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Revista do Mundial 2018 – Rússia

A Rússia é ainda um “menino” no que toca a participações em competições entre seleções nacionais. Isto porque não existe há assim tanto tempo quanto isso, muito devido a razões políticas. A alcunha desta seleção, ‘Os Soviéticos’, ajuda a tirar algumas conclusões. Entre 1930 – ano do primeiro mundial – e 1992 – ano da primeira presença em apuramento para o Mundial de 1994, não existia Rossiyskiy Futboľnyy Soyuz’, mas sim a União Soviética que participou nas competições com a bandeira Soviética entre 1952 e 1990.

Sendo assim, a Rússia está ainda em amadurecimento no que toca a este tipo de competições e o seu histórico indica precisamente isso. Agora sob o comando de Stanislav Cherchesov, o selecionador aponta para uma participação histórica, ambicionando chegar às meias-finais do Mundial que decorre na própria casa russa.

O selecionador estreou-se ao leme da Rússia na Taça das Confederações, mas ficou-se pela fase de grupos ao vencer a Nova Zelândia, mas a sair derrotado por Portugal e pelo México.

O Dicionário de Fernando Santos: Anthony Lopes

Terminada mais uma época desportiva ao nível dos clubes, todo o universo do futebol se centra agora no Mundial da Rússia.

Portugal, inserido no grupo B, estreia-se no segundo dia de competição, frente à Espanha. No entanto, a preparação da Seleção Nacional já há muito teve início. Um mês antes do pontapé de saída na Rússia, Fernando Santos anunciou uma das decisões mais importantes: os 23 convocados para a fase final.

Face a um leque de opções alargado, o Engenheiro optou pela variedade. No grupo que vai seguir viagem para a Rússia, todos os jogadores apresentam caraterísticas diferentes, tendo utilidades repartidas pelos diversos contextos.

Assim, até à estreia da Seleção Nacional, o Bola na Rede vai definir, numa palavra, aquele que pode ser o principal contributo de cada jogador para a equipa das Quinas.

 

Anthony Lopes: Alternativa.

É uma das (poucas) certezas da campanha lusa em território russo: Rui Patrício vai ser o titular da baliza. Dono das redes da Seleção Nacional desde 2011, o capitão do Sporting caminha para a quarta fase final (a que acresce da Taça das Confederações) como número 1.

No entanto, a titularidade crónica do guarda-redes natural de Leiria não coloca em causa o valor de Anthony Lopes. Dono da baliza do Lyon desde os 22 anos, o guardião tem mostrado no seu clube uma qualidade inquestionável que, na ausência de Rui Patrício, pode permitir à Seleção Nacional continuar tranquila.

Mesmo que falte o seu habitual titular, Portugal terá sempre na baliza um guarda redes de top mundial. Mais do que um suplente, uma alternativa de excelência.

 

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Futebol

Um 11 alternativo para a Seleção Nacional

Na semana passada Fernando Santos escolheu os 23 jogadores que irão estar presentes dentro de pouco tempo na Rússia para disputar o Mundial. Fora dos escolhidos, ficaram alguns jogadores de grande qualidade… tantos que até podíamos fazer um onze alternativo, igualmente válido para lutar pela conquista do Mundial. E foi mesmo isso que fizemos, ora veja lá.

Meeting de Eugene: Uma espécie de Mini-Mundiais!

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Realizar-se-á esta semana um dos mais emblemáticos e queridos meetings de todo o mundo: o Prefontaine Classic de Eugene. Muita história já passou pelo velhinho Hayward Field que dentro de dois anos irá sofrer uma completa transformação, de forma a apresentar uma imagem muito mais moderna para quando chegar a altura de receber os Campeonatos Mundiais de 2021.

Eugene é a casa do Atletismo norte-americano. De há muitos anos para esta parte quando se pensa em Eugene, pensa-se em Atletismo. A pista é conhecida por ser uma pista rápida, o que ajuda a ter alguns dos tempos mais rápidos da história, facto a que também não será alheio a participação todos os anos de grande parte da elite mundial. Mas acima de tudo, o Pre Classic é conhecido pelo grande ambiente que tem, com os espectadores a vibrarem bastante em todas as provas, em especial com as de pista.

Este ano o Meeting regressa e divide-se em dois dias de evento. O grande “bolo” continua a ser disputado no Sábado como habitual – pelas 21 horas, hora portuguesa – mas na sexta-feira contaremos já com quatro provas de luxo, sendo que até apenas uma delas contará para a classificação da Diamond League.

Mais uma vez, como tem sido hábito nas nossas antevisões, iremos destacar 5 provas no masculino e 5 provas no feminino. Momentos a não perder em Eugene. Mas esta semana confessamos que custou muito mais do que o normal, é que este meeting parece um Mini-Mundial!

The sun also rises: Um adeus a 2017/18

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Agora que a azia já passou, que os ânimos acalmaram, os festejos do clube campeão já passaram, a Liga dos Campeões – e o segundo lugar – foi garantida, podemos falar novamente sobre a época passada. E vamos fazê-lo de uma forma definitiva. Fechar de vez este dossiê, estas más memórias e fingir que nada aconteceu. Mas primeiro, vamos apenas ver o que correu mal, quem foram os culpados desta época fracassada. Depois disso, fechou, prometo. Só voltarei a falar sobre o futuro, naquele local onde o Benfica pode, de facto, conquistar troféus, e não sobre a época anterior onde não conquistou nenhum.

Em primeiro lugar, o Benfica nunca deitaria este campeonato a perder se não tivesse um rival à altura. O FC Porto foi, sem dúvida, um merecedor – até acaba por ser O merecedor – a vencer a Primeira Liga esta temporada. Quer se queira, quer não, os azuis e brancos foram a melhor equipa no campeonato. Não significa que tenham sido extraordinários. Significa apenas que foram os melhores a jogar em Portugal e, por isso, venceram. Se não houvesse um adversário à altura do Benfica, o penta poderia ter sido alcançado e tudo o que foi desastroso esta época podia ter sido tapado e colocado à sombra de um campeonato ganho porque ninguém foi melhor, não por termos sido realmente bons.

Por outro lado, temos a própria direção do clube. É sabido, e mais do que discutido, que a direção encarnada falhou na altura de investir para esta temporada. Saíram peças fundamentais do onze inicial encarnado e pouco ou nada se fez para que a qualidade fosse reposta na equipa encarnada. A falta de soluções à altura da conquista de um pentacampeonato foi evidente desde o princípio da temporada até ao último jogo. Ao longo da época, houve sempre algo que faltou às águias – por vezes nem se sabia bem o quê, mas apenas que faltava de facto algo -, mas acontece que as probabilidades estão a favor da opinião de que o que faltava era qualidade, soluções, jogadores que conseguissem manter o mesmo nível de jogo independentemente de quem está em campo.

Legenda: Os adeptos estiveram sempre com a equipa ao longo da temporada, apesar da época menos boa
Fonte: SL Benfica

Por fim, Rui Vitória terá de ser um dos responsáveis. Por um lado, podemos ser um pouco injustos ao dizer que a culpa do fracasso desportivo foi do treinador português, tendo em conta que é um bicampeão português pelo clube e que venceu grande parte das taças nacionais nos anos anteriores a esta época de escassez. No entanto, também é verdade que parece faltar algo ao timoneiro das águias. Lucidez tática, assertividade nas substituições, pujança quando joga contra equipas maiores e – algo que a cada semana que passa é cada vez mais criticado – a sua fraqueza discursiva nas conferências de imprensa e flash interviews.

Se por um lado Vitória conseguiu encontrar o 4-3-3 que fez o Benfica voltar a jogar, a coragem para trocar o sistema tático encarnado só se deu quando metade da época já tinha sido jogada; se por um lado Vitória pouco tinha (em termos de qualidade individual) para mexer na equipa, como é o caso de colocar Seferovic em campo por não ter mais nenhum avançado para meter a jogar, a troca insistente de um avançado ou extremo para colocar Samaris em jogo aos 60 minutos e quando se ganhava pela vantagem mínima, além de previsível, demonstra a atitude demasiado cautelosa e pouco ousada do treinador português; se por um lado Vitória costuma vencer os jogos contra os ‘pequenos’, de forma mais ou menos sofrível, contra os rivais diretos o Benfica com Rui Vitória parece ter sempre imensas dificuldades a fazê-lo, até mesmo no próprio reduto; se por um lado o discurso era uma lufada de ar fresco por contrastar com a agressividade e arrogância do antigo treinador, agora é um discurso irritante, monótono, previsível e fraco que precisa de mais força, veracidade e peso.

Desta forma, podemo-nos despedir de 2017/18, esquecer que existiu, mas lembrar o que aconteceu para que quiséssemos tanto esquecê-la, de modo a que em 2018/19 seja para recordar.

Foto de Capa: SL Benfica

Artigo revisto por: Beatriz Silva

Leoas à conquista do triplete

No próximo domingo, o Sporting marcará presença pelo segundo ano consecutivo, na final da Taça de Portugal no futebol feminino. Este jogo será uma reedição da final da temporada passada, frente a frente estarão o Sporting Clube de Portugal e o Sporting Clube de Braga.

Mais um troféu que as leoas, lideradas pelo professor Nuno Cristóvão, podem conquistar, fazendo o pleno nestas duas épocas, vencendo tudo o que havia para vencer. O Sporting poderá assim, juntar a Supertaça, o bicampeonato e a Taça de Portugal na presente temporada.

No confronto direto entre Sporting CP e SC Braga, as leoas somam quatro vitórias e dois empates, por isso tem tido ascendente sobre as bracarenses. Mas a equipa de Nuno Cristóvão tem um registo impressionante: 63 jogos, 58 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota, em todas as competições, incluindo Liga dos Campeões.

O Sporting tentará repetir a façanha da temporada passada
Fonte: Sporting Clube de Portugal – Futebol Feminino

No Estádio do Jamor irá decorrer mais uma festa do futebol, com a possibilidade de mais uma vez ser batido o recorde de espectadores numa partida do futebol feminino em Portugal. Há por isso, a esperança que seja mais uma enchente para assistir a esta final.

O treinador leonino tem praticamente todo o plantel à sua disposição e por isso, deverá apostar num “onze” próximo daquele que defrontou o Estoril-Praia, na segunda-mão da meia-final da Taça de Portugal.

O Sporting irá ter pela frente a equipa com a qual tem disputado os títulos, e por isso estarão em campo as duas melhores equipas do futebol feminino português. No entanto, as leoas são favoritas à vitória, num jogo com elevado grau de dificuldade, com atitude e compromisso poderão conquistar o quinto troféu para o palmarés do Sporting Clube de Portugal.

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal – Futebol Feminino

Frente a frente: José Mourinho vs André Villas-Boas

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Se os jogadores são peças importantes numa equipa, e fundamentais até para os seus resultados, também os treinadores têm um papel decisivo. São muitas vezes acusados no insucesso, idolatrados aquando das conquistas e dão a cara por um plantel que vai à luta pelos objectivos. Na história recente do FC Porto, há dois nomes que dificilmente serão esquecidos, dois nomes ligados a conquistas internas importantes e à história do clube na Europa: José Mourinho e André Vilas Boas.

Embora o tempo que tenham passado no Dragão seja distinto, é fácil percebermos a influência de ambos:

José Mourinho

55 anos;

Épocas ao serviço do FC Porto: 3 (na primeira apenas entrou a meio, em Janeiro de 2002);

Jogos realizados: 127;

Vitórias: 91;

Títulos: Liga dos Campeões, Taça UEFA, Taça de Portugal, Supertaça Cândido Oliveira e 2 Ligas Portuguesas.

André Villas-Boas

40 anos;

Épocas ao serviço do FC Porto: 1;

Jogos realizados: 58;

Vitórias: 49;

Títulos: Liga Europa, Taça de Portugal, Supertaça Cândido Oliveira e Liga Portuguesa.

Chamado ao FC Porto para substituir Octávio Machado no comando técnico da equipa, a meio da época 2001/2002, José Mourinho rumou de Leiria até à Invicta. Desse mês de Janeiro até final da temporada não conseguiu ir além do terceiro lugar, mas somou 11 vitórias, dois empates e duas derrotas. Ainda assim, o melhor estava reservado para os anos seguintes. José Mourinho afirmou com total certeza que o FC Porto iria ser campeão, em 2002/2003 e não falhou. Aliás, a equipa foi catapultada para um dos melhores e mais vitoriosos períodos da sua história.

Sob as ordens daquele que viria a ser considerado como o melhor treinador do mundo, os azuis e brancos disputaram 34 jogos no campeonato, somando 27 vitórias e registando cinco empates e duas derrotas. No final, conquistaram o título e, a nível interno, fizeram a dobradinha, erguendo também o troféu da Taça de Portugal. A temporada foi, ainda assim, coroada com o regresso aos títulos europeus. O FC Porto voltou ao topo da Europa pelas mãos de José Mourinho ao vencer a edição 2002/2003 da Taça UEFA. Em Sevilha, frente ao Celtic FC, os dragões venceram por 3-2 e puseram fim a uma época de sonho.

Ainda assim, José Mourinho não deixou o clube e propôs-se a novos desafios. No ano seguinte começou por vencer a Supertaça Cândido de Oliveira e lançou a equipa para o bicampeonato, com 25 vitórias, sete empates e duas derrotas em 34 jogos. Um dos períodos mais icónicos para o clube havia de terminar logo depois, com uma nova conquista europeia. Contra as expectativas, o FC Porto encarou a Liga dos Campeões como um objectivo e ganhou. Na mítica final de Gelsenkirchen, venceu o AS Mónaco por 3-0, com golos de Carlos Alberto, Deco e Alenichev. José Mourinho deixou então o clube e rumou ao Chelsea, onde continuou a fazer história.

