Diogo Costa tem já muita experiência ao nível da seleção e mesmo com as brilhantes participações do FC Porto na UEFA Youth League.
Acredito que a opção seja contratar um guarda-redes de alguma experiência, com vários anos de titularidade num campeonato competitivo, que se adapte rapidamente e transmita confiança sendo uma mais-valia nas “finais” do mês de agosto. Com as eliminatórias da Liga dos Campeões logo na abertura da época a solução poderá ser mais conservadora por esse motivo, porque uma aposta num jovem que cometa um erro que custe muitos milhões de euros pode ser uma marca difícil de ultrapassar para uma jovem promessa.
Fim de linha na plataforma da PS4. Na passada quinta-feira, 20 de Junho tivemos um evento histórico graças à FPF eSports e à RTPArena que permitiram que a final dos playoffs da Liga 1 fosse realizado em LAN permitindo um embate entre a equipa dos FTW Legacy e o CD Feirense SAD eSports. Como podem ver na imagem seria os FTW Legacy a saírem vitoriosos desse Best of 5 vencendo o primeiro jogo por 2-1, empatando o segundo a 0-0 e empatando o terceiro jogo 1-1. Uma vitória e dois empates deram o título e o respectivo bicampeonato bem como, a dobradinha aos FTW Legacy uma das equipas mais tituladas da PS4 da actualidade!
Para além de congratular os vencedores e os vencidos é fundamental realçar este evento, a importância deste evento para o futuro do Pro Clubs e os números que atingiu. Como já foi referido acima, este importante evento que se realizou na Cidade do Futebol teve uma das primeiras finais presenciais na história do Pro Clubs. Apenas na Argentina já se tinha feito uma cerimónia deste género possibilitando o confronto 11vs11 entre as duas equipas e teve live stream através da RTPArena FIFA que contou com mais de 1000 espectadores ao mesmo tempo.
Fonte: FPF eSports
Para além da Liga I tivemos também a atribuição de prémios das outras competições da FPF eSports desta época 2018/2019. Foi um dia em cheio para várias organizações presentes na Cidade do Futebol. Na imagem acima, podem ver a entrega do título da Liga 2 ao CS Marítimo eSports equipa que se sagrou campeã da segunda divisão e garantiu a subida à primeira divisão para o FIFA 20. Liderou maior parte da época a Liga 2 e após 38 jornadas venceu a prova com 93 pontos, 30 vitórias, três empates e apenas cinco derrotas. 88 golos marcados e 19 golos sofridos um registo invejável e que lhes permitiu brilhar e garantir a subida à cobiçada primeira divisão.
Resta saber o futuro dos madeirenses e se conseguirão obter uma boa época no FIFA 20, exemplo disso mesmo foi o CD Feirense SAD eSports que tinham subido e conseguiram chegar á final dos playoffs da Liga 1.
Fonte: FPF eSports
Outra das organizações premiadas neste evento foi o CD Nacional da Madeira eSports que venceu os playoffs do Campeonato de Portugal após derrotar a equipa do SC Campomaiorense numa final a duas mãos por 2-0 e 1-1 respectivamente.