Na edição desta sexta-feira do DN12 destaque para a vitória histórica de Portugal na final do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins sub-20, envolvido nos Roller Games que se estão a disputar em Nanjing, China. Informações sobre o Mundial de Seniores Femininas e ainda alguns notas rápidas sobre outras modalidades!
O meu 11 leonino
GUARDA REDES


Rui Patrício – Não sou do tempo do “mãos de ferro”, Vítor Damas. Se fosse, talvez optasse por colocá-lo como titular na baliza. Mas, dos que me lembro, Rui Patrício é aquele que ocupa o lugar na baliza dos Leões. Embora com alguma mágoa, pois deixaria Peter Schmeichel de fora. Nunca pensei em fazer isso a um meus ídolos de infância, é melhor ficar por aqui antes que mude de ideias.
As 5 melhores direitas do circuito


O checo é um dos mais consistentes jogadores do circuito mundial e um dos melhores, se não mesmo o melhor, jogadores da história da modalidade a não ter ganho um título do Grand Slam. Na base da excelente carreira do checo está a sua fantástica pancada de direita: não é uma pancada que tenha grande variedade, é quase sempre chapada e cruzada, mas a pura potência (e consistência) do golpe é suficiente para tornar o checo uma presença constante no top10 mundial.
Emagrecer e ficar por aí…
Findou o mercado de transferências sem que no Dragão se registasse qualquer reforço de última hora para o plantel principal. A estratégia destes últimos meses foi bem clara e passava por operar um emagrecimento brutal no número de jogadores excedentários sem, porém, colocar em causa o objetivo de conquistar o título. Numa primeira análise, esse objetivo parece ainda bem ao alcance com o grupo atual, mas a expetativa era grande e, após as movimentações que se foram vendo, seria mais ao menos expectável que à invicta poderiam chegar, pelo menos, um defesa central, um extremo e um avançado. Mesmo não sendo imprescindíveis, trariam mais opções a um plantel que, na sua generalidade, me parece manifestamente curto.


Fonte: FC Porto
É no centro do setor defensivo que começam as primeiras (ligeiras!) preocupações. Marcano e Felipe são a dupla inquestionável do momento e, como nenhum deles saiu, a ida ao mercado não se tornou indispensável. Já para a substituição de um deles aparece Diego Reyes, um jovem com potencial e que se destacou muito bem nas últimas passagens por Espanha. Não estamos, porém, livres do azar de ver os dois centrais titulares lesionarem-se ao mesmo tempo e, nesse caso, Sérgio Conceição teria de proceder a um conjunto de adaptações que em pouco beneficiaria a equipa. Nas laterais não razões para alarmismos face às permanências de Alex Telles e Ricardo, bem substituíveis por Layún e Maxi, respetivamente.
No meio campo creio que nada há a apontar às opções atuais, mas o mesmo já não se pode dizer do leque disponível para o ataque. Começando pelas alas, Brahimi e Corona, mesmo sendo extremos, variam muito do seu jogo para o centro do terreno e sobra enão Hernâni para verticalizar um pouco mais o jogo dos azuis e brancos. Creio que mais um extremo com velocidade e técnica apurada seria de extrema importância nesta equipa, mas…estão caros. Sobra depois Otávio que, à imagem de Yacine e Jesús, e jogando a extremo, parte sempre para o meio, pelo que neste esquema de Sérgio Conceição o brasileiro afigura-se mais como um número dez ou segundo avançado.
Por fim, no setor atacante, os regressos de Aboubakar e Marega vieram colmatar as saídas de André Silva e Depoitre. A parceria do camaronês com Soares promete fazer faísca, mas é Marega quem tem dado conta do recado neste arranque de época. Marega que, no fundo, nem é um ponta de lança puro, pelo que ao FC Porto faltaria mais uma opção nesse sentido, tendo em conta até a cedência do jovem Rui Pedro ao Boavista.
La Liga em duas jornadas
Analisar duas jornadas é, incircunstancialmente, uma escassa amostra seja do que for. Todavia, há sempre sinais extraíveis que, analisados, carecerão de confirmação indiciadora num futuro próximo.
Alicerçados neste ponto de partida, partamos, dessa forma, para uma postura rastreadora daquilo que foram as duas primeiras jornadas da La Liga.
Bom, começando pelos ‘más grandes’, deparamo-nos com o Barcelona à frente de Real e Atlético de Madrid. Se os ‘blancos’ cederam um empate em casa diante o Valencia (2-2) no passado domingo, os ‘colchoneros’ haviam empatado na Catalunha, pelo mesmo resultado, na primeira jornada, frente ao estreante Girona, num jogo em que perdiam por 2-0 e chegaram ao empate no último quarto de hora, numa altura em que jogavam em inferioridade numérica, por expulsão de Griezmann. Todavia, a resposta chegou sob a forma de goleada, no segundo jogo do campeonato, em Las Palmas (5-1).
Estes dois empates dos emblemas madrilenos mostram do lado do ‘Atleti’, a bravura que tanto caracteriza o exército de Simeone, e do lado ‘merengue’ escondem uma equipa que esbanjou um sem número de ocasiões de golo contra um adversário eficaz. Do lado blaugrana, dois resultados pelos mesmos números (2-0), em casa e fora, numa formação sem o lesionado Suárez e ainda em fase de luto-Neymar. Tem sido o regressado Deulofeu e Sergi Roberto, dois ‘canteranos’ a apoiar Leo Messi no ataque. Uns ‘blaugrana’ ainda em fase de novo embrião identitário.
A par do vice-campeão espanhol, estão Leganés e Real Sociedad. Os ‘pepineros’ da capital, que na época transata haviam-se quedado na 17ª posição, 4 pontos acima da linha de água, amealharam duas vitórias pela margem mínima (1-0), Alavés, em casa, e Espanhol, fora. Já a formação do País Basco teve dois respeitosos resultados, em Vigo (3-2), diante do Celta que na última temporada esteve perto de chegar à final da Liga Europa e um 3-0 caseiro frente ao Villarreal, equipa que terminou em 5º lugar, 3 pontos acima da equipa de Sán Sebastián na última época. Um “duelo europeu”, portanto.


Fonte: La Liga
Com um começo também bem positivo e beneficiando de dois jogos em casa, estão os promovidos Girona e Levante. O estreante catalão empatou o Atlético de Madrid e, na última jornada, venceu mesmo o Málaga no Estadio Municipal de Montilivi. Já os ‘azulgranas’ de Valencia, com os mesmo 4 pontos, derrotaram o Villarreal e empataram com o Deportivo da Corunha.
O Valencia, que tem andado arredado das contas cimeiras da tabela, foi buscar um empate ao Santiago Bernabéu e, de seguida, recebe o Atlético de Simeone. Veremos se o resultado da equipa de Marcelino Toral na casa do campeão foi apenas uma ocasião fortuita. Ainda sem dar para perceber se podemos contar com ambiciosos propósitos, são os casos do renovado Sevilla de Berizzo e o sempre candidato a contas europeias Atlético de Bilbao, também ambos com uma vitória e um empate.
No plano das deceções estão Villarreal e Celta de Vigo. O ‘submarino amarelo’ de Rúben Semedo tem duas derrotas fora de portas, quatro golos sofridos e nenhum marcado. Vida, para já, difícil para Fran Escribá. Nada melhor está situação da armada dos Balaídos, orientada por Juan Carlos Unzué. Depois da derrota em casa diante do líder, a equipa foi perder, novamente pela margem mínima (2-1), na Andaluzia, diante o Bétis.
Caro leitor, não encare este artigo como uma análise, mas apenas como umas captações de sinais de momentos e formas das equipas. É que ainda faltam 36 jornadas para jogar e o mercado está quase a fechar….outro fator a ter em conta e a explorar daqui a umas semanas.
Foto de Capa: La Liga
Desculpas orçamentais: Lamuriar para quê?


E, francamente, eu até creio que do ponto de vista desportivo, essa disparidade até se tem acentuado mais no início deste campeonato, por duas razões: primeiro, este foi o primeiro campeonato desde 1994/1995 em que os três grandes venceram nas três primeiras jornadas; segundo, após quatro jogos disputados, ainda há cinco equipas neste campeonato que ainda não têm qualquer vitória.
Entre essas equipas que ainda não provaram o sabor da vitória, está o Moreirense FC treinado por Manuel Machado. O técnico de 61 anos sempre se destacou pela forma peculiar como utiliza as palavras, e também por ser um crítico activo do grande fosso financeiro entre os três grandes e as restantes equipas do campeonato.
Já o treinador do SC Braga Abel Ferreira tinha feito referência ao mesmo assunto aquando da derrota contra o SL Benfica na Luz na primeira jornada do campeonato. E o técnico do Moreirense dedicou a sua conferência de imprensa após a derrota no Estádio do Dragão a fazer referência a esse fosse financeiro, afirmando com veemência que isso merece uma reflexão.


Fonte: Moreirense FC
Como já aqui disse, Manuel Machado costuma chamar a atenção da imprensa e dos adeptos do futebol com os seus discursos. No entanto, creio que esta época ele tem sido particularmente infeliz nas suas intervenções. Primeiro, ao no início desta época ter sacudido a água do capote ao afirmar que nunca despromoveu um clube; segundo, ao com as declarações após o jogo contra o FC Porto, ter desviado as atenções de uma derrota pesada, num jogo em que a sua equipa não mostrou armas nem argumentos para fazer frente ao adversário.
Mas pegando nestas “desculpas orçamentais”, existem duas questões que devem ser esclarecidas. A primeira das quais, será que essa disparidade de recursos serve de desculpa para os maus resultados?
BnR Deadline Day: A agitação habitual… com direito a prolongamento
Encerrou hoje um mercado de transferências que se mostrou bastante ativo para os emblemas nacionais. Desde o início até aos momentos finais do último dia, o mercado foi agitado para os dois dos três grandes do nosso futebol, tendo o Futebol Clube do Porto sido o clube que menos operou, principalmente no que toca a entradas. Os dragões construíram um plantel para atacar a nova época assumindo uma conjuntura de estabilidade. Aos jogadores mais importantes da época transata, somou-se o regresso de alguns emprestados que têm tido papel muito importante neste início de temporada. Ricardo Pereira rapidamente ganhou o lugar de defesa direito a Maxi Pereira, Aboubakar substituiu com sucesso André Silva e Marega tem desempenhado um papel importante, sendo a alternativa principal à dupla de avançados titular. No que concerne a contratações há apenas a registar o ingresso do guarda-redes Vaná ex-Feirense. Quanto a saídas, destaque para os muitos milhões que entraram nos cofres devido às transacções dos passes de André Silva (AC Milan) por 38 milhões de euro, e Ruben Neves por 18 milhões de euros (Wolverhampton).
Nos clubes da capital, o mercado foi mais agitado, e trouxe ao Sporting uma defesa quase totalmente nova, com a entrada de Piccini, Coentrão e Mathieu, sendo estes dois últimos nomes bastante sonantes, vindos de Real Madrid e Barcelona. O meio campo foi também reforçado com Battaglia e Bruno Fernandes, sendo este a grande figura do início da época Sportinguista. Os 8,5 milhões de Euros pagos pelo clube de Alvalade tornaram-se baratos face ao alto rendimento demonstrado pelo médio ex-Sampdoria. No ataque, destaque também para Acuña, que já foi eleito o melhor jogador do campeonato argentino e chegou para agarrar um lugar na extrema esquerda. Na frente, chegou também Dumbia para ser a sombra de Dost. Quanto às saídas, durante esta janela de mercado, pairou sempre a possibilidade dos campeões europeus William e Adrien abandonarem o clube a troco de muitos milhões de euros. Adrien saiu para o Leicester, William ficou… para já.
Ao lado na segunda circular, o Benfica esteve ativo principalmente no que diz respeito a saídas de jogadores, com muitos milhões de euros vindos de Manchester a reforçarem os cofres encarnados. O central Lindelof rendeu 35 milhões ao transferir-se para o United, enquanto que Ederson valeu 40 milhões ao assinar pelo Manchester City. A saída de Nelson Semedo para o Barcelona também fez ganhar 30 milhões de euros, enquanto que Mitroglou rendeu ainda mais 15 milhões de euros ao assinar pelo Marselha. Quanto a contratações, a baliza foi reforçada com o regresso de Bruno Varela à casa que o formou, e com Mile Svilar, um belga de 18 anos a quem auguram um grande futuro. Na defesa chegou Douglas do Barcelona para a vaga do português que tinha seguido o caminho inverso. O meio campo ganhou novas soluções com por exemplo Filipe Augusto e Krovinovic, e o ataque conta com o reforço em maior destaque até ao momento Haris Seferovic, além de Gabriel Barbosa, cujo empréstimo pelo Inter de Milão foi oficializado já nas últimas horas do mercado.


Fonte: FC Inter
Nos principais clubes do Minho as alterações nos planteis também foram em larga escala. O Sporting de Braga renovou a sua defesa com a entrada de Jeferson e Esgaio (ambos ex-Sporting), e Raúl Silva (ex-Marítimo). No meio campo destaque para as entradas de Fransérgio, Danilo e André Horta que chega por empréstimo para se juntar ao seu irmão Ricardo que entretanto assinou a titulo definitivo pelos braguistas. Nas ultimas horas do mercado, acabaram também por assegurar mais um reforço importante para o miolo do terreno, com o empréstimo do portista João Carlos Teixeira. Na frente, destaque para Paulinho, que saltou da segunda liga para agarrar um lugar no onze neste início de temporada, Dyego Sousa (ex-Marítimo), e o regresso de Fábio Martins. Bruno Xadas, jovem recém-promovido à equipa principal, tem sido o principal destaque. Esta janela de mercado deu ainda para os arsenalistas garantirem a entrada de capital, com a Lázio a pagar 26 milhões de euros pelos jovens Pedro Neto e Jordão. O Fulham pagou também cerca de 9 milhões por Rui Fonte, sendo que o Braga detinha metade do passe do jogador.
Em Guimarães o plantel também sofreu grandes alterações, com principal destaque para as saídas de Josué Sá para o Anderlecht, Bruno Gaspar para a Fiorentina, Zungu para o Amiens, e Marega e Hernani que regressaram ao Porto após empréstimo. Relativamente a entradas, no ataque a equipa vitoriana conseguiu dois reforços que poderão ter papéis bastante importantes ao longo da temporada, Óscar Estupiñán e Heldon. No meio campo, destaque para Wakaso, ganês já com grande experiência de primeira liga, e Francisco Ramos, jovem promessa ex-FCPorto. Na defesa, chegou também o internacional venezuelano Victor Garcia, também ex-portista.
Foi portanto um mercado de transferências com bastante emoção, que se estendeu até aos últimos minutos do dia. Mais uma vez, treinadores e dirigentes criticaram o facto de haver mercado aberto já com a época em andamento, mas no entanto esta situação dever-se-á manter desta forma, tornando ainda mais emocionante a abertura das épcoas.
David Vinagreiro
Portugal 5-1 Ilhas Faroé: Quem tem Ronaldo tem tudo
Em dia de fecho do mercado de transferências, as atenções voltaram-se – ou dividiram-se, vá – durante 90 minutos para o Estádio do Bessa, onde a seleção portuguesa recebia a congénere das Ilhas Faroé. Sessenta dias depois do jogo contra o México, que valeu o terceiro posto na Taça das Confederações, os comandados de Fernando Santos voltavam a entrar em ação, num encontro a contar para o Grupo B da Fase de Apuramento para o Mundial de 2018.
Depois de uma vitória contundente por 6-0 no jogo disputado no Tórsvøllur, em Tórshavn, a seleção nacional era tida como larga favorita para um confronto que exigia, mesmo assim, uma boa dose de cautela, frente a uma equipa que até tinha dificultado a vida a Hungria e Suíça.
Com um onze que não oferecia grandes surpresas, Portugal entrou expectavelmente mais forte e assertivo e o golo chegou logo aos 3 minutos, quando Cristiano Ronaldo deu o melhor seguimento ao cruzamento de Bernardo Silva, com um belo pontapé acrobático. Portugal achava-se assim desde muito cedo na frente e não abusava do acelerador, embora o seu domínio fosse incontestável.
Mesmo sem forçar, a seleção campeã europeia acabou por chegar ao 2-0, mesmo antes da meia-hora, quando Ronaldo bisou, ao converter uma grande penalidade sofrida por João Mário. Dilatada a vantagem, tudo parecia bem encaminhado para um resultado tranquilo, mas a resposta feroesa chegaria pouco depois. Aos 38’ a seleção visitante conseguiu reduzir, praticamente na única oportunidade de que dispôs, através de um golo de Rógvi Baldvinsson, num remate fulminante em resposta a um lançamento longo que José Fonte não conseguiu afastar.


Fonte: FPF
Galvanizados, os nórdicos procuravam surpreender nos contra-ataques, mas sem consequências de registo, à exceção de uma jogada travada por Pepe, ainda antes do intervalo. O resultado, esse, não se alterou e as duas seleções dirigiram-se aos balneários, depois de uma primeira parte em que Portugal era claramente superior, pese embora algum nervosismo, traduzido nalgumas perdas de bola e numa certa dificuldade em fazer fluir o jogo.
No regresso ao relvado, Portugal tinha tudo para dilatar a vantagem e era isso mesmo que os pupilos de Fernando Santos procuravam, demonstrando algumas melhorias em relação a alguns momentos do primeiro tempo. Ronaldo era sempre o mais interventivo e perigoso do lado luso e aos 58’ foi dos seus pés que saiu o passe para o terceiro tento português, apontado de cabeça por William Carvalho.
Com a seleção nacional mais confortável, e um resultado mais ajustado, o jogo estava cada vez mais a favor dos homens da casa. Portugal correspondia às previsões de uma segunda parte mais atacante e aos 64 minutos, Ronaldo completou o hat-trick. Com William a retribuir, o avançado do Real Madrid CF só precisava de driblar o guarda-redes e esperar pela melhor altura para fazer balançar as redes feroesas pela quarta vez. Portugal não ficaria por aí, contudo, e o golpe final chegou só aos 84’, sob a forma de um 5-1, alcançado por Nélson Oliveira, que apenas teve de encostar para se estrear a marcar pela equipa das quinas, depois de um corte incompleto de Odmar Færø.
No término da partida, a vitória portuguesa era justa e indiscutível, conseguida depois de uma avalanche ofensiva orquestrada na segunda parte. Sem grandes surpresas ou percalços, os campeões europeus fizeram valer o estatuto de favoritos, frente à seleção das Ilhas Faroé, que apenas no lance do golo beliscaram o domínio luso. Portugal venceu pela sexta vez nos sete jogos já disputados na fase de qualificação para o Mundial da Rússia em 2018 e solidificou o segundo lugar com 18 pontos, a três da Suíça, líder do grupo.
Foto de Capa: FPF