Sob o comando de Mourinho, o FC Porto teve duas épocas de sonho e sucesso na Europa
Fonte: FC Porto

Já André Villas-Boas teve uma passagem mais curta pelo Dragão. Chegou à Invicta em 2010/2011 para ocupar aquela que dizia ser “a sua cadeira de sonho”. Nunca escondeu a ligação que tinha com o clube, facto que colocou os adeptos do seu lado e confiantes nos bons resultados. E é certo que Villas-Boas não desiludiu. Pelo menos não até ao final do ano. Sob o seu comando, o FC Porto teve uma época de um incrível sucesso interno: zero derrotas em 30 partidas disputadas e apenas três empates, com 73 golos marcados e apenas 16 sofridos, levaram a equipa a levantar o troféu de campeão nacional.

Mas, para além do título, a temporada de Villas Boas ficou marcada por duas vitórias especiais para a equipa e adeptos. Primeiro, os 5-0 do FC Porto ao principal rival, o SL Benfica, no Dragão. Numa noite mágica e inesquecível para quem assistiu, os dragões golearam os encarnados e confirmaram a qualidade que vinham a demonstrar. A cereja no topo do bolo chegou em inícios de Abril. A cinco jornadas do final, os azuis e brancos tinham a possibilidade de se sagrarem, matematicamente, campeões nacionais, precisamente na jornada em que se deslocavam à Luz. Ao leme da equipa, André Villas Boas liderou o plantel para mais uma vitória, por 1-2, e para um dos festejos mais icónicos de sempre. O campeão, na Luz, foi saudado com o sistema de rega e sem energia, mas a festa já não podia ser parada.

A Supertaça ganha no arranque e a Taça de Portugal no fim, valeram a Villas Boas o pleno nas competições internas, mas ainda havia mais um título a juntar. O FC Porto voltava, menos de dez anos depois, aos grandes palcos europeus e, numa final 100% portuguesa frente ao SC Braga, conquistou a Liga Europa, com um golo solitário do mágico Falcão.

Ao contrário de Mourinho, André Villas-Boas não continuou no clube após a época de sonho a que o conduziu, seguindo precisamente os passos do já apelidado “Special One” e rumando a Inglaterra, também para o Chelsea. E para muitos adeptos ficou a mágoa de o ver partir tão cedo, sobretudo depois de ter afirmado ter chegado ao lugar que sempre sonhou.

Foto de Capa: Bola na Rede

Artigo revisto por: Jorge Neves

Revista do Mundial 2018 – Irão

À 40 anos atrás, em 1978 o Irão estreava-se pela primeira vez numa fase final de um campeonato do mundo de futebol. Este ano na Rússia será a quinta presença dos Iranianos na prova da Fifa. Comandado por um velho conhecido do futebol português, o Irão tem competências mais do que suficientes para fazer um percurso interessante neste mundial.

Revista do Mundial 2018 – Marrocos

Passaram-se 20 anos desde a última presença de Marrocos num Mundial, equipa que chega à Rússia embalada pela vitória na CHAN. Fatores que aumentam a expetativa em torno da seleção que Lopetegui considera ser a melhor do continente africano na atualidade, mas que terá pela frente um dos grupos mais complicados da competição.

O Dicionário de Fernando Santos: Rui Patrício

Terminada mais uma época desportiva ao nível dos clubes, todo o universo do futebol se centra agora no Mundial da Rússia.

Portugal, inserido no grupo B, estreia-se no segundo dia de competição, frente à Espanha. No entanto, a preparação da Seleção Nacional já há muito teve início. Um mês antes do pontapé de saída na Rússia, Fernando Santos anunciou uma das decisões mais importantes: os 23 convocados para a fase final.

Face a um leque de opções alargado, o Engenheiro optou pela variedade. No grupo que vai seguir viagem para a Rússia, todos os jogadores apresentam caraterísticas diferentes, tendo utilidades repartidas pelos diversos contextos.

Assim, até à estreia da Seleção Nacional, o Bola na Rede vai definir, numa palavra, aquele que pode ser o principal contributo de cada jogador para a equipa das Quinas.

 

Rui Patrício: Segurança.

O guarda-redes leonino já é o titular há vários anos e, no Euro 2016, revelou-se verdadeiramente decisivo na conquista lusa. A final, frente à França, foi a maior demonstração do papel que o guardião pode ter: com sete defesas e três saídas aéreas, Rui Patrício manteve a baliza portuguesa inviolável.

É certo que, para não sofrer golos, será sempre preciso mais do que um grande guarda-redes. Mas a verdade é que, com Patrício em campo, a baliza pode ficar a salvo mesmo quando a organização defensiva falhar. E essa certeza transmite uma confiança que contagia toda a defesa da equipa das quinas.

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Futebol